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domingo, 18 de outubro de 2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Gestão e Implantação - Uma Entrevista
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Unknown
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Mão-de-Obra, Treinamentos, Meritocracia
Não acham que está na hora de entendermos que ninguém está
preocupado com nossos desejos, cada um tem os seus próprios e procura
satisfaze-los que tal entendermos isso?
Novo Ano, nova vida ou será que
não, depende é como em tudo para uns sim, para outros que prometem e traçam
metas pulando as ondas do mar, tomam espumantes e logo em seguida esquecem
tudo, não se preocupe com o aproveitamento, a lista dos que fazem a diferença
nunca é maior que 5%, a pergunta é de que lado você vai estar com os 5% que
realmente fazem acontecer ou com os 95% que passam a culpar os governos, estes
amanhã arranjam outro culpado sem nunca perceberem que são realmente os únicos
culpados pelo que com eles acontece.
Muita gente me olha com um
especialista em Revenue Management, e estranha eu de repente falar muito de
outras coisas que em seu entendimento não seria RM, vou simplificar, entenda o
Revenue Management como um MBA que é realmente o que ele é, pois após uma
faculdade séria de administração com especialização em Hotelaria os reitores
vão perguntar se você quer ou não se especializar em Alta Gestão e isto te leva a mais um ano em salas de aula, pois precisamos conhecer tudo e não só fragmentos.
Isto posto vamos então para os
restaurantes, o despreparo nesta área é pior ainda do que na parte de
hospedagem da Hotelaria, em que pese restauração ou A & B ou ainda
americanizado F & B, nada mais é que um departamento da hotelaria, mas em
gestão precisa ser encarado como Uma empresa separada, porém trabalhando com a
mesma finalidade.
Nesta área como na maioria das
outras encontramos pessoas que sabem o que precisam e muitas vezes sabem outras
só acham que sabem, mas de uma forma geral existe uma ideia da necessidade. Mas
ficam protelando esta protelação (corriqueira enrolação) é que muitas vezes os
leva a fechar, terceirizar ou coisa do gênero, mas qual a melhor época para
treinar o pessoal? AGORA. É sempre a melhor época e levando em conta os locais
de sazonalidade então esta é a época certa, deixa eu me fazer entender: Você
fatura cerca de R$: 8.000,00/dia – mas tem certeza absoluta de que seu cliente
chega e compra e ninguém lhe vende nada, mas sua casa tem uma dezena de itens a
explorar que ninguém explora. Você sabe ainda que o incremento destas venda vai
lhe render entre 10 e 20% na sua receita diária.
Está protelando o que? Ou está
com muito dinheiro sobrando? Porque está protelando um faturamento adicional de
R$: 1.200,00 por dia na pior das hipóteses. Ou seja, em três dias paga o curso
e nos próximos 22 fatura mais R$: 27.000,00 sendo que está incrementando as
vendas com os produtos que dão mais lucro.
Há mas eu sei fazer? Porque não
fez? Até porque saber fazer todos sabem, a pergunta é quando e como? Aí reside
a diferença e depois tem a vantagem de o hábito levar à perfeição, quanto mais
o seu pessoal vender, mais rotineiro isso se torna e mais eles vendem.
Então a hora de treinar é agora e
é Barato. Nada que custe pouco dinheiro é realmente barato, a métrica é qual o
resultado que isso me deu.
Temos agora o pessoal treinado e
afinado com nossas necessidades e eles vão trabalhar para o concorrente por
mais R$: 100,00 reais. Sou muito sincero em minhas colocações e não me lembro
de ter perdido um bom funcionário em tempo algum, há cerca de 30 anos perdi uma
boa chefe de recepção, foi a única que perdi e ela não foi para a concorrência.
Mas eram outros tempos, não são
os tempos que fazem a diferença são os Administradores. Soube recentemente de
uma empresa em expansão que perdeu para o concorrente um dos melhores
profissionais do mercado. Isso é falta de visão, ou desinteresse pelo
profissionalismo. Como vou segurar o funcionário? Use e abuse da MERITOCRACIA
ou jamais passará da mediocridade. Não estou aqui dizendo que aumente os
salários visto que isso só dá lucro ao Estado. Mas conheço por baixo uma
centena de formas de reter talentos com fundamentação e, portanto segurança.
Acredite numa verdade que não
inventei. Você é eternamente responsável
por tudo o que acontece em sua vida. A falta de decisão ou a indecisão
levam-no sempre por caminhos pouco desejáveis para não dizer indesejáveis.
Dobrar o salário de um
funcionário hoje é inviável, mas fazer com que ele receba o dobro disso – é
simples e rentável.
