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quarta-feira, 22 de março de 2017

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Em Aracaju - Outra meta cumprida

O IGH - Instituto de Gestão Hoteleira terminou na última sexta-feira mais uma etapa do seu tour Brasil com o Curso de Revenue Management e Gestão de Operações, desta vez em Aracaju a bela Capital Sergipana. Nesta data deixamos como certa a data de 27 a 29 de Março uma nova data, desta vez para o curso de SALVADOR a capital Baiana que há uns tempos vem perguntando sobre essa possibilidade. Em breve teremos o Banner com informação do Hotel onde será realizado assim como todas as informações para inscrição.
Aqui, tivemos a participação do público alvo do Autêntico Revenue Management - Investidores, donos de Hotel, Diretores, Gerentes Gerais, Assistentes e Gerentes comerciais com aspiração ascendente. A essa turma atenta e conhecedora o meu muito obrigado pela vossa presença e interação.
Nos dias 14 e 15 estaremos em Brasília - DF e 17 e 18 em JATAÍ no GOIÁS.
Dias 20 & 21 será a vez de SP.

sábado, 1 de junho de 2013

Produtividade Terceirização ou Despreparo

É de domínio publico a falta de UH’s (apartamentos) nos hotéis, principalmente nas grandes capitais e como se isso não fosse suficiente ainda nos deparamos com serviços que cada vez mais vão deixando a desejar. Parte disso se deve ainda há cultura do Brasileiro de não se programar, o que dificulta para ambas as partes: O Cliente que paga mais caro pela falta de planejamento o empresário porque não tem dados para se programar, e embute nos preços essa possível perda.

Ao contrário do que se diz por aí o Brasil tem alta produtividade na Hotelaria, pois encontramos hotéis com 200 UH’s serviço irrepreensível em todo o empreendimento onde temos 5 (cinco) recepcionistas e 7 camareiras uma supervisora e uma Governanta, claro que falamos aqui apenas de 2 departamentos da área de hospedagem.

Então não há pouca produtividade, há ineficiência e insuficiência de mão de obra, mas há profissionais que treinam seis subordinados e principalmente transformam funcionários em colaboradores, este é o grande segredo e estes têm produtividade.

A Hotelaria Nacional tem cada faz mais falta de mão de Obra e isso diminui sua produtividade, mas os que compreendem isso a tempo e treinam e valorizam seus colaboradores, não têm esse problema.

Há quem apresente uma equação que eu me atrevo a contestar: “Baixa produtividade gera demanda mais contratações e aumento de custos”.  Contratar mais gente desqualificada para resolver um problema de falta de qualificação é Utópico, logo comparar isto com uma atitude empresarial chega a ser ofensivo.

É mais barato e muito mais eficiente qualificar e fidelizar seu corpo de colaboradores. E nisso a Águia Consultoria e a SN Hotelaria, também são especialistas. Quantidade não é e nunca será sinônimo de qualidade e muito menos de produtividade.

É certo que existe a pratica de contratação de trabalhadores temporários em empreendimentos de alta sazonalidade, fizemos consultorias em grandes empreendimentos com esse perfil, e hoje eles não usam mais essa prática e fazem parte da lista de grandes resortes altamente rentáveis e sem sentir a sazonalidade, fazem mais de dois anos que ali não vou, mas vou dizer-lhes apenas uma coisa – passeie pelas dependências do local – todo o funcionário por quem passar vai cumprimenta-lo com cordialidade e agradecer-lhe por estar ali. Isso é apenas um detalhe.

Embora em hospitalidade os funcionários temporários seja uma mão de obra que dificulta e faz cair o padrão, e, portanto ser uma prática negativa, quando não se sabe lidar com a sazonalidade e transformá-la em aleado passa a tratar-se de um mal necessário.
Não precisamos nem dizer que a falta de qualificação da mão de obro afeta diretamente a rentabilidade.

