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domingo, 3 de setembro de 2017

Não invente desculpas

Pessoalmente não acredito em acasos, sei que no Mundo eu não sou o único, mas eu diria “em casa” porque meu sócio mais irmão que sócio Mário Cezar Nogales também não acredita, isso nos leva a procurar os motivos e fazer tudo o que está ao nosso alcance para trazer as coisas para onde somos pagos para levar – Fazer empreendimentos dar lucro. Quando conheci o Mário ele foi o terceiro até então que não achou meu slogan estranho, mas os outros dois são hoje mais velhos que eu que já tenho 12 ou 13 anos mais que o Mário isso me alegra saber que são poucos mas há uma geração não tão nova que pode levar a Boa Velha e rentável hotelaria do mestre Cezar Ritz avante, sim a hotelaria Dele não dá prejuízo, a menos que, alguém das novas gerações não siga o que Cezar Ritz ensinou.


Reparem no quadro abaixo, meu filho encontrou no Instagram e me enviou:
Reparem que os motivos não são os que se pregam há motivos lógicos e com todo o sentido, pulamos o Netflix, eu acredito que eles se sobrepuseram por imperícia administrativa de outros.

O Uber, hoje um dos ex-melhores mercados do Brasil está de “pantanas” – expressão bem Portuguesa em que dizemos está de “ponta cabeça”. Porém você chega na rodoviária novo Rio e é extorquido pelos motoristas de taxi com aval de sindicatos e das prefeituras no aeroporto não é muito diferente, quem não sabe paga barato R$ 35,00 por uma corrida que no final de Agosto eu paguei R$13,00 e que em horas de muito trafico pagamos até 20,00 com bandeira 2 num taxi trabalhando a Taxímetro, então o Uber entra porque tem espaço para entrar, ninguém gosta de se sentir lesado, o turista não vai ao Rio para ser roubado e muito menos explorado o que se explora é a Indústria do turismo não o turista. 

A mesma corrida de Uber custou R$ 11,75. Há sem desculpas de fracassados – os automóveis que são usados para o UBER pagam mais taxas que os Taxis, e isso foi me contado e devidamente fundamentado por um líder da classe taxista que não concorda com as corridas fora de taxímetro.

A Apple só tapou uma lacuna que a indústria da música criou e então esta perdeu, mas isso era previsível.

Eu digo o tempo todo, escrevo sempre que posso só vamos vencer excedendo na prestação de serviços, as livrarias demitiam porque não tinham clientes e os clientes não vinham porque o atendimento era medíocre e insuficiente eu sou digamos um “rato de livraria” adoro me movimentar ali, mas é bom não precisar de informação.

Airbnb não é hotelaria, é hospedaria dos tempos modernos, ele não afeta hoteleiros de verdade, hotelaria pressupõe, ATENDIMENTO E SERVIÇO.

Mas temos cidades como o Rio de Janeiro onde só nos hoteleiros, não vão conseguir resolver o problema atual, ou seja, ela precisa que algo aconteça primeiro, isto para voltar a ser a cidade Maravilhosa que pode e deve ser visitada, ninguém vai a lugar nenhum seja ele o quanto lindo for tendo como certeza primeira levar um tiro ou se deparar com uma blitz policial onde os integrantes são bandidos e se portam como donos de tudo. Isso é o motivo maior para que a hotelaria carioca retome tempos normais. – O segundo aspecto é a qualificação, Rio de Janeiro tinha uma demanda que nunca mais volta, então é preciso competência conhecimento e determinação para que os hotéis tenham lucratividade. Lucratividade porque sobrava cliente nunca mais voltará, agora os cursos de Revenue Management que andam p elo RJ não serão mais capazes de resolver, porto que RM não é só distribuição e flutuação de tarifas é muito mais complexo que isso é uma ciência econômica de gestão, e esta sim gera resultados positivos em qualquer tempo.

A tecnologia é ótima, mas ela é intuitiva e diz: Sim ou Não, é melhor então um profissional capacitado e atendo para saber ler o que a Tecnologia nos mostra em tempo real.

Não, “não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”.

Vamos qualificar profissionais e entender que não são os mecanismos de reserva de hoje que trazem hospedes e sim o calor humano colocado à disposição deste, se não houver calor humano não haverá hóspede, somente clientes, e estes não sustentam hotéis, hotéis são sustentados pelos Senhores Hóspedes.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Na 43ª ABAV

Participei da 43ª ABAV trabalhando para um de nossos consultados, mais um que acredita tal como nós que as coisas não estão ruins, elas apenas mudaram e precisam de leituras de profissionais que possam como se diz no jargão popular: “Se dar bem” ante o novo quadro.
Existe uma crise, sim ela está aí e não pode ser negada, eu sempre digo precisamos tirar partido disso porque ao termino desta estaremos muito mais fortes e capazes de rentabilizar muito mais, alguns mudarão de negócio.