Um dos maiores segredos é a
inexistência de um departamento correto e coerente de controle e custos. Isso é
indispensável e hoje a maioria dos que existem não produzem nem no tempo
necessário nem os números que deviam. Sou do tempo em que não havia PCs. As coisas
eram feitas na mão e eu tinha todos os números necessários a uma boa gestão até
ao dia seguinte às 10 no máximo 11 horas da manhã, e para isso eu queria uma
boa justificativa, são números para tomar decisões e não podem ficar para
depois muito menos para o dia 5 do mês seguinte.
Treine seu pessoal, não promova
treinamentos de “arrastão” de fabricantes de garçons maîtres ou promotores
medíocres que o mercado está cheio. Faça treinamentos personalizados treine seu
pessoal para sua otimização e lucre realmente com isso, mas só conseguirá isso
num sistema correto de Meritocracia, lembre-se você não consegue enganar
ninguém, nunca.
O Treinamento e a Meritocracia são sem a menor dúvida a chave para o
sucesso, principalmente em empresas voltadas para a HOSPITALIDADE, não confunda nem com hospedagem nem com
hospedaria.
Nosso CURSO EM SÃO PAULO COM NOVA PROGRAMAÇÃO.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
O Yield e Revenue Management (integração)
![]() |
| Yield e Revenue Management Há 40 Anos pelo Mundo |
Após a definição correta da nossa concorrência e de traçarmos o perfil do nosso cliente, é tempo agora de desafiarmos a matemática, a contabilidade e a gestão financeira. Esta é sempre uma peça do puzzle do Revenue, difícil de encaixar. Até porque ela se “encaixa” no Revenue, logo se tem que se encaixar, e tem, é porque em algo o Revenue depende dela e não é Revenue posto tem que nele se encaixar, mas calma é o mal compreendido Yield Management. Esta é a parte de Custos e finanças do Revenue e de onde o RM vem.
Algumas correntes de pensamento sobre Revenue Management defendem que os custos não devem ser levados em conta na hora de descontar (aplicar conceder descontos) usar as tabelas dinâmicas ou tão faladas tarifas flutuantes. No entanto esta, na minha opinião, uma visão errada e que leva à insolvência e possível falência de algumas unidades hoteleiras, e deixa a pergunta que não quer calar: como se procede à variação de preços de venda se não se conhecem os custos?
Os custos são o "sal" de qualquer gestão e na gestão hoteleira isso não é diferente. Quando usados com mestria "dão sabor", em excesso podem "matar". E quanto mais fixos forem mais perigosos se tornam, no nosso caso neste enfoque a hotelaria.
Da mesma forma que vender alojamento pode, nos dias de hoje, ser equiparado às ações na bolsa. Uns dias vale mais, noutros vale menos. É preciso saber "ler" as tendências do dia a dia ás vezes estas mudanças são no mesmo dia.
Então o segredo está em saber temperar com a dose certa de "sal" o nosso repasto - entenda-se operação. Perguntam-me repetir a pergunta: como se faz isto sem custos?
Se há empresas hoteleiras que até o custo do palito sabem por cada cliente, outras existem que nem o valor dos salários a pagar têm noção. Por muito que isto possa parecer estranho, mas é um facto ainda nos dias de hoje.
Para desenvolver o 3º passo do Revenue Management o primeiro que envolve finanças é preciso ter a noção de custos, eu diria exatidão dos custos. Os custos podem ser divididos em duas grandes áreas:
1) os operacionais
2) os financeiros.
1) Os operacionais por sua vez podem ser: fixos e variáveis, diretos e indiretos. Podem ser ainda mais subdivididos, mas no momentos vamos ficar apenas nestes.
Os custos operacionais são todos aqueles que estão ligados ao funcionamento da atividade do hotel, e também se podem chamar de custos de estrutura.
Estes custos são normalmente de curto-prazo - salários, fornecedores (água, luz, gás, etc.), distribuidores, entre outros. Eles são inerentes à atividade sem os quais não a poderíamos desenvolver, por isso também chamados de custos de estrutura.
Estes custos devem ser imputados ao seu correto departamento, quer isto dizer, se o custo é "provocado" pelo “roons devision”, o mesmo não deve ser debitado a F&B, ou simplesmente para o "monte".
Por outro lado existem custos não distribuídos, que são aqueles transversais a todos os departamentos. Entre eles podemos considerar os custos administrativos, de promoção, contabilidade, além de outros.
De uma forma simplificada podemos dizer que se aos valores faturados de “rooms divisions”, descontarmos os custos relacionados com o mesmo setor, temos o GOP (Gross Operations Profit) ou o EBITDA.
A partir destes custos é possível encontrar um conjunto de indicadores de gestão fundamentais aos grandes gestores.