Estão todos familiarizados com minhas postagens falando de Revenue Management e Hotelaria, em que pese ele deve ser usado em todas as áreas da hotelaria além de mais um sem número de empresas. Porém como viemos falar de mão de obra sem especialização e seus resultados, vou falar hoje um pouco sobre restaurantes, que além de serem terceirizados pelos pseudo-hoteleiros sofrem mais com a rotatividade e falta de especialização, tanto os de estabelecimentos hoteleiros com os particulares ou de grupos.
Não tão raramente consultam-nos (e isso acontece quando a “água chega ao pescoço”) donos ou empresários do ramo de restaurante com uma queixa do tipo: há seis meses eu faturava três vezes mais do que hoje e o meu cardápio é o mesmo os meus garçons são bons, meu cozinheiro não mudou... etc.

Para que alguma coisa mude para si, é fundamental que essa mudança parta de Si. 
Ou seja, somos responsáveis por tudo o que nos acontece. Esta é a verdade.

Se tudo está como há três meses menos o movimento, porque você não muda. Aqui o problema não é o mudar, e sim o COMO mudar.

É do conhecimento de todo o restauranteur que a coluna vertebral do seu negócio é o cardápio. Quando se pretende construir um restaurante primeiro e logo depois de todas as pesquisas necessárias vamos determinar o cardápio.

Mas aqui eu já ouvi tudo está igual. Deixe-me dizer, salvo raras exceções e regiões e casas em que isso muda, o cardápio imutável é o primeiro passo para o fracasso de uma casa, e eu poderia escrever uma dúzia de paginas com os motivos porque isso acontece.

Então precisamos variá-lo, aqui mais uma vez não é o que você faz que será importante, o que é realmente importante é o COMO se faz, e o porquê é assim que se faz.

Os funcionários são bons, e será que têm alta rotatividade. Isso é altamente negativo quando se trata de serviço. Logo faça como eu sempre digo mantenha seus funcionários e transforme-os em colaboradores, compromissados e comprometidos com a sua causa.

A minha cozinha é a mesma: Que bom, e não demita ninguém, isso não é solução, converse e reorganize o que existe.
Precisa atender a uma série de fatores:
1)   O que seu cliente prefere;
2)   O tempo que seu cliente espera pelo que pede;
3)   O conhecimento dos pratos por parte de quem apresenta o cardápio;
4)   O treinamento específico de vendas direcionadas para todo o pessoal.
Eles precisam ser confundidos, quero com isso dizer que sejam 1 ou 100, o seu cliente tem que achar que é sempre o mesmo. Uniformidade e padronização de serviços.

Todas estas nuances têm o COMO ser feitas, não se faz por fazer e o problema não se resolve demitindo, ou culpando.

Um dos segredos para o sucesso de qualquer empreendimento é não se perder tempo procurando culpados, e sim estar sempre na frente com as soluções sobre o que poderá acontecer.

Isso invariavelmente o leva a participar de uma estatística muito interessante, 95% das coisas que o preocupam não acontecem, e isso porque como já a previmos e temos as soluções elas nunca chegam a acontecer, assim somos parte dos 5% restantes o que é ALTAMENTE RENTÁVEL.

Precisamos ainda alertar para a diferença entre o consultor, e o desempregado que vai dar consultoria, este segundo muitas vezes é representante de equipamentos e maquinários e está ali só para vendê-los. Um dia destes fui chamado por um conhecido que me pediu um favor, ele havia tido no restaurante um consultor, de uma das empresas que mais publicidade sobre isso faz no Brasil, e este havia-lhe vendido um forno combinado, sob a alegação de que o forno economizaria 3 cozinheiros – Consultor com um nome grande por trás o restauranteur nem pensou duas vezes comprou o forno e pagou, depois de instalá-lo chamou-me com uma grande preocupação: “Rui, o cara disse que eu substituía 3 cozinheiros e na hora eu não pensei, mas eu só tenho três, esta coisa funciona sozinha”. 

Não, não é piada, é um desempregado com bom papo que se inscreve, vira consultor usa uma marca que se deveria preservar, e envergonha a classe.

