Mostrando postagens com marcador gerenciar pessoas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gerenciar pessoas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Consultoria Análise ou Diagnóstico?


No decorrer de nossas vidas e carreiras encontramos e tudo, toda a sorte de coisas nos é oferecida e a maioria delas não nos interessa ou como diz o ditado “Se a esmola é grande o santo desconfia”. Nas nossas áreas CONSULTORIA e ASSESSORIA isso também acontece.
Vamos inicialmente a um exemplo que todos podem entender: Quando vai a um médico pela primeira vez e detalha os seus sintomas, o médico consciente o que faz? Pede Análises ou Diagnostica? O correto é que ele peça análises para ter a certeza de com quem vai lidar. Em consultoria nada muda, a grosso modo nós, os consultores conscientes somos o médico de que sua empresa necessita ou acha que necessita.
Iniciamos então pela análise do que o empresário que nos contrata acha estar errado ou precisando de atualização, ou seja, o primeiro passo para uma boa consultoria é a ANÁLISE, e se não estiver sendo olhado por este prisma cuidado.
Vezes há em que o empresário está muito ou totalmente envolvido com o negócio e neste caso talvez a ANÁLISE seja mais fácil o que não quer e forma nenhuma dizer que é dispensável, isto porque, quem está dentro, quer queiramos ou não está envolvido pelo ambiente e isto não nos permite ver coisas que, o profissional gabaritado que vem de fora percebe logo nas primeiras horas de verificação.
De posse da análise, que pode ser mais ou menos complexa, então vamos formar o DIAGNÓSTICO, o que pode e deve ser mudado, o que precisa de treinamento ou capacitação o que só precisa de otimização, etc., mas, o diagnóstico correto sem uma análise ele é falho eu diria desonesto.
Então a CONSULORIA (quase como consulta) consciente e profissional inicia sempre e só pela ANÁLISE.
Esta feita fornece-se, caso solicitado o diagnóstico.
E só depois vamos para as ações cabíveis a cada caso visando a otimização do empreendimento e a satisfação do empresário, mas principalmente do Senhor hospede já que este é: a nossa razão de ser.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Muito além do Bom Dia...

Um colega levantou isso afinal ele está certo a Boa e séria hotelaria vai muito além do bom dia. Então hoje vamos falar de planejamento sem deixar de entender que este é sempre muito importante, mesmo quando em unidades existente se faz necessário o BOM DIAGNÓSTICO para o Planejamento que nos leva às novas e desejáveis metas.

PLANEJAMENTO.

Vamos falar de um assunto sem o qual não há negócio que conscientemente dê certo, O Planejamento e suas diferentes fases.
Planejar é a definição de “o que vamos fazer em seguida,” a construção de um processo contínuo  e sistêmico que tem por fim chegar a uma situação pré-definida.
São normalmente três os Níveis de Planejamento empresarial: O Operacional, o Tático e o Estratégico. 
Planejamento operacional: chega ao detalhe de cada tarefa num horizonte de curto prazo. Aparentemente este seja o último dos três, mas precisamos nunca esquecer que como ele é abrangente e sua meta é o curto prazo, ele é pensado a cada movimento.

Planejamento tático: que tem uma abrangência de médio prazo transforma os objetivos gerais em específicos, em programas de ações.

Planejamento estratégico é um processo que envolve toda a organização, estabelecendo objetivos gerais de longo prazo, direcionando-a e apontando as formas e os meios de relacionamento com o ambiente externo.   É um instrumento que força, ou pelo menos estimula, os administradores a pensar em termos do que é importante ou relativamente importante, e também a se concentrar sobre assuntos de relevância. Como não se trata de "planejamento a longo prazo" (são duas coisas diferentes) este precisa ser seguido de programas operacionais para viabilização.

Etapas do Planejamento:


O desenvolvimento de um planejamento deve atentar às seguintes etapas:
Diagnóstico: Constitui-se na análise ambiental externa e interna, um exame da situação atual do hotel. 