São eles:
- O COPAR - Cost Operations per available room (Custo operacional por quarto disponivel)
- O COPOR - Cost Operations per occupied room (Custo operacional por quarto ocupado)
A partir das receitas de hospedagem, sabemos calcular também o:
- ADR - Average Daily Rate ( Preço Médio da Diária)
- RevPAR - Revenue per available room ( Receita por quarto disponivel)
E da diferença entre a receita e os custos aparece o lucro bruto, que podemos calcular como:
- GOP - Gross Operations Profit (Lucro Operacional Bruto)
- GOPPAR - Gross Operations Profit per available room ( Lucro Operacional Bruto por quarto disponível).
*Pessoalmente uso mais meia dúzia de outros indicadores que muito me ajudam para decisões rápidas na gestão, todos eles são de acesso e análise simples e rápida.
Com estes valores definidos podemos agora começar a pensar em calcular o nosso preço mínimo de venda, de forma a conseguirmos satisfazer todos os nossos compromissos. E implementar a partir daqui nossas tarifas dinâmicas, o que comumente chamam de tarifa flutuante.
Além disso com este procedimento corretamente desenvolvido corremos o risco de ter um grande sucesso no negócio :)
Como sempre digo. É um processo diário e continuo, mas acreditem vale muito a pena.
2) Custos Financeiros
Estes custos, aparecem na numa parte específica da demonstração de resultados e estão diretamente ligados ao investimento. Ou seja, à necessidade que houve ou há de desenvolver a estrutura física e financeira da atividade. Nestes custos estão os financiamentos, as aquisições, os impostos sobre o lucro bruto da atividade, as amortizações e depreciações, a apropriação necessária etc.
Estes custos são do acionista, e ou do investidor, proprietário, etc. E isto, porque fazem parte da riqueza criada a partir do investimento que foi efetuado.
Obviamente que estes custos terão de ser cobertos pela receita gerada com a operação, por isso também devem ser considerados na definição do preço mínimo de venda da UH, em determinada data, obedecendo a uma série de fatores voltados para as finanças.
Só com uma perfeita e clara noção de custos, o Revenue Management dará o resultado esperado que é o de otimizar, maximizar e potencializar o negócio hoteleiro, ou qualquer outro onde a Filosofia do Revenue possa ser implementada. –
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REVENUE MANAGEMENT
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Revenue Management (desmistificando aos poucos)
| Terminamos mais um curso de Yield e Revenue Management onde tivemos oportunidade de esclarecer grandes profissionais do que é e o que pode fazer esta filosofia de gestão. |
Revenue
Management ou Yield Management (embora não significando e nem sendo o mesmo)
são disciplinas de gestão hoteleira utilizadas no processo estratégico da
definição de preço dinâmico, aplicado à estruturação de níveis de tarifas
relacionados com a disponibilidade e/ou ocupação da unidade hoteleira.
Uma
estratégia de RM bem implementada, implica ter como resultado a subida da ocupação,
da diária média, do RevPAR, consequentemente um aumento significativo da margem
de lucro, (diferença
entre o custo e a venda de sua UH), se não se verifica o aumento
substancial da margem de lucro, numa proporção superior aos outros citados, algo está muito
errado. Não se tratando com certeza de
uma Filosofia de Revenue Management - Mas de algo fracionado a que resolveram
dar o mesmo nome.
Preços dinâmicos, as conhecidas
tabelas "BAR" sobem, não descem, comissionamentos a OTAs e Agentes
não são altos, sobem conforme as vendas. Não se pagam comissões altas para que
eles vendam mais mas sim se aumentam os valores das comissões de acordo com o
aumento de fluxo deles. Isto faz parte de estratégias sérias e bem
implementadas do autêntico Revenue Management. O que baixa nas tabelas é o
"CAR" não o "BAR".
A
implementação estratégica desta cultura, deverá ser acompanhada pelo
desenvolvimento das competências técnicas, práticas e funcionais das equipes
responsáveis pelo seu desenvolvimento, iniciando sempre pelas Diretorias
Administrativas e Financeiras e fazendo a escala descendente.
Nos
cursos abertos de Revenue Management do IGH – Instituto de Gestão Hoteleira são
desenvolvidas competências de base, intermédias e avançadas, com o objetivo de
consolidar todas as vertentes necessárias ao bom desempenho de uma gestão para
Grandes resultados e suporte ao correto procedimento em departamentos
comerciais. Essas vertentes de conhecimento englobam áreas tão distintas como,
comportamento do consumidor, psicologia, gestão financeira, matemática,
estatística, vendas, marketing, liderança e gestão de equipas ou organização
estratégica.
De
forma a abranger todas estas competências foram definidos três níveis nos
curso: Noções Fundamentais, Estratégia e Implementação, Ferramentas de Gestão.
O
sistema de Revenue management abrange todo o Staff de um Hotel ou organização
hoteleira, iniciando de cima para baixo – Suas análises por complexas são de
responsabilidade da alta gestão e o Comercial e Frot Office é treinado para
lidar com as tarifas dinâmicas que em grandes redes podem mudar a cada 5
minutos, mas os critérios precisam estar muito bem estabelecidos, pois
sugerimos que estas alterações aconteçam para rentabilizar, em outras palavras,
para aumentar a diferença entre custo e receita de forma consistente,
progressiva e sustentável.