Conversei com a maioria mais de 70% dos hoteleiros que se fizeram presentes e pasmem ninguém falava em crise, mas em negócios com outras configurações. Um em especial que acompanho há alguns anos não me surpreendeu ao me dar seus dados, desde que a “tal da crise” foi anunciada ele aumentou sua capacidade em 2.000 UHs. KD a crise? Em um bairro do RJ ele passou de 380 para 1500 UHs? Onde está a crise? Vamos entender porque isso foi feito:
e principalmente trata-se de um Hoteleiro de verdade que sabe o que é e como se trabalha Hotelaria, e isso é incontestável;
com a estrutura de que ele dispunha, sempre que a usava e isso era muito comum precisava passar hospedagem para a concorrência, agora ele não passa mais, ou seja, os que ficaram e estão focados na crise têm crise, mas como eu sempre digo cada um faz a sua própria, e particular.

O parque hoteleiro destes empreendedores tem hoje cerca de seis mil UHs. E conversando com eles comentei: simples vocês precisam locar 1800 por dia para manter as portas abertas. A resposta não me surpreendeu, “o senhor conhece gestão hoteleira é isso mesmo”, mas nós nem cogitamos menos de 2000 por dia. Parabéns? Onde está a crise?
Há algo que para o hoteleiro precisa ficar claro, alternativas, pagar comissões para OTAs e portais eletrônicos está completamente fora de cogitação, nem preciso referir que o Hoteleiro de quem falei acima não usa assim como outras poucas grande redes não usam quem repassa comissões acima de 15% está invariavelmente ou tendo prejuízo ou repassando o valor para o Senhor hospede e isso é no mínimo desinteresse pela sua razão de ser o que invariavelmente leva à perca deles.

Mais do que nunca é e se faz necessária a verdadeira filosofia do Revenue Management, não esses truques de distribuição para tempos de “vacas gordas” não valores de “BAR” que levam meses para ser determinados e são em número limitado, estes valores se determinam em 4 horas em qualquer tamanho de empreendimento e não tem limitação, a segmentação de mercados se faz mais necessária que nunca e o saber manipular tarifas é essencial, a falta deste último conhecimento atrai fiscalização regulamentações estúpidas por parte de órgãos governamentais e multas e eu tenho que admitir “É Bem feito” aprenda como se faz, ganhe e não atrapalhe ninguém e principalmente não seja multado.

Ao meu consultado levo muito mais uma visão do que deve e pode ser feito do que novos negócios – as atitudes corretas com foco em otimização de receitas por si só geram todo o incremento necessário para que a crise para ele seja realmente apenas e tão somente uma “marolinha”, o furacão a gente deixa para os outros.
Acreditem não é tempo de reduzir nada é tempo de gestão séria e rentável ou...
“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”.

domingo, 2 de agosto de 2015

Agora os Novos Administrativos voltam a Inventar

Não vejo nada de errado nisso a não ser o fato de não saberem nada sobre o que estão falando, nem determina-lo sabem e para não complicar vou falar só do de restaurantes.
Meu sócio e Amigo está assessorando a abertura de um novo Hotel e me passou a seguinte informação: “Preciso fazer um cardápio cujo preço de venda não ultrapasse o valor entre 30 e 40 reais, este cardápio tem que ter picanha e filet mignon eu disse a ele, não dá. Porque eu estou numa capital e ele numa cidade do interior do RS, logo em seguida ele disse nem esquenta aqui o mais caro é a picanha custa 15 reais o quilo,” eu disse então dá.

Bem hoje picanha decente para eu servir num restaurante sob minha supervisão custa em Curitiba R$: 53,00 o Kg. Antes de limpar. Logo eu não poderia servir isso num prato cujo preço final de venda fosse 40,00, pois o custo ou CMV do insumo extrapolaria em muito o CMV já que este não poderia passar de 11,20 e no caso da Picanha no preço de Curitiba o CMV do insumo passaria muito desse valor. E passaria dele em 18,30% e claro com o valor de venda fixo invariavelmente terminaria no prejuízo.

Pelos números colocados qualquer administrativo mediano ou controler pode descobrir qual o % correto do CMV, esse é o topo pode e se possível deve oscilar dois pontos percentuais para baixo.
Para bebidas o CMV está entre 16 e 18 %.

Mas isto ainda é o de menos, não conheço nenhuma rede Nacional em que os controlers ou Gerentes Administrativos tenham este cálculo correto e devidamente corrigido. Eles simplesmente não fazem porque não sabem e os que acham que sabem não fazem porque dá muito trabalho, e não o sistema não vai te dar o CMV correto isso tem que ser feito com inventários e para isso alguém precisa contar e isso o sistema não faz.

