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sexta-feira, 27 de março de 2015

E a Gestão de Restaurantes.

Restaurantes e as margens de lucro


Como em tudo na vida quando você não sabe aonde quer chegar, a qualquer lugar que chegue estará bem. O problema neste tipo de enfoque é que o risco de não se chegar a lugar nenhum é o maior, e também não importa já que não sabia para onde estava indo.

Esta é exatamente a ideia que me passam os Donos e gestores de restaurantes de quem leio as entrevistas que aparecem nas revistas da “especialidade”, foca no produto para saber se ganha. Não precisa eu adianto Vai Perder, se algo der errado (sim eu disse se algo der errado) ganha alguma coisa.

É académico, o lucro de um restaurante deve ser de 33,33%, os verdadeiros “restauranteurs”, abrem restaurantes e se em no máximo quatro meses não atingirem esses números passam a casa para frente, vendem. – E mais uma curiosidade vendem como se a casa fosse um sucesso. – Eles preferem soluções que às lamentações e a perca de tempo procurando o culpado que está obviamente no espelho.

É claro que as colocações no artigo “Qual é a margem de lucro ideal para o seu negócio.” têm que ser levadas em conta quando:

1 – Os primeiros tempos de operação podem não dar tudo isso, natural, mas falo do primeiro mês ou 45 dias.
2 – “Quando se inicia a empresa sem capital próprio e tudo o que entra é para pagar financiamentos”, mas é conveniente entender que o valor destinado a pagar empréstimos provém de lucro senão não seria possível pagar, se está pagando é porque sobrou para isso – se sobrou isso seria lucro, desde que saiba exatamente o que está fazendo e de onde esse valor está vindo.

É necessária muita atenção quando calculamos custo de produto, isso inclui: salários, aluguel do local ainda que seja próprio, pró-labores, taxas de cartões, e uma série de outros que são normalmente deixados de lado.

O que é realmente necessário e se isso não for conhecido a planilha não pode ser bem feita é a diferença entre Custos de Produto (insumos) e Custos Financeiros – Operacionais – além de uma série de outros, mas entram numa destas duas designações – diretos e indiretos investimentos retornos etc.

Há tempos dei um curso de Gestão de restaurantes fundamentada no Revenue Management a um proprietário bem sucedido, é incrível descobrir que os que vão melhor são os que querem melhorar mais, mas é uma realidade.

Neste caso o lucro do restaurante era de cerca de 17% isso não é mau, mas não é o ideal, que como já disse é de 33,33%.

Depois do curso e ver a forma simples, mas eficiente que este empresário usava para controlar seu negócio, perguntei:
1 - E o Aluguel? (há o imóvel é meu e eu não atribuo esse valor) eu disse devia veja o valor normal de mercado e pague o Aluguel.
2 – E as taxas de Cartão de crédito? (isso eu não computo)
3 – E o seu salário? (a casa é minha eu não atribuo)
4 – E o salário da esposa que reveza horário com o Senhor? (Ela ouviu e fez brincadeira comentando que estava mais de três anos atrasado).
Tudo isso precisa ser computado e algumas outras coisas.
O Empresário entendeu isso e passou a fazer corretamente, em Outubro me enviou um e-mail onde dizia:


Entendam uma coisa, não dou sugestões ou traço diretrizes por "achismos", e não recomendo nada que eu mesmo não tenha já feito. É a diferença entre quem diz que faz, e quem faz o que sempre fez. O Líder diz Vamos fazer o “chefe” diz façam. Só um detalhezinho insignificante, para fazer precisa SABER, ter CONHECIMENTO.

Em determinada altura do artigo fala-se de margem do produto, e não do negócio, há parâmetros para isso, e devem ser levados em conta para embasamento. 16 a 18% para Bebidas e 26 a 28% para Alimentos. “há, mas eu não consigo esses números”. Há mecanismos e estudos que nos fazem levar os números para onde eles devem estar.

Mas não é que você não consegue, o problema é mais sério e é uma questão de colocar com honestidade. VOCÊ NÃO SABE, eu também não nasci sabendo, aprendi, pratiquei FIZ, em vez de ficar preocupado em arranjar culpados para o meu fracasso.

Há outras coisas que não sabem, mas eu vou ajudar a lembrar: não se monta um restaurante para dar 33,33% de lucro – Estrutura-se uma empresa que vai dar 33,33% de lucro no mínimo. Aí escuto, mas minha casa está aberta e agora o que eu faço? É um pouco mais complicado, mas sempre é tempo de começar, sim começar, porque vamos fazer tudo o que não foi feito e tomar um rumo controlado. Mas isso não pode ser feito sem um diagnóstico consciente senão invariavelmente será dinheiro jogado fora. O Diagnóstico é caro... Faz um favor, fecha troca de ramo. Você não sabe nem o que pode ter de retorno como diz que é caro.