Lembrem-se
que quem Administra fundamentado na filosofia do Revenue Management não é
surpreendido pelos mercados e está sempre tirando partido deles.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Revenue Management para o público certo
Tivemos a honra de ministrar mais um curso fechado de Revenue Management, é na verdade o mais indicado já que ali pode-se tratar abertamente com os dados da própria empresa e então o contratante sai com as ferramentas em mão prontas para colocar em ação no mesmo dia. Não que em cursos abertos as ferramentas não sejam explicadas e entregues, só que são preenchidas com números hipotéticos.
Desta vez tivemos presentes a Diretoria geral da empresa e seus gerentes os verdadeiramente interessados e de onde as decisões precisam e devem partir, trata-se de uma ferramenta muito analítica e pouco comercial, porém o departamento comercial precisa saber como colocar o que vem de cima. Foi muito gratificante trabalhar com pessoas instruídas onde foi possível atingir os seus objetivo e deixar em seu poder ferramentas para iniciar não só o trabalho com “BAR” (best availabel rates) –sigla em inglês para - melhor preço disponível – e também entenderam facilmente que é possível e deve ser usual trabalhar com tarifas flexíveis ou flutuantes como quiserem chamar todos os dias e o dia todo, entende-se também que o “BAR” é o melhor preço disponível para o mínimo de rentabilidade que queremos atingir e não é o mercado que o dita e sim a nossa percepção do quanto queremos e podemos otimizar os resultados. Mercado é uma ferramenta para nos servir e não para nos fazer reagir.
Este “BAR” pode e deve ser usado para reservas futuras, sei que o mercado não está acostumado, mas ele não está acostumado porque ninguém disponibiliza isso com seriedade, se essa prática for implementada o mercado logo dá sinais interesse.
É difícil para as pessoas que nunca tiveram esse enfoque que o mercado não provoca reações num gestor que usa a filosofia do Revenue Management, é o gestor que faz o mercado reagir, logo este se transforma exatamente no que é: uma ferramenta para nosso uso e de onde tiramos o nosso sustento. Deve ser muito bem conhecida.
Na última sexta feira 26 passei uma das tardes mais agradáveis de minha vida conversei horas com uma das poucas pessoas que competentemente gerenciam um hotel, e descobri que têm uma consultoria de um “dito especialista” em RM há cerca de dois anos, e há pouco tempo tiveram acesso ao "BAR", eu não pude conter a exclamação não só pelo fato, como por saber que o tal “BAR” implementado não funciona. Implementado com 15 tarifas diferentes, outra Utopia - "BAR" pode variar 20 ou 20.000 vezes por dia depende de inúmeros fatores.
Como se trata de uma rede relativamente grande para os padrões Nacionais, eu disse a ela que disponho de ferramentas para colocar o “BAR” (melhor preço disponível) para toda a rede em menos de 48 Horas (o dado que interessa à diretoria geral pois RM vem de cima para baixo ou não é RM) desde que os dados de que necessito estejam todos centralizados.
Mas em menos de 3 meses eu coloco em funcionamento uma forma de usar o “Best Available Rates”, todos os dias, a todas as horas e para os próximos 2 anos em todos os hotéis administrados pela Administradora. Ou em qualquer empreendimento hoteleiro.
Tanto que o “BAR” é explicado e sai na mão do participante de nosso curso que o Diretor geral disse para a pessoa responsável: “faça funcionar dessa forma a partir de amanhã”
Desejo a estes Senhores assim como a todos os que participaram e participarão de nossos cursos todo o $uce$$o do Mundo e como sabem encontra-se à disposição o já famoso (disk Rui).
Desta vez tivemos presentes a Diretoria geral da empresa e seus gerentes os verdadeiramente interessados e de onde as decisões precisam e devem partir, trata-se de uma ferramenta muito analítica e pouco comercial, porém o departamento comercial precisa saber como colocar o que vem de cima. Foi muito gratificante trabalhar com pessoas instruídas onde foi possível atingir os seus objetivo e deixar em seu poder ferramentas para iniciar não só o trabalho com “BAR” (best availabel rates) –sigla em inglês para - melhor preço disponível – e também entenderam facilmente que é possível e deve ser usual trabalhar com tarifas flexíveis ou flutuantes como quiserem chamar todos os dias e o dia todo, entende-se também que o “BAR” é o melhor preço disponível para o mínimo de rentabilidade que queremos atingir e não é o mercado que o dita e sim a nossa percepção do quanto queremos e podemos otimizar os resultados. Mercado é uma ferramenta para nos servir e não para nos fazer reagir.