Expliquei ao empresário que ele não precisava demitir ninguém, mas teria muitas vantagens com o novo equipamento, agilidade no despacho dos pratos cocção de vários tipos de produtos num mesmo tempo etc. No entanto até hoje esse senhor não compra mais nada sem me chamar para saber qual é a verdade do que estão lhe vendendo. Cuidado, com as dificuldades do mercado, cada vez mais temos incompetentes se passando por consultores.

Tanto hotéis como restaurantes churrascarias e todos os tipos de casa que serão beneficiados pelos grandes eventos que se aproximam, não precisam de grandes investimentos para se adequar. O que realmente precisam é de qualificar e fidelizar mão de obra. Em que pese o que se diz por aí e eu já ouvi muitos “empresários” dizer: “sai um tem três aí que querem trabalhar”, primeiro que desses três a maioria não que trabalho que emprego e eles nem entenderam ainda que é isso que lhes está tirando a rentabilidade.

Faça não só o que tem que ser feito, mas principalmente COMO precisa ser feito.
Invista em suas lideranças. Capacite-as

Tenha controle total sobre sua gestão sem ser centralizador. Costumo dizer do gestor nasce tudo, por ele é tudo distribuído e tudo volta a Ele.

Isso faz com que todos tenham suas obrigações bem definidas, não sejam dependentes da liderança, mas se habituam a dar opinião do que se passou, assim com o tempo livre para pensar e planejar fazemos com que toda a “maquina caminha por suas próprias pernas” e o que é mais importante o staff envolvido se sente útil, importante, proativo. Isso se traduz, não só em lucro, mas o que é muito mais importante e no que realmente somos especialistas RENTEBILIDADE - Parabéns você conseguiu.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O Revenue Management e suas distorções. Ou não...


Nas minhas pesquisas e no tentar entender. Ao que é que se chamava de Revenue Management aqui pelo nosso Brasil descobri as resposta para algumas perguntas a primeira delas foi de onde veio o “Revenue Manager” embora eu sempre acha-se que se tratava e um gestor de canais online (e trata) e de reconhecer seu valor, eu queria conhecer o porquê esse cargo aparecia, já que aprendi na faculdade e pratiquei durante 30 anos que o Revenue Management é parte integrante e responsabilidade total de um Gerente Geral, um Diretor Operacional ou um diretor geral. ( O Gráfico mostra Hoteis gerenciados e Assessorados por mim com implementação e operação de RM Genuíno)
Descobri então, que os “sistemas de Revenue Management” automatizados se intitulam “XXX” Revenue Management Sistems”. (Embora não passem de ferramentas, se passam por sistemas)

Visto por esse ângulo o operador seria o Revenue Manager.

Tudo isso está correto não nos deparássemos com um problema que, a falta de conhecimento de uns, se transforma em oportunidade de outros.
Esses sites com o nome de RMS não são Revenue Management Sistems e sim poderosas ferramentas online que facilitam alguns dos dados necessários para a informação necessária ao real sistema. O Revenue Management. Gerenciamento de Receitas, no Brasil de Hoje, se “gerenciam” diárias, me digam: Restaurante – Eventos – Convenções – Bares – Boites - Fast foods - Churrascarias – Frigobar, etc. Não geram receita? Então entendam que estão-se vendendo ferramentas que auxiliam na gestão de uma receita. Nunca em mais de 20 anos de gestão administrei um Hotel no vermelho nem qualquer um de seus setores. Mas isso é a prática de Revenue Management real e plena. Por isso Implantamos:

Senão Vejamos:
Revenue Management = Gerenciamento de receitas, o que uma empresa precisa para poder implantar um sistema de RM?

 • Capacidade finita (por exemplo, um hotel tem um determinado número de apartamentos disponíveis para vender);

Stocks perecíveis (no caso de um hotel os quartos não vendidos em determinado dia não podem ser aprovisionados);

Micro segmentos de mercado: - Mercados com diferentes sensibilidades ao preço;

Procura variável e incerta;

Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo;

Baixas razões custos variáveis X custos fixos.