A única forma correta de determinar e ou apurar o CMV é:
Stock- mais compras (Não é sinônimo de Notas fiscais de entrada) – mais requisiçõesMENOS STOK. E isso não se faz pelas notas tem que ser com contagem física, aqui você terá então o valor ou o índice correto do CMV e se souber qual deve ser então decida se está certo ou errado se não sabe. Calma eu posso ensinar, nossas publicações ensinam e os cursostambém.

Agora uma coisa pode ter certeza não só os gestores e controleres que lerem com os empresários que os pagam, quando um responsável por custos diz barbaridades como as que se seguem:

Produto                                                   CUSTO    Margem     Venda
Sanduiche Light - (produção própria)
 R$      3,25
400%
 R$    13,00
Sanduíche de atum - (produção própria)
 R$      2,45
500%
 R$    12,25
Sanduíche de Frango (frio) - (produção própria)
 R$      2,93
500%
 R$    14,65

O quadro acima me diz imediatamente duas coisas – o entendimento sobre custos é absoluta e totalmente nulo. E você amigo leitor pode constatar que o responsável por essa informação também não entende nada sobre margens de lucro para que posse entender isso vou lhe dizer apenas faça a conta o senhor ou senhora mesmo para comprovar; tire de R$: 13,00 – 75% e dos outros dois valores tire ou atribua um desconto de 80% e veja com seus próprios olhos aos números a que chega.

Depois nos deparamos com “hoteleiros” terceirizando restaurantes, isso prejudica o Hotel enormemente, faz com que o empresário perca dinheiro duas vezes e quando dizemos invista em capacitação eles dizem isso é muito caro nem a noção da diferença entre custo e investimento eles conhecem então têm sim que se queixar da crise, mas não podem esquecer que todos somos responsáveis pelos nossos atos e os deles levam ao fechamento.

Treine qualifique capacite e enfrente a real crise atual ganhando menos, porém com a certeza de que quando todos começarem a ganhar 1º você nunca perdeu, apenas ganhava menos 2º você com toda a certeza estará ganhando muito mais que eles, mas essa escolha não é minha.


$UCE$$O.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Gestão Hoteleira bem Fundamentada