Este “BAR” pode e deve ser usado para reservas futuras, sei que o mercado não está acostumado, mas ele não está acostumado porque ninguém disponibiliza isso com seriedade, se essa prática for implementada o mercado logo dá sinais interesse.
É difícil para as pessoas que nunca tiveram esse enfoque que o mercado não provoca reações num gestor que usa a filosofia do Revenue Management, é o gestor que faz o mercado reagir, logo este se transforma exatamente no que é: uma ferramenta para nosso uso e de onde tiramos o nosso sustento. Deve ser muito bem conhecida.
Na última sexta feira 26 passei uma das tardes mais agradáveis de minha vida conversei horas com uma das poucas pessoas que competentemente gerenciam um hotel, e descobri que têm uma consultoria de um “dito especialista” em RM há cerca de dois anos, e há pouco tempo tiveram acesso ao "BAR", eu não pude conter a exclamação não só pelo fato, como por saber que o tal “BAR” implementado não funciona. Implementado com 15 tarifas diferentes, outra Utopia - "BAR" pode variar 20 ou 20.000 vezes por dia depende de inúmeros fatores.
Como se trata de uma rede relativamente grande para os padrões Nacionais, eu disse a ela que disponho de ferramentas para colocar o “BAR” (melhor preço disponível) para toda a rede em menos de 48 Horas (o dado que interessa à diretoria geral pois RM vem de cima para baixo ou não é RM) desde que os dados de que necessito estejam todos centralizados.
Mas em menos de 3 meses eu coloco em funcionamento uma forma de usar o “Best Available Rates”, todos os dias, a todas as horas e para os próximos 2 anos em todos os hotéis administrados pela Administradora. Ou em qualquer empreendimento hoteleiro.
Tanto que o “BAR” é explicado e sai na mão do participante de nosso curso que o Diretor geral disse para a pessoa responsável: “faça funcionar dessa forma a partir de amanhã”
Desejo a estes Senhores assim como a todos os que participaram e participarão de nossos cursos todo o $uce$$o do Mundo e como sabem encontra-se à disposição o já famoso (disk Rui).
E o executivo from Rui Ventura
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domingo, 21 de setembro de 2014
Os cursos em Aracaju - SE
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quinta-feira, 20 de março de 2014
REVENUE MANAGEMENT - Tour Brasil
O que é Revenue Management: e deparamo-nos com aquela “lenga lenga” – é a arte de Vender:
O produto certo
Ao cliente certo
Na hora certa
Pelo preço certo
Pelo canal certo
Então já que eu sou o cliente, e a hotelaria tem um enfoque tridimensional quero pagar pelo hotel escolhido R$: 100,00 na diária. Na maioria dos casos vão me dizer que isso não paga os custos, claro que eu vou perguntar e qual é o seu custo e essa conversa vai se estender até a pessoa entender que tudo o que ela acha que sabe, é pouco e tem uma validade muito relativa. E normalmente não leva aos lucros desejados quando leva a algum.
Vamos então entender Revenue Management é:
A arte do posicionamento estratégico, maximizando lucros com base nas previsões de demanda otimizando resultados fundamentados em cálculos econômicos e financeiros e de disponibilidade que deve ser adotado por inteiro em todo e qualquer Hotel, ou empresa onde a implantação do Revenue Management possa ser implementado.
Para a implementação do sistema há algumas características que as empresas precisam ter e são estas:
Capacidade Finita – Estoques perecíveis – Micro segmentos de mercado – Procura variável e inserta – Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo – e Baixas razões custos fixos X custos variáveis.
Fica então fácil perceber que é tudo um pouco mais complexo que uma simples formula comercial.
A quem interessa uma especialização e aperfeiçoamento em RM – Investidores, Diretores e proprietários, gerentes gerais, e todos aqueles cuja palavra final é decisiva, ou seja, as pessoas com poder de decisão.
A quem o RM não interessa: - As pessoas que não tomam decisões.
Como Revenue Management é uma filosofia de gestão, que não deixa margens para enganos ou prejuízos, não comtempla surpresas, é uma Filosofia que engloba todo o staff da empresa onde foi ou está sendo implementado. É por isso que é primordial a presença de Diretores em nossos cursos quando estes participam diretamente da gestão e Gerentes Gerais, ultimamente tenho ouvido cada vez mais nos cursos que ministramos: “mas quem devia estar aqui era o meu diretor”, eu diria (eles também).
Outra das grandes vantagens da filosofia de Revenue Management é que ela não só cria como retém talentos. E por fim, quando a Filosofia é bem implementada, o gestores não precisam se preocupar com concorrentes ou com o que o mercado vai fazer pois o Gestor baseado em Revenue Management não reage aos mercados, são os mercados que nos servem. Ou seja, nós somos os Senhores da situação.
Aprimore-se saiba onde nossos próximos cursos acontecem e faça sua inscrição.