Um programa de gestão de receitas para ser bem implementado e ter sucesso deve ser baseado sempre e só em preços de venda.
Reparem os sistemas que estão no mercado e as pessoas que dizem praticar o RM fazem-no apenas e tão somente com os preços de Diárias, e como será que eles determinaram o preço de venda?
Porque não fazer com todos os valores, já que hotéis há que, quando devidamente gerenciados chegam a ter maior receita em todos os outros pontos de venda que na diária propriamente dita. Alguém já leu ou conhece o Unique de SP, não, não é uma exceção é a figura de uma administração Hoteleira consciente ISSO SIM.
·         Isto posto pergunto: Porque RM pela metade. Porque é isso que está no mercado e não conhecem o sistema e sim uma, de dezenas, apenas uma ferramenta. Por favor, não se enganem: Revenue Management é por si só o inicio e o fim de toda a Política / Modelo de negócio Hoteleiro e como tudo tem um início, mas neste caso não tem fim.
Não acreditem em milagres, mas o Revenue Management Bem implementado chega a parecer milagre para quem não conhece o sistema.
Nós disponibilizamos uma apostila para quem quiser iniciar de forma consciente, e promovemos a pedido cursos presenciais. Aguardem em breve Novidades para viabilização do sistema para qualquer tipo de Hotel pousada ou Hospedaria que aceite reservas via Site.
A Partir dos cursos iniciados em Junho, e a pedido de alguns Hoteleiros passamos a formatar nosso curso visando Diárias (o que até agora chamavam de RM) Restaurante eventos e empresas de organização de eventos. A partir desta explanação fica simples, nada em Revenue Management é fácil já que é um processo sem fim, implementar o sistema para todo o Hotel e principalmente Administrar com gráficos sempre crescentes.



Agora cabe ao Senhor empresário, ao Gestor, e aos presidentes e diretores gerais de grupos hoteleiros entender e escolher o que desejam para seus Hotéis, Ferramentas que ajudam a ajustar diárias ao mercado mas que não são realmente necessárias, ou o conhecimento para implantar seus sistemas e de posse do conhecimento e dos sistemas escolher o que deve ou não ser adquirido.


Além da apostila onde aparecem efetivamente subsídios para entender e iniciar a implantação de um sistema, promovemos cursos presenciais, treinamentos In Company e Palestras de esclarecimento.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

REVENUE MANAGEMENT e Operacionalização

Revenue Management e suas influências na RENTABILIDADE, não só no faturamento.

É muito mais importante conhecer o "porquê" do que o "como".
Em virtude das constantes postagens sobre Revenue Management (gestão de receita) e os comentários por elas originados, resolvi que estava na hora de aproveitar a oportunidade e trazer o assunto à tona principalmente até por respeito às pessoas que já adquiriram nossa apostila sobre o assunto, assim vamos ampliar um pouco os pensamentos sobre todo o sistema. Além de que, embora atualmente em Curitiba, tive oportunidade de ser contatado por hoteleiros do País inteiro talvez graças até às publicações que a “Revista Hotéis” tem feito de alguns de meus artigos sobre o assunto.
Esta seqüência de procedimentos tem me dado a entender o cada vez mais crescente interesse pelo RM. Filosofia de Gestão, altamente profissionalizante e com uma infinidade de possibilidades ainda não totalmente exploradas na maioria dos casos por falta de conhecimento, que é a nossa Gestão de Receitas ou (RM).


Eu realmente não só acredito como disso tenho experiência, que a Gestão de Receitas (RM) pode beneficiar hotéis de qualquer tamanho, desde o menor e porque não a pousada familiar, ao enorme 5 estrelas com milhares de UH e toda a gama de serviço que lhe é inerente, em qualquer lugar do Mundo, e disto não tenho a menor dúvida. Pois trata-se não só de um estado de espírito, mas uma técnica baseada nas ciências exatas. E sim, como exatas, vamos dominá-la já que ela não falha quem falha somos nós e na maioria das vezes por falta de informação e ou boa prática.