 A Análise do ambiente externo vai abordar no mínimo estes pontos:
O  mercado  atual  e  futuro  do  hotel,  com estudos de evolução da região e as respectivas  perspectivas  de crescimento, quais os serviços que existem e o incremento de novos em relação ao mercado e à demanda futura.
O mercado atual e a projeção deste no futuro estudando-se a cidade regiões circunvizinhas e perspectivas futuras que tragam alterações à região, ou as condições que temos de interferir no ambiente a nosso favor.
Análise de concorrentes, esta é de suma importância já que o concorrente nem sempre é quem achamos, existem métodos corretos para determinar a concorrência. (Este assunto será entendido e explorado no curso de Revenue Management, a diferença entre o concorrente e quem achamos que seja.
A qualidade de mão de obra disponível e a forma de profissionalizá-la, é interessante saber se a mão de obra terá que ser importada ou se podemos formá-la ali. O que trás as muitas vantagens.
      A  Analise do ambiente interno:
Esta engloba  as  questões  que  estão  sob  o  controle  do hotel, tais como:
·         Missão, valores e cultura organizacional;
·         Recursos humanos;
·         Estrutura de capital;
·         Comunicação, informações e sistemas;
·         Integração do hotel na sociedade (responsabilidade social e ambiental);
·         Ferramentas mercadológicas;
·         Instalações e equipamentos.

Nesta  fase  do  planejamento  leva-se muito em conta a análise dos pontos  fortes  e  fracos. 
·         Os  fortes é colocada a engenharia a nosso favor, servem de mola para impulsionar o empreendimento são portanto elementos de sustentação para o crescimento da organização.

·         A atenção terá que ser redobrada com os pontos fracos, tanto no que se refere ao aporte de recursos financeiros como à atenção merecida pelos administradores. Estas análises precisam ser acompanhadas por profissionais experientes, pois que, por vezes podemos e devemos tornar alguns pontos fracos em nossos aliados, ou seja o ponto fraco dos outros passa a ser forte nosso e muitas vezes isso nos é possível na implantação, desde que tenha sido estudado conscientemente desde o início do projeto do empreendimento, é claro que com análises detalhadas é sempre possível reverter pontos fracos em fortes e dar força a pontos fortes que, por terem esta classificação deixaram de ter a atenção devida.

Definição dos Objetivos: aponta para a situação a atingir a médio e longo prazo, as metas que vamos atingir.

Escolha das Estratégias: Aqui vamos escolher os meios com os quais alcançaremos os fins.
Por exemplo: público alvo como atingi-lo, tipos de serviço a serem disponibilizados,

Planos Setoriais: São  as  ações que serão normatizadas para as estratégias de atuação de cada setor.  Este plano prevê o funcionamento generalizado abrangendo todas as áreas do empreendimento qual a forma ou formas como isso será feito, etc.

Controle: É o departamento que nos permite acompanhar em tempo real compreender se todas as ações estão sendo conforme o planejado e quando necessário corrigir os rumos para que os melhores resultados sejam sempre obtidos. Este departamento nos mostra quando precisamos implementar novas ações e normalmente os dados dele nos mostram o porquê. É o monitoramento do ambiente como um todo, em tempo real.



Análise de pontos a diagnosticar:
Variáveis      Pontos Fracos    Pontos Fortes
Valores da organização
Integridade das instalações
Situação dos equipamentos
Sistemas de manutenção
Situação econômico financeira
Situação Mobiliário
Situação dos utensílios
Estoques
Métodos de trabalho
Tecnologia da Informação
Gestão de recursos humanos
Nível de satisfação dos clientes
                                                      

Envolvimento social
Compromissos com a sustentabilidade ambiental
Imagem junto aos mercados Intermediários e final
Taxa de ocupação das UHS
Eventos
Alimentos e bebidas
Marketing
Sistema de reservas
Outros
 ETC.
Como se trata de um assunto muito abrangente,, em breve voltamos a ele.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Alguns segredos meio esquecidos...