Estaremos em Uberlândia nos dias 14 e 15 de Abril e em Fortaleza nos dias 16 e 17
O Nosso Último Curso
|
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Unknown
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07:42
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sábado, 2 de novembro de 2013
Revenue Mangement Tour Brasil - Porto Alegre e FOZ e FORTALEZA
sábado, 26 de janeiro de 2013
O IGH - UMA REALIDADE
Em São Paulo conforme e no local amplamente divulgado tivemos o Primeiro Curso de Gestão de Restaurante fundamentada no Revenue Management com Presenças Ilustres do Mercado de Hotelaria de Luxo Nacional. E Lançamos a nossa NOVA MARCA PARA CURSOS EM GESTÃO E PREPARAÇÃO PARA HOTELARIA - IGH - Instituto de Gestão Hoteleira
De São Paulo ainda seguindo o cronograma previamente anunciado, voamos para BHZ onde ministramos o já tradicional curso de Revenue Management para Gestores, o Curso que Capacita o Gestor a ter resultados surpreendentemente superiores sempre que as técnicas forem seguidas. Um turma fechada, assim quem diz quem vai é o contratante.Cristina, Rodrigo, Wellington - Obrigado pela vossa presença e claro, sabem pois isso eu disse pessoalmente que podem contar comigo. Até breve. Só que desta vez com: Revenue Management, Gestão de Restaurantes fundamentada no Revenue Management, e Excelência no Atendimento 3 cursos que invariavelmente nos tomarão de 18 a 20 Horas. Sucesso Turminha.
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REVENUE MANAGEMENT
terça-feira, 27 de novembro de 2012
O Revenue Management E seus passos
É muito natural que em um País
onde o Revenue Management está engatinhando isso não seja conhecido, mas como
diz um “filosofo” amigo “desconhecemos até aprender”.
Sou consultado a miúde por
hoteleiros que querem conhecer e se especializar, e argumentam: “agora começa a
temporada, fica difícil”. Deixa-me perguntar: Difícil para que?
Todo e qualquer sistema de
Revenue Management tem a mesma iniciação e ele jamais funcionará corretamente
se não iniciar como deve. E inicia-se com uma matriz simples de Benchmarking.
O Segundo passo para a
implantação que com o tempo se vê que é de extrema importância depende de
Gente, ou seja, quanto mais pessoas você tiver no seu Hotel, mais consistente e
autêntico será o seu sistema, e, por conseguinte sua fundamentação.
No que demanda hoje o Curso de
Revenue Management: 10 a 11hrs. Se formos fazer o curso baseado no Livro o que
é mais interessante e instrutivo, há como tirar muito mais dúvidas, isso
demanda os dois instrutores e podemos ministra-lo em até 14 a 16 horas
dependendo do nível de interação dos participantes.
Em tese Revenue Management é
acima de tudo uma filosofia de gestão, temos que ter o que gerir para entender
e viver o sistema.
De qualquer forma e por ser mais prático e produtivo aguardo-O no Curso do Lançamento do Livro. Com direito ao mesmo pois tratar-se-á de um instrumento inseparável de consulta e estudo.
domingo, 11 de novembro de 2012
SEGURANÇA E HOTELARIA
http://goo.gl/JB8pZ
É uma notícia no jornal Online O Dia http://odia.ig.com.br e A QI profissionais
trouxe e muito acertadamente este caso para os debates no LinkedIn, só que a
exposição se inicia fazendo uma referência à falta de investimento em segurança
pelos Hotéis. Não sou contra, e em administração de Hotéis grandes e aqui eu
falo acima de 300 apartamentos há sempre um departamento de segurança e este se
faz necessário, ou pelo menos sempre tive, porém sem ostentação, quase sem
serem percebidos pelos senhores hospedes, senão tornam-se inconvenientes e despropositais,
principalmente com a facilidade de monitoramento eletrônico que temos hoje em
dia. A “tónica” é DISCRIÇÃO e a Máxima A SEGURANÇA. Tive notícia recente de um
HTL em Curitiba que comunicou a uma empresa que tinha ali hospedadas pessoas
que vieram para treinamento a estada de sete pessoas estranhas ao local que
visitaram determinado apartamento, e mais, eles identificaram todos os que
entraram sem estar hospedados, pois segundo consta dois não subiram porque não
quiseram apresentara identidade, ou seja, isto é SEGURANÇA. Esta é a verdadeira
segurança que precisamos e devemos ter na Hotelaria proveniente de
recepcionistas e mensageiros REALMENTE PROFISSIONAIS, cientes de suas
obrigações e das reais responsabilidades de seus cargos.
Por força das circunstâncias
viajo bastante e sempre faço alguns testes pelo menos no primeiro dia e nos
turnos onde ainda não me conheceram, e posso afirmar a falta de segurança da
Hotelaria Nacional, eu diria a facilidade de se passar para dentro do Hotel sem
ser interpelado por ninguém, chega a ser assustadora.