Em 2010, exatamente no dia 9 de Fevereiro, eu iniciei os cursos de Revenue Management pelo Brasil, uma Amiga me disse: “rui, não tinha melhor dia para você começar”. – Eu não entendi só depois me toquei que era dia do meu aniversário.
Tudo iniciou porque li, em um dos milhares de blogs da blogosfera um artigo que falava de Revenue Management, misturava-o com Yied e era uma salada sem pés nem cabeça e a compreensão instantânea de que a autora não entendia nada do que estava escrevendo, tinha ouvido o galo cantar e não sabia de onde isso vinha.
Nessa data e pela leitura do artigo eu tive respostas para dezenas de perguntas que me atormentavam, mas a principal era: A maior parte dos colegas (gerentes de Hotel) sabe tanto ou mais do que eu, gerenciam hotéis iguais ou melhores que o meu, têm muito menos rentabilidade que eu? – Ao ler sobre RM no abençoado artigo eu tive as respostas. O Brasil parecia desconhecer este filosofia de Gestão.
A gestão feita por quem conhece, não depende só do seu conhecimento, ela depende, isso sim, DO QUE VOCÊ FAZ COM O SEU CONHECIMENTO, da forma como você o usa e aplica, é isso que faz a diferença, é isso que Administrando Hotéis restaurantes e estabelecimentos afins desde os 19 anos de idade, me permite afirmar: “Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”.
Descobri que se usa o Revenue Management separado de um centro de custos que a maioria dos hotéis não tem e muitos dos gestores não sabem nem como fazer, posto que até me dizem, é impossível mensurar consumo de luz por UH ou de água. Tudo o que você paga, tudo o que custa dinheiro é mensurável. Tudo.
O que as pessoas não sabem é que um processo de RM começa operacionalmente os primeiros 3 passos são operacionais, só a partir do 4º entramos com finança, e outro detalhe, o Revenue Management trabalha sempre e só com preços de venda, mas como você vai vender, ou melhor por quanto você vai vender se não sabe quanto custa, você sabe qual a oscilação do seu preço de custo, sabe a proporção em que isso se dá, e meia dúzia de outras perguntas que 98% dos RM no Brasil não sabem responder, por estarem isolados do Yield Management.
Vamos entender onde nasceu o nosso Revenue Management, pois nosso interesse é hotelaria: em meados da década de 70 a AA-American Airlines, teve grandes problemas financeiros, então seus Diretores de Finanças debruçaram-se sobre intermináveis planilhas de custos para poder chegar ao veredito e descobrir o que poderia ser feito para que se revertesse esse processo de perca eminente. Descobriram nesse processo que se conseguissem uma redução de 5% nos custos teriam um aumento de 3% nos lucros finais.
Em todo este processo estava um sujeito vendo e pensando em tudo isso, pois este seria um processo que além de dificuldades teria uma conotação antissocial para um resultado que seria duvidoso em longo prazo pelo impacto social, este “caladinho” começou a fazer as contas ao contrário, o que aconteceria se ao invés de ficarem com estes três por cento de lucro eles enxugassem custos sem o impacto social e maximizassem suas vendas em 5% num total de todos os seus mercados e produtos, e o cálculo deixou claro que o lucro neste caso passaria de 3% para algo entre 20 e 50%. (Mesmo depois destes estudos ainda tem gente que fala em redução de custos, mas tá).
Nasceu aqui o Revenue Management, ou Gerenciamento de Receitas, ele partiu de estudos de e em Yield.
Como devem ter percebido tudo começou com planilhas de custos. É a este processo o de gerenciamento de custos se dá o nome de YIELD (custos, rendimentos), é o Yield Management que foi implementado e teve seu inicio recente com a administração científica de Taylor e Fayol. O Revenue Management que usamos data da década de 70 e a primeira empresa hoteleira a praticá-lo foi a Marriott, posto que no processo da AA havia uma pessoa ligada à empresa hoteleira que ao entender o processo implementou-o.
Quando você faz como se vê por aí, e tem um Revenue Manager com autonomia tem frequentemente o quadro abaixo:
REVPAR
Em sã consciência, alguém pode culpar o Revenue Manager de estar errado? Bem se traduzirmos ao pé da letra e fizermos como é da moda, o Revenue Manager tem autonomia, não pode ser recriminado, a Receita, que ele (seria) responsável por gerenciar, está ótima, mas como não há a integração correta o empreendimento dá prejuízo, e isso não é, nem raro, nem um caso isolado. Neste empreendimento não havia desvios.
Tarifas flutuantes. Há pessoas, “consultores” que predeterminam tarifa flutuante. Vamos dar o nome certo, a tarifa é dinâmica e muda à hora e na hora que se fizer necessário e não previamente determinada, o processo leva alguns segundos. Ela pode ser de 120,00 e de 1.200,00 no mesmo dia, claro que isso precisa estar: 1) fundamentado 2) dentro da lei, não vamos atrair fiscalizações desnecessárias.
Vamos entender o que é Revenue Management, eu explico no curso, mas li um destes dias num artigo escrito por um competente gestor e achei o máximo, por ser verdade, uma simples e grande verdade: “É a arte de melhor maximizar resultados em qualquer tipo de administração em que possa ser implementado.” E isso é apenas e tão somente – verdadeiro.
O maior problema é que Revenue Management não é para todos, pois que ele é:
Uma Cultura (envolve toda a empresa);
Uma filosofia de Gestão (não algo isolado);
É estatística e matemática (tudo é mensurável e tem que ser);
É uma prática diária e continua (todos os dias há pequenas rotinas a seguir);
É muito analítico e pouco comercial (o departamento comercial é o maior beneficiário);
É pragmatismo e assertividade (Nós não reagimos aos mercados eles trabalham para nós);
Paralelo a esse quadro temos algumas características indispensáveis à implementação desta filosofia de Gestão, mas todos os empreendimentos ligados à hotelaria têm essas características, então a filosofia mais lucrativa para nossa gestão é a do Revenue Management pleno indiscutivelmente.

Além da hotelaria, podem beneficiar-se desta filosofia:

Companhias aéreas (onde nasceu) – Locadoras de Veículos – Empresas de Eventos – frigoríficos – fábricas de massas e biscoitos – fabricas de manufatura, Etc.

Nossos próximos cursos são: –

São Paulo 29.07
Jaraguá do Sul - 31.07

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Revenue Management para Todos/ Desde que bem fundamentado


Como eu digo sempre - Conhecimento e uma boa planilha de Excel, Mas precisamos do Conhecimento. Eu falar disso é quase intuitivo pois há 42 anos nunca usei outro sistema, não havia computadores pessoais, não havia Excel, não havia smatfones. Mas fazia-se necessário o CONHECIMENTO
e sem este, desculpem mas não há sistema que rentabilize nem com nem sem RM Precisamos conhecer COMO FAZER NA MÃO e É SIM POSSÍVEL. -

Exemplo: Há 30 anos uma bic cristal e algumas folhas de papel quadriculado, conhecimento e muito trabalho. http://goo.gl/jBRJn2

Um outro grande detalhe. Em que pese seja quem for que diga o contrário eu vou fundamentar o desmentido. Não há no mercado pelo menos entre os sistemas de gestão conhecidos NENHUM que possa desenvolver o Revenue Management, isso porque esta Filosofia de gestão que na ponta final trabalha sempre e só com preços de venda,  tem 10 passos fundamentais para sua implementação e os três primeiros não envolvem números, melhor envolvem informações que em alguns casos se transformam em números.

e estas informações não constam totalmente dos sistemas de gerenciamento embora possam constar. Depois temos os outros passos até ao 8 e estes envolvel centros de Custos e muitas análises financeiras, são estas que depois nos dão o preços de venda. E é por isso também que em Hotéis grandes e aqui começo de 300 UHS para cima há casos em que o "BAR" muda 200 vezes por dia e isso quando é feito com consciência não leva com todas as alterações somadas mais de 30 Minutos. Quando comecei precisava fazer 2 operações mas usava uma calculadora comum, hoje preciso alterar o dado de uma planilha de Excel - mas dos sistemas de gestão que há no mercado MEMHUM que eu tenha visto até hoje faz isso.