Ou diria eu, os filhos acharam que “os tempos eram outros” e se esqueceram do “cálice da sabedoria” que ao ser tomado por seus ancestrais lhes permite uma vida que eles se veem incapazes de sustentar. Então encontram desculpas para o seu gritante despreparo.
Quando iniciei na hotelaria, fi-lo como se deve, ou pelo menos da única forma que vejo viável para se alcançar o topo tendo sempre o prazer de olhar os números ver suas linhas ascendentes.
O que o dirigente quer? Lucros, resultados, glórias. Eu acho que Ele,(dirigente) está certo, mas não posso deixar de perguntar: Será que o Senhor sabe como se chega nisso? Já fez? ou apenas ouviu dizer que era possível? Sim, é possível, mas precisa um detalhe, sem o qual nada feito. É preciso SABER COMO SE FAZ, caso contrário como vai mandar que se faça? Como vai escolher quem fará se o Senhor mesmo não sabe fazer, ou não quer ou ainda outros afazeres de maior importância tomam seu tempo?
Todas estas perguntas hoje, deixam de ser feitas, e o pior, quando são, não são respondidas, ou são respondidas com invasivas. E o resultado está no pequeno exemplo abaixo:


Seria completamente desprovido de educação, ética, bom senso ou qualquer outra coisa que lhe quiserem chamar, dar nomes e deixar valores exatos, mas, os números foram modificados proporcionalmente o que deixa os índices certos. Mas reparem na variação de 8 unidades hoteleiras durante 19 meses. Isso é pura falta de gestão, não existe, nem mercado, nem outros tempos, existe saber ou não saber. Ter ou não o conhecimento. Quero querer que trata-se de grupo ou grupos onde os Gerentes Gerais o são só no título e embora haja a boa vontade e as tentativas de melhora da direção, as coisas não dão certo, e não dão certo porque não é assim que funciona, faz-se necessário profissionalismo.
Gestão hoteleira, precisa primeiro e acima de tudo que o gestor GOSTE DE PESSOAS, o nosso principal foco é o Senhor Hospede, o Ser Humano que é, e quer que todos saibam a pessoa mais importante do Mundo, e assim tem que ser tratado.
Este gestor precisa promover e ter o cuidado de que isso se mantenha, um entrosamento pleno de toda a equipe.
Que todos os seus cargos de chefia estejam altamente satisfeitos e repassem isso para os seus liderados. Ou seja, em Hotelaria não há espaços para “caras feias”.
É bom que o gestor saiba como se faz, senão como pode ele mandar fazer algo que não sabe como fazer? No mínimo não vai poder analisar o feito.
Não é de dispensar conhecimentos de gestão, no caso da hotelaria é indispensável o conhecimento do Revenue Management, porque quando você gerencia conhecendo esse sistema, e não confundam o sistema com as ferramentas automatizadas do mercado,( que não são o sistema) o resultado é sempre o melhor, ou seja, este:
Estes dados são de dois hotéis que estiveram sob minha responsabilidade 14 meses.
Quando o Gestor é completo a prática do Revenue Management é inevitável, então esse é o resultado real, e isso tem uma explicação, não é milagre nenhum. O Revenue Management, é uma modelo e prática de gestão que tem de ser implantado, e isso leva o seu tempo, como podem verificar, entre a análise dos números que existiam, o processamento deles, a implantação, O TREINAMENTO de toda a equipe para o novo sistema levamos entre 6 e 8 meses, só então a DIFERENÇA começou a se fazer sentir e que diferença, querem saber como se faz? Pois é a Águia consultorias está empenhada exatamente nisso levar conhecimento para a EXCELÊNCIA. Reparem num outro detalhe eu não ando ao sabor do mercado, minha gestão se antecipa a ele, o mercado está para me servir e não para me atrapalhar e surpreender isso é parte o RM.

Isso invariavelmente vai envolver:
Analises
Atendimento.
Atribuições
Controles
Definições
Integração
Interação
Normatização
Treinamentos
Posturas.
Planejamentos


O conjunto destas e algumas outras etapas levam ao Revenue Management, o que tem suas etapas e você pode conferir em nossa apostila ou nos cursos presenciais.