Assim como é gratificante você
chegar à recepção de um Hotel onde você nunca esteve – em uma cidade onde você
nunca foi visto, e o Gerente de recepção te tratar pelo nome. E ao ver minha
cara de espanto ele corrigir: “Não Sr. Rui eu acompanho tudo o que o Senhor diz
e escreve em todas as redes sociais e blogs”, pois é acreditem, isso também é
bom, e não se trata de elogiar o profissional por eu me ter sentido bem, mas se
ele sabe quem eu sou o mínimo a fazer é me tratar pelo nome.
Mas enquanto não se
conscientizarem, da necessidade total e absoluta de profissionalizar a mão de
obra que teem, acreditem todos estes acontecimentos desagradáveis vão continuar
e até piorar. Imaginem os doze dias da Copa do Mundo.
Bem nem imaginam, porque eu
também prefiro não imaginar – Prefiro recomendar contratem consultorias conscientes
e realmente dadas por profissionais feitos na hotelaria e tornem vossos empreendimentos muito mais rentáveis e SEGUROS.
SUCE$$O.
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terça-feira, 17 de julho de 2012
PORTO ALEGRE Curso de Revenue Management
Terminamos mais um curso de Revenue Management novamente em Porto Alegre e o que eu começo a ver como um drama pela falta de conhecimento de hoteleiros e chefias mostra-se cada vez mais constante, as pessoas enviadas para os cursos, entendem e isso nos dá imensa satisfação, mas entendem também a complexidade do Revenue Management e se esbarram todos com o mesmo problema em menor ou maior escala, ou seja, não podemos colocar em prática isso não é de nossa alçada.
Explico que Revenue Management, não são uma coleção de tabelas flexíveis, ou meia dúzia de orçamentos ou planejamentos ainda que a longo prazo, Revenue Management é alta e eficiente administração hoteleira, tem por base a “antecipação às oscilações de mercado, maximizar lucros, tendo por base a demanda de mercados as previsões e otimização de resultados, com base em cálculos econômicos e financeiros e de inventários.”.
Hoje nosso curso abrange todas as receitas expressivas e efetivamente as pessoas ligadas à área comercial entendem em determinado momento que para usarem essas vantagens precisam de um suporte que está longe de sua alçada.
Aos participantes do curso de Porto Alegre o meu muito obrigado por me terem aturado durante quase 11 horas, espero que tenham aproveitado e possam colocar em prática tudo o que aprenderam. A Vocês o meu melhor Muito Obrigado pela participação.
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REVENUE MANAGEMENT
sábado, 30 de junho de 2012
Aos Participantes do Curso de 29Junho GRU
Mais uma vez fomos premiados, fui brindado com uma turma especial, de profissionais interessados, participativos e ficamos em sala 10Hrs, isso foi maravilhoso.
Ali havia como diz um amigo meu mais de 70 Anos de hotelaria, claro que estou emprestando os meus 37 rsrsrs, é monumental o interesse dos que abraçam de fato a profissão o interesse latente e continuo, pelo saber, a visão de que as coisas “mudam” e precisam aprender coisas novas, mas principalmente no curso de ontem no Sables Hotel em Guarulhos havia a sede de saber como se faz para atingir metas que empresários e pseudo consultores impõem sem no entanto ter o conhecimento e a capacidade de informar como se chega lá, ou se isso sequer é possível. Isso porque os primeiros são investidores e não há realmente a necessidade de saberem, mas deviam ter mais cuidado ao se assessorarem e escolher pessoas com conhecimento profundo da área e do mercado não os “ditos consultores” que “ouviram o galo cantar e não sabem de onde” o consultor quando faz um pedido ou estipula uma meta precisa: 1º saber se esta é tangível, - 2º estar preparado para explicar como isto se faz, mas infelizmente andam por esse mercado os famosos “Q I “ – eles são consultores por interesse ou indicação de outro alguém, usam ternos bonitinhos e às vezes até colete, precisam se enfeitar por fora já que lá dentro pouco ou nada existe.
Quanto mais cursos, dou mais gratificante fica descobrir a consciência que vem se formando, mais aprendo e cada vez mais descubro que os que deveriam participar, estão muito ocupados fazendo nada, ou achando, sabe Deus lá o que, pois é tudo o que sabem fazer.
Mas em especial aos participantes do curso do dia 29 de Junho em Guarulhos, muito obrigado pela vossa presença e participação e principalmente pela forma inteligente e interessada como colocaram vossas questões. A todos o Meu abraço e o desejo de permanente SUCESSO que além de merecerem estão fazendo por ele.
Como dizia um grande empresário: “Quanto mais trabalho mais sorte tenho” mãos à obra amigos, de posse do conhecimento passem para a ação.