A importância de conhecer "Porque".
Há alguns anos, um de meus mentores e até acredito que mais que um não quero ser injusto disse-me que o saber o “porque” (o entendimento) sobre como alguma coisa se faz é muito mais importante do que saber “como” é feito.

Quando sabemos o “porque” dá às pessoas a capacidade de resolver futuros problemas e inovar nas soluções, nos dá a criatividade necessária para criarmos as soluções já que, como gestores, quem nos traga problemas não nos falta. Os que se satisfazem com o simples “como” estão fadados a parar frente a uma dificuldade que apenas se apresentou por um prisma diferente. Então procure sempre que possível os “por quês”.

Os Anos e altas taxas de Ocupação:
Para entender porque a indústria hoteleira Nacional inicia agora o entendimento sobre gestão de receitas, precisamos voltar aos bons tempos, e entender porque um sistema de gestão de receitas não só pode como VAI AJUDAR.

Já se foi o tempo em que a indústria hoteleira era composta de grandes hotéis bem localizados e de empreendimentos menores em periferias de cidades ou ainda que nelas não tivessem a facilidade de concorrer com os Grandes, no meu caso eu tenho que dizer: achavam que não tinham. Não tardou muito que aparecessem novos empreendimentos e até grandes redes trazendo o seu now how e os franchising.


Aconteceu então essa expansão e os “hoteleiros” pouco acostumados com a concorrência à altura passaram a sentir diretamente nos resultados do “bum” hoteleiro do momento, já que ao usuário foram dadas muitas outras opções entre qualidade e preço, levando assim a uma queda rápida nas taxas de ocupação.


Os hotéis, e seus dirigentes viram-se na necessidade de fazer algo, fazer o algo mais e como eu já disse outras vezes partiram para o que parecia se a receita certa. (MAS NÃO É) a diminuição drástica de tarifas, trata-se da conhecida “lei do menor esforço” e não de um ato administrativo positivo.
Com uma maior opção de leitos, era de se esperar que a taxa de ocupação fosse sentir esse efeito, e como reduzir preços não é de forma nenhuma um ato administrativo positivo isso logo foi entendido pelos empresários. Só que, muitos deles nem sequer entendiam o “por que”, já que quando reduzimos preços a taxa de ocupação deveria subir proporcionalmente, o que em regra não acontece. Então temos a diminuição não só de faturamento, mas principalmente, e nisto é que mora o perigo, de rentabilidade.


Nos meses em que os empresários cometeram o “pecado capital” de reduzir enormemente suas tarifas os que tiveram sorte e conseguiram vender um pouco mais de UH com estas novas tarifas, conseguiam na melhor das hipóteses empatar em receitas o que eles não tinham ainda entendido é que esta receita igual ou quase igual à anterior tinha um menor rendimento, ás vezes muito menor. Se precisar eu explico o porquê.
No entanto, é meu dever deixar claro que apenas em casos extraordinariamente excepcionais a redução de tarifas, não é muito desastrosa porque mesmo nos casos em que aparentemente a baixa de tarifa foi compensada pelo aumento de ocupação, no resultado final há com certeza uma drástica redução nos lucros.


Faz-se necessário então Gerenciar estoques e receitas de preferência os dois. Temos então aqui o uso de duas ferramentas que, quando conjugadas são a chave do sucesso incontestável. O Revenue Management (gerenciamento de receitas) é extraordinário se o conjugarmos com o Yield, torna-se um conjunto imbatível administrativamente falando.
Este processo vai criar lucro com um “tripé”: Yield (gerenciamento de stocks, E Revenue Management (Gerenciamento Receitas) Tarifas e Receitas.)  

Vamos sair na Frente e realmente sermos ESPECIALISTAS nesta Ferramenta