Todo o início precisa de um fluxo de caixa maior isso em qualquer tipo de empreendimento. Todo o Inicio precisa de: FUNDAMENTOS PLANEJAMENTO CONTROL, e que tal começar com uma boa dose de conhecimento.


Hoje tenho dois livros editados que explicam a cada um dos interessados todos os meandros da gestão de um restaurante.


Quanto às margens de lucro iniciei esta portagem com esse dado. O que varia e muito são restaurantes de alto luxo e restaurantes em locais de alta sazonalidade. Os primeiros têm seus lucros normalmente acima dos 50% - e os segundos têm seus resultados nas épocas de temporada entre 48 e 52%.

Mas o que leva às altas margens de lucro em restaurantes de Luxo ou Alta Gastronomia, ”por favor, não confundam com Hambúrguer caseiro feito porque se esqueceram de comprar o industrializado” está fundamentado não necessariamente no produto, insumo (até porque o melhor Boeuf à La bpourguignonne do Mundo), é feito com ponta de Agulha – ou seja - dianteiro, mas o lucro destas casas vem principalmente do Atendimento e serviço, este tem que ser absolutamente irrepreensível.


NOTA: - o referido Boeuf à La Bourguignonne – Você vai pagar R$: 400,00 + ou – e descobrir que nunca comeu nada igual, não é a carne que é Nobre é o Cheff que sabe o que faz, e isto não tem preço.

PROFISSIONALIZE-SE VALE A PENA E NÓS PODEMOS AJUDAR

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

As Noções deturpadas e a GRANDE Diferença.


Já publiquei neste blog e em outros meus, assuntos sobre diluir ou reduzir custos e sobre gestão, e parece-me que não me expressei como devia, desculpem.

Um destes dias em conversa com gestores alguém se vangloriava de ter feito seus assessorados gastar menos X ou Y com determinados componentes.

Eu ensino nos meus cursos que redução de custos é mediocridade e já vou explicar isso, mas deixe colocar a REGRA DE OURO: Custos se DILUEM – Despesas se DIMINUEM e Receitas se GERENCIAM, este é o grande segredo, o Gerenciamento de Receitas pomposamente apelidado de (Revenue Management).

Eu tenho um recorde que mesmo no meu caso foi único, principalmente porque era um Hotel que não dava prejuízo. Em um ano de Gestão dobrei os CUSTOS e SEXTUPLIQUEI as receitas, isso representa um Lucro Líquido Final de 76,11% como falo de LÍQUIDO... interessa? Isso representa um GOP de 190,43% pois é, em momento algum, nesta gestão me preocupei em o que não gastar, mas onde Ganhar como quando e quanto.

O primeiro Hotel que gerenciei no Brasil, ao final de 8 meses de gestão o Presidente me chamou à sua sala, e pelo “jornal corredor” eu estaria sendo demitido.

Lá fui eu ver o que o SR. O.F. queria, e ele muito sério me disse: “Sr. Rui há oito meses atrás o nosso hotel gastou na operação R$. 289.134,18 este Mês, nos gastamos R$: 398.834,98 - , ou seja, o Senhor elevou em 37 quase 38 % nossos custos e isso é muito sério”.
Concordam que eu tinha que concordar com mais este “hoteleiro”? e concordei. Só que respondi com uma pergunta, aliás Duas.

** Senhor O. qual foi a diferença entre o que o Senhor gastou e o que o senhor faturou há 8 meses atrás? O Homem se assustou com a pergunta e disse. O Valor. – eu rebati, que percentual representa essa receita em relação ao faturamento? Ele levou uma eternidade para fazer uma continha óbvia o que em nada me assustou e depois de falar com um sobrinho economista me disse: A diferença era muito boa Sr. Rui, nós tivemos um Lucro de 89,98% (Não era Lucro, era diferença entre quanto custou para gerir o empreendimento  e o  faturamento) a diferença é muito grande. Mas como GOP estava certo.

Minha pergunta continuou Sr. O. - Fale com seu sobrinho e descubra qual é o percentual de diferença entre o que eu Gastei este Mês e o Que nós Faturamos? O Homem era careca e depois de ficar muito vermelho e coçar a careca disse, segundo o meu sobrinho o crescimento do nosso faturamento em relação aos custos foi 143,32% superior ao do mês em que o Senhor Iniciou, quase dobrou?

Passei a dominar a Conversa, Senhor O. – Qual é a sua dúvida o Senhor quer que eu reduza custos ou que eu Gerencie o Hotel e dê Lucro, porque qualquer gestor deve saber que um GOP de 90%  está muito próximo de não representar lucro real.