SN Hotelaria Consultoria Especializada: Revenue Management para Todos: Grande parte dos gestores e proprietários acredita que o Revenue Management seja para poucos ou que seja uma modinha atual, depois deste ar...

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O Turismo e Oportunidades a Realizar

CEO - Águia Consultoria
Consultoria Hoteleira Plena
Revenue Management
O Senhor Antoninho Marmo Trevisan teve publicado um artigo na revista Hotéis que eu não poderia deixar de comentar, porém ficou longo e acabou se tornando numa postagem.
Lia um artigo do Senhor Antoninho Trevisan onde encontrei muitas e lamentáveis verdades o que, como consultor profissional da área não podia deixar de comentar. Diz o Senhor Trevisan com toda a propriedade, que temos imensas faltas, muitas das quais uns usam como desculpas, outros para justificar a injustificável, mas de algo precisamos estar cientes, acima de tudo precisamos de Infraestruturas. Portuárias, Aeroviárias e Rodoviárias. Torna-se indispensável segurança pública CAPAZ, e não do tipo complexo do Alemão onde todos sabemos que não passa de uma palhaçada cara e onde quem manda continuam sendo a Minoria terrorista que continua dando as cartas. Precisamos ações sérias e eficientes, não fanfarronice barata e demagogia. Porque embora aparentemente se engane uma parte da população Brasileira, estamos aqui falando de turismo oriundo do exterior, e quer os Senhores Governantes queiram, quer não, lá fora sabe-se exatamente o que há aqui dentro e as tentativas de mascarar. Ninguém engana ninguém.
Pacificar uma região, quando isso realmente acontece, não pode ser uma solução isolada comovem sendo, este processo precisa ter continuidade, ou seja, como todo o processo ele precisa Início – Meio –e – Fim. Senão reparemos as áreas que foram efetivamente “limpas” para onde foram os maus elementos dali expulsos? Deixaram as atividades? Converteram-se? Não, eles foram para cidades do interior, na maioria das vezes sem contingente policial e a partir daí traçam suas arruaças e estratégias de ataque, depois aparecem os governos da Capital dizendo (viram diminuímos a criminalidade). Mentira. Transferiram-na para locais onde é menos percebida. Isso não é solução é Embromação
PRECISAMOS DE AÇÕES PARA PROMOVER SEGURANÇA PÚBLICA. AÇÕES NÃO APARATO OU ENROLAÇÃO QUE É O QUE SE VÊ.
Não esqueçam que as reformas dos pontos de entrada e das rodovias assim como de nossos pontos turísticos que devem se mantidos na maior naturalidade possível passa por sistemas de sinalização, e é uma vergonha ver que cada 5 placas de sinalização com tradução seja para que língua for 4 estão erradas ou com vocabulário inadequado, o que é outra vergonha.
O Artigo do Senhor Trevisan trás dados que mostram que os Gestores andam na contramão do que precisa ser feito, a inflação “oficial” 5,4% e a do setor de 9,6% isso nos mostra ou que estamos andando para trás ou que o aumento de 13,1% no faturamento apresentado pela pesquisa da FGV não é sustentável, pois trata-se de um aumento com base no aumento de preços o que é lamentável. E não me vem com história de que é para cobrir os custos, isso para mim é história para boi dormir, custos se diluem.
Existem artigos meus que inclusive foram publicados por outras pessoas, mas mesmo na revista Hotéis ele está assinado por mim, cujo título é “custos diluir ou reduzir”.
Sabemos também a incongruência do chamado custo Brasil que nos cobra as taxas mais caras do Mundo e em troca não nos dá absolutamente nada, porém é um custo que atinge toda a cadeia produtiva. Há que lidar com ele, Nossos governantes não conseguem entender os benefícios imediatos de reduzir estes custos em 67% seria o Ideal não só para o empresariado como principalmente para o Brasil e os ganhos seriam astronômicos, mas parece não haver o menor interesse nisso.
Como a Maioria de nós o Senhor Trevisan também aponta a copa do Mundo e a Olímpiada como dois momentos extraordinários para incrementar o Turismo Nacional, mas como se as infraestruturas não vão estar prontas, e se os Turistas na sua maioria hoje já entenderam que o País é o País mais caro do Mundo para se Viajar e em troca pouco ou nada oferece, cada vez que pergunto a alguém que vai de férias para onde vai diz: “não dá para ficar no Brasil, é muito mais caro” e é esta não só a mentalidade reinante como a triste realidade.
Aumentar preços não ajuda a melhorar nada, ajudam a fechar empresas, Permitir que companhias aéreas formem carteis e a isso se dê nomes Bonitos não ajuda e tira do País os Turistas e leva para fora os Brasileiros que querem fazer turismo.
Vamos ver alguns motivos: Tirei os dados da Decolar.Com -  com ida em 10.09 e volta em 12.09
SP X Curitiba X SP = 374,00 + taxasLisboa X porto Lisboa  - US$ 28,00 + TX
SP X FOTZ X SP = 1.585,00 + TaxasLisboa X Berlim X Lisboa US$ 254,00  Tx
SP X SSA X SP R$. 880.00 + TXLisboa X Paris X Lisboa US$ 112,00+TX
SP X RJ X SP  R$. 307,00 + TXParis X Lyon X Paris   US$ 80,00 + TX
**POA/SLMA/POA R$. 1.940,00+ TXLisboa/ Helsinque/Lisboa US$ 395+TS
** este item tem por finalidade mostrar a disparidade de voos de longa diatância – Lisboa Helsinque (capital da Finlândia) Lisboa são em termos de voo 370 Km a mais que POA São Luiz. A Passagem europeia custa menos da metade do preço. Será que as Cias Aéreas de lá são ONGS Beneficentes, ou têm Administrações eficientes?
Fica nítida e gritante a diferença de preços entre andar pela Europa haja vista que a França recebe 76% do turismo Mundial ou andar pelo Brasil. A diferença entre USA e o Brasil não é tão grande e por vezes nem existe, mas claro que para quem vai fazer compras é muito interessante. Como Diz em seu Artigo o Senhor Trevisan há muito a ser feito, e me desculpe mas preciso acrescentar. Pouco interesse em se fazer.
Como bem diz o Senhor Trevisan, o que o Governo vai ou não fazer em pouco ou nada ajuda, porque este em vista do que sempre fez vai mascarar de última hora, mas, esqueçamos o que não vai ser feito. Urge a iniciativa privada se unir e entender que aumentando preços não só não vai ganhar o que acha que vai como vai conseguir diminuir depois destes dois eventos o já vergonhoso número de fluxo de Turistas que nos visita. Precisam se preparar para realmente alavancar seus negócios com base no evento e não nos Preços. Não se esqueçam de que essa estupides de preço ter a ver com oferta e procura só é verdade quando você estabilizou o mercado e não num mercado cheio de falhas. Se você me vir administrando um Hotel eu pratico o menor preço possível e o Maior preço possível todos os dias ou na pior das Hipóteses três vezes por semana isso não vai fazer ninguém me acusar de estar me compensando em determinadas datas. Cuidado esta comparação de preços de Faço é uma façanha de alta gestão, não saia por aí tentando fazer de qualquer forma que não dá certo, mais ou menos assim, “não faça isso em casa”.
Vamos então usar o real legado arquitetônico e a estrutura destes dois grandes eventos para alavancar o Turismo no Brasil só não se esqueçam 90% dos empresários do turismo nacional não sabe que o Turismo é uma indústria, e é o Turismo é talvez a Indústria mais rentável e maior geradora de riquezas do Mundo, para isso tem que ser tratada como tal (Indústria) e explorada com indústria por enquanto e ao que se viu no fracasso por mim esperado da copa das confederações vai não só se repetir como piorar. O EMPRESÁRIO VEM EXPLORANDO O TURISTA e isto tem cara de roubo, como ninguém gosta de ser roubado, Ele se vai e diz BRASIL MUITO CARO... É verdade, ou não, mas é a imagem que vai. Escolham querem ganhar um de cada um milhão ou 1000 de cada 10? A Opção é sempre vossa, e o resultado vocês colhem o que plantarem, mas nada de arrumar culpados, o culpado é cada um e sua respectiva atitude.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Consultoria Análise ou Diagnóstico?