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REVENUE MANAGEMENT
segunda-feira, 11 de junho de 2012
O Revenue Management e suas distorções. Ou não...
Nas minhas pesquisas e no tentar entender. Ao que é que se chamava de Revenue Management aqui pelo nosso Brasil descobri as resposta para algumas perguntas a primeira delas foi de onde veio o “Revenue Manager” embora eu sempre acha-se que se tratava e um gestor de canais online (e trata) e de reconhecer seu valor, eu queria conhecer o porquê esse cargo aparecia, já que aprendi na faculdade e pratiquei durante 30 anos que o Revenue Management é parte integrante e responsabilidade total de um Gerente Geral, um Diretor Operacional ou um diretor geral. ( O Gráfico mostra Hoteis gerenciados e Assessorados por mim com implementação e operação de RM Genuíno)
Descobri então, que os “sistemas de Revenue Management” automatizados se intitulam “XXX” Revenue Management Sistems”. (Embora não passem de ferramentas, se passam por sistemas)
Visto por esse ângulo o operador seria o Revenue Manager.
Tudo isso está correto não nos deparássemos com um problema que, a falta de conhecimento de uns, se transforma em oportunidade de outros.
Esses sites com o nome de RMS não são Revenue Management Sistems e sim poderosas ferramentas online que facilitam alguns dos dados necessários para a informação necessária ao real sistema. O Revenue Management. Gerenciamento de Receitas, no Brasil de Hoje, se “gerenciam” diárias, me digam: Restaurante – Eventos – Convenções – Bares – Boites - Fast foods - Churrascarias – Frigobar, etc. Não geram receita? Então entendam que estão-se vendendo ferramentas que auxiliam na gestão de uma receita. Nunca em mais de 20 anos de gestão administrei um Hotel no vermelho nem qualquer um de seus setores. Mas isso é a prática de Revenue Management real e plena. Por isso Implantamos:
Senão Vejamos:
Revenue Management = Gerenciamento de receitas, o que uma empresa precisa para poder implantar um sistema de RM?
• Capacidade finita (por exemplo, um hotel tem um determinado número de apartamentos disponíveis para vender);
• Stocks perecíveis (no caso de um hotel os quartos não vendidos em determinado dia não podem ser aprovisionados);
• Micro segmentos de mercado: - Mercados com diferentes sensibilidades ao preço;
• Procura variável e incerta;
• Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo;
• Baixas razões custos variáveis X custos fixos.
Um programa de gestão de receitas para ser bem implementado e ter sucesso deve ser baseado sempre e só em preços de venda.
Reparem os sistemas que estão no mercado e as pessoas que dizem praticar o RM fazem-no apenas e tão somente com os preços de Diárias, e como será que eles determinaram o preço de venda?
Porque não fazer com todos os valores, já que hotéis há que, quando devidamente gerenciados chegam a ter maior receita em todos os outros pontos de venda que na diária propriamente dita. Alguém já leu ou conhece o Unique de SP, não, não é uma exceção é a figura de uma administração Hoteleira consciente ISSO SIM.
· Isto posto pergunto: Porque RM pela metade. Porque é isso que está no mercado e não conhecem o sistema e sim uma, de dezenas, apenas uma ferramenta. Por favor, não se enganem: Revenue Management é por si só o inicio e o fim de toda a Política / Modelo de negócio Hoteleiro e como tudo tem um início, mas neste caso não tem fim.
Não acreditem em milagres, mas o Revenue Management Bem implementado chega a parecer milagre para quem não conhece o sistema.
Nós disponibilizamos uma apostila para quem quiser iniciar de forma consciente, e promovemos a pedido cursos presenciais. Aguardem em breve Novidades para viabilização do sistema para qualquer tipo de Hotel pousada ou Hospedaria que aceite reservas via Site.
A Partir dos cursos iniciados em Junho, e a pedido de alguns Hoteleiros passamos a formatar nosso curso visando Diárias (o que até agora chamavam de RM) Restaurante eventos e empresas de organização de eventos. A partir desta explanação fica simples, nada em Revenue Management é fácil já que é um processo sem fim, implementar o sistema para todo o Hotel e principalmente Administrar com gráficos sempre crescentes.
Agora cabe ao Senhor empresário, ao Gestor, e aos presidentes e diretores gerais de grupos hoteleiros entender e escolher o que desejam para seus Hotéis, Ferramentas que ajudam a ajustar diárias ao mercado mas que não são realmente necessárias, ou o conhecimento para implantar seus sistemas e de posse do conhecimento e dos sistemas escolher o que deve ou não ser adquirido.
Além da apostila onde aparecem efetivamente subsídios para entender e iniciar a implantação de um sistema, promovemos cursos presenciais, treinamentos In Company e Palestras de esclarecimento.
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