No decorrer de nossas vidas e carreiras encontramos e tudo, toda a sorte de coisas nos é oferecida e a maioria delas não nos interessa ou como diz o ditado “Se a esmola é grande o santo desconfia”. Nas nossas áreas CONSULTORIA e ASSESSORIA isso também acontece.
Vamos inicialmente a um exemplo que todos podem entender: Quando vai a um médico pela primeira vez e detalha os seus sintomas, o médico consciente o que faz? Pede Análises ou Diagnostica? O correto é que ele peça análises para ter a certeza de com quem vai lidar. Em consultoria nada muda, a grosso modo nós, os consultores conscientes somos o médico de que sua empresa necessita ou acha que necessita.
Iniciamos então pela análise do que o empresário que nos contrata acha estar errado ou precisando de atualização, ou seja, o primeiro passo para uma boa consultoria é a ANÁLISE, e se não estiver sendo olhado por este prisma cuidado.
Vezes há em que o empresário está muito ou totalmente envolvido com o negócio e neste caso talvez a ANÁLISE seja mais fácil o que não quer e forma nenhuma dizer que é dispensável, isto porque, quem está dentro, quer queiramos ou não está envolvido pelo ambiente e isto não nos permite ver coisas que, o profissional gabaritado que vem de fora percebe logo nas primeiras horas de verificação.
De posse da análise, que pode ser mais ou menos complexa, então vamos formar o DIAGNÓSTICO, o que pode e deve ser mudado, o que precisa de treinamento ou capacitação o que só precisa de otimização, etc., mas, o diagnóstico correto sem uma análise ele é falho eu diria desonesto.
Então a CONSULORIA (quase como consulta) consciente e profissional inicia sempre e só pela ANÁLISE.
Esta feita fornece-se, caso solicitado o diagnóstico.
E só depois vamos para as ações cabíveis a cada caso visando a otimização do empreendimento e a satisfação do empresário, mas principalmente do Senhor hospede já que este é: a nossa razão de ser.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O Revenue Management e suas distorções. Ou não...


Nas minhas pesquisas e no tentar entender. Ao que é que se chamava de Revenue Management aqui pelo nosso Brasil descobri as resposta para algumas perguntas a primeira delas foi de onde veio o “Revenue Manager” embora eu sempre acha-se que se tratava e um gestor de canais online (e trata) e de reconhecer seu valor, eu queria conhecer o porquê esse cargo aparecia, já que aprendi na faculdade e pratiquei durante 30 anos que o Revenue Management é parte integrante e responsabilidade total de um Gerente Geral, um Diretor Operacional ou um diretor geral. ( O Gráfico mostra Hoteis gerenciados e Assessorados por mim com implementação e operação de RM Genuíno)
Descobri então, que os “sistemas de Revenue Management” automatizados se intitulam “XXX” Revenue Management Sistems”. (Embora não passem de ferramentas, se passam por sistemas)

Visto por esse ângulo o operador seria o Revenue Manager.

Tudo isso está correto não nos deparássemos com um problema que, a falta de conhecimento de uns, se transforma em oportunidade de outros.
Esses sites com o nome de RMS não são Revenue Management Sistems e sim poderosas ferramentas online que facilitam alguns dos dados necessários para a informação necessária ao real sistema. O Revenue Management. Gerenciamento de Receitas, no Brasil de Hoje, se “gerenciam” diárias, me digam: Restaurante – Eventos – Convenções – Bares – Boites - Fast foods - Churrascarias – Frigobar, etc. Não geram receita? Então entendam que estão-se vendendo ferramentas que auxiliam na gestão de uma receita. Nunca em mais de 20 anos de gestão administrei um Hotel no vermelho nem qualquer um de seus setores. Mas isso é a prática de Revenue Management real e plena. Por isso Implantamos:

Senão Vejamos:
Revenue Management = Gerenciamento de receitas, o que uma empresa precisa para poder implantar um sistema de RM?

 • Capacidade finita (por exemplo, um hotel tem um determinado número de apartamentos disponíveis para vender);

Stocks perecíveis (no caso de um hotel os quartos não vendidos em determinado dia não podem ser aprovisionados);

Micro segmentos de mercado: - Mercados com diferentes sensibilidades ao preço;

Procura variável e incerta;

Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo;

Baixas razões custos variáveis X custos fixos.

Um programa de gestão de receitas para ser bem implementado e ter sucesso deve ser baseado sempre e só em preços de venda.
Reparem os sistemas que estão no mercado e as pessoas que dizem praticar o RM fazem-no apenas e tão somente com os preços de Diárias, e como será que eles determinaram o preço de venda?
Porque não fazer com todos os valores, já que hotéis há que, quando devidamente gerenciados chegam a ter maior receita em todos os outros pontos de venda que na diária propriamente dita. Alguém já leu ou conhece o Unique de SP, não, não é uma exceção é a figura de uma administração Hoteleira consciente ISSO SIM.
·         Isto posto pergunto: Porque RM pela metade. Porque é isso que está no mercado e não conhecem o sistema e sim uma, de dezenas, apenas uma ferramenta. Por favor, não se enganem: Revenue Management é por si só o inicio e o fim de toda a Política / Modelo de negócio Hoteleiro e como tudo tem um início, mas neste caso não tem fim.
Não acreditem em milagres, mas o Revenue Management Bem implementado chega a parecer milagre para quem não conhece o sistema.
Nós disponibilizamos uma apostila para quem quiser iniciar de forma consciente, e promovemos a pedido cursos presenciais. Aguardem em breve Novidades para viabilização do sistema para qualquer tipo de Hotel pousada ou Hospedaria que aceite reservas via Site.
A Partir dos cursos iniciados em Junho, e a pedido de alguns Hoteleiros passamos a formatar nosso curso visando Diárias (o que até agora chamavam de RM) Restaurante eventos e empresas de organização de eventos. A partir desta explanação fica simples, nada em Revenue Management é fácil já que é um processo sem fim, implementar o sistema para todo o Hotel e principalmente Administrar com gráficos sempre crescentes.



Agora cabe ao Senhor empresário, ao Gestor, e aos presidentes e diretores gerais de grupos hoteleiros entender e escolher o que desejam para seus Hotéis, Ferramentas que ajudam a ajustar diárias ao mercado mas que não são realmente necessárias, ou o conhecimento para implantar seus sistemas e de posse do conhecimento e dos sistemas escolher o que deve ou não ser adquirido.


Além da apostila onde aparecem efetivamente subsídios para entender e iniciar a implantação de um sistema, promovemos cursos presenciais, treinamentos In Company e Palestras de esclarecimento.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

RESPEITO PELO REVENUE MANAGEMENT POR FAVOR.

Aqui estamos nós com o meu velho e bom, eu diria lucrativo Revenue Management, e digo velho porque eu nasci já iniciando essa prática na hotelaria enquanto nós no Brasil estamos engatinhando e ouvindo todo o tipo de barbaridade sobre ela. Os que leram minha apostila e fizeram meu curso já entenderam que nada é bem como parece e muito menos como se diz por aí. Só uma coisa é verdadeira, REVENEUE MANAGEMENT é o que há de melhor e mais sério em Gestão, e não só hoteleira. Como apregoam artigos como este, sobre um sistema inglês que está entrando no Brasil.

Começamos pela velha discussão que Revenue Manager é um cargo da cartilha os desavisados. Os operadores desses sistemas online são gestores de canais online na melhor das hipóteses. A maioria estaria “nu” sem um computador.

Depois não posso deixar de contestar o artigo onde ele diz:
 Aqui, algumas redes já estão se conscientizando da importância deste trabalho e dando início a isso", diz Giorgi, apontando que, para operar o sistema de RM, é necessário que o hotel conte com um profissional como o Revenue manager ou um colaborador da área de Vendas."

Olhem abaixo porque Revenue management não é para todos e vejam o tamanho da incoerência nessa colocação do Sr. Giorgi.
Para operar um sistema de RM precisa ser um gestor de canais, e ter quem alimente o sistema. Um gerente geral de Hotel com a devida formação em Administração Hoteleira conhece RM é uma disciplina do curso, ela tem algumas peculiaridades, a saber:



Revenue Management Não É PARA TODOS
·         Revenue Management é uma Cultura
·         Revenue Management é uma filosofia de Gestão
·         Revenue Management é estatística e matemática
·         Revenue Management é uma prática diária e continua
·         Revenue Management é muito analítico e pouco comercial
·         Revenue Management é pragmatismo e assertividade


Onde foi mesmo que vimos a interação entre o homem de vendas da reportagem e o Revenue Management? Não tem. Notem precisamos dos Homens de Venda e dos de Marketing também, e muito. Mas eles não são e demorará para serem um Gerente Geral de Hotel de fato.
O que está acontecendo é que há vendedores de sistemas que até agora ninguém me provou que fosse um sistema de RM para hotelaria, que ficam dando palpites e dicas porque o capital investido é dos outros e eu não posso e não vou concordar com esse tipo de postura.

Revenue Management é uma cultura, é Gestão no seu mais alto nível é pragmatismo e assertividade, e não um sistema que vai dar certo. Não, ele é um sistema CARO e que não vai dar certo se não tiver por trás um gestor que realmente saiba o que é Revenue Management.

Revenue Management é coisa séria. Então vamos tratá-la como tal, por favor.
Será que o Senhor que forneceu material para o artigo, saberia implantar um sistema desses se não tivesse a automação? Acho que não.

Embora eu tenha algumas divergências em certos pontos de vista com a Sra. Gabi a Gabriela Otto, é a pessoa de quem ouço falar em Revenue Management com mais respeito e porque não dizer conhecimento. Ela diz: “antes do sistema sofisticado e caro, faça um bom curso de Excel avançado e inicie”. Isto sim são palavras conscientes e são Dela. Dna Gabriela Parabéns.

Os comerciantes de softwares que me desculpem, mas já algum de vcs conseguiu multiplicar por seis a rentabilidade de um hotel em um ano sem o sistema? Eu já fiz mais do que isso e mais que uma vez. Vamos respeitar o REVENUE MANAGEMENT, acreditem senhores empresários a Ferramenta merece respeito. Mas precisa ser com dignidade, e aprendizado. Um sistema não vai mudar seu Hotel, só vai complicar sua vida em um primeiro momento, crie-se embasamento para o sistema. Isso requer conhecimento, e não está em nenhum software.
Acreditem é o Melhor sistema de gerenciamento hoteleiro que existe, principalmente se conjugado com o Yield Management, mas não há necessidade de sistemas a preços astronômicos todos podemos aprender e se adaptar ao que necessitamos.