O Homem se enrolou todo disse que ia estudar melhor que não tinha olhado para isso.

É a mesma porcaria das tais RevPAR da moda. Me digam uma coisa, só uma perguntinha Você tem um Hotel de 200 UHs  sua diária é de R$ 200,00 Ocupa uma UH – sua ocupação é 1/2 % sua diária média é de R$. 200,00 Certo? Bem sua RevPAR é de R$. 1,00 – A RevPAR é boa ou ruim???? Alguém quer responder?

O que eu quero deixar claro é que faça o que tem que ser feito e caminhe para a frente e para cima. Custos não se Reduzem se diluem, receitas se Gerenciam, não tem o menor interesse o que eu reduzo de custos se não aumento a diferença entre estes e o Faturamento de forma consistente, e a única forma de construir essa forma sustentavelmente é DILUIR CUSTOS para isso precisamos MAXIMIZAR E OTIMIZAR RECEITAS - TODAS -.

A Regra é aumentar a diferença substancialmente entre o que Faturamos e o quanto custou para gerar esta receita. E Tudo isto sai sempre e Só da consciente Gestão de Receitas, aqui conhecido como Revenue Management.

Sucesso e cuidado com os caminhos trilhados, na maioria das vezes o ditado popular é uma triste realidade. Ele diz: “A economia é a base da porcaria”.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Muito além do Bom Dia...

Um colega levantou isso afinal ele está certo a Boa e séria hotelaria vai muito além do bom dia. Então hoje vamos falar de planejamento sem deixar de entender que este é sempre muito importante, mesmo quando em unidades existente se faz necessário o BOM DIAGNÓSTICO para o Planejamento que nos leva às novas e desejáveis metas.

PLANEJAMENTO.

Vamos falar de um assunto sem o qual não há negócio que conscientemente dê certo, O Planejamento e suas diferentes fases.
Planejar é a definição de “o que vamos fazer em seguida,” a construção de um processo contínuo  e sistêmico que tem por fim chegar a uma situação pré-definida.
São normalmente três os Níveis de Planejamento empresarial: O Operacional, o Tático e o Estratégico. 
Planejamento operacional: chega ao detalhe de cada tarefa num horizonte de curto prazo. Aparentemente este seja o último dos três, mas precisamos nunca esquecer que como ele é abrangente e sua meta é o curto prazo, ele é pensado a cada movimento.

Planejamento tático: que tem uma abrangência de médio prazo transforma os objetivos gerais em específicos, em programas de ações.

Planejamento estratégico é um processo que envolve toda a organização, estabelecendo objetivos gerais de longo prazo, direcionando-a e apontando as formas e os meios de relacionamento com o ambiente externo.   É um instrumento que força, ou pelo menos estimula, os administradores a pensar em termos do que é importante ou relativamente importante, e também a se concentrar sobre assuntos de relevância. Como não se trata de "planejamento a longo prazo" (são duas coisas diferentes) este precisa ser seguido de programas operacionais para viabilização.

Etapas do Planejamento:


O desenvolvimento de um planejamento deve atentar às seguintes etapas:
Diagnóstico: Constitui-se na análise ambiental externa e interna, um exame da situação atual do hotel. 

 A Análise do ambiente externo vai abordar no mínimo estes pontos:
O  mercado  atual  e  futuro  do  hotel,  com estudos de evolução da região e as respectivas  perspectivas  de crescimento, quais os serviços que existem e o incremento de novos em relação ao mercado e à demanda futura.
O mercado atual e a projeção deste no futuro estudando-se a cidade regiões circunvizinhas e perspectivas futuras que tragam alterações à região, ou as condições que temos de interferir no ambiente a nosso favor.
Análise de concorrentes, esta é de suma importância já que o concorrente nem sempre é quem achamos, existem métodos corretos para determinar a concorrência. (Este assunto será entendido e explorado no curso de Revenue Management, a diferença entre o concorrente e quem achamos que seja.
A qualidade de mão de obra disponível e a forma de profissionalizá-la, é interessante saber se a mão de obra terá que ser importada ou se podemos formá-la ali. O que trás as muitas vantagens.
      A  Analise do ambiente interno:
Esta engloba  as  questões  que  estão  sob  o  controle  do hotel, tais como:
·         Missão, valores e cultura organizacional;
·         Recursos humanos;
·         Estrutura de capital;
·         Comunicação, informações e sistemas;
·         Integração do hotel na sociedade (responsabilidade social e ambiental);
·         Ferramentas mercadológicas;
·         Instalações e equipamentos.

Nesta  fase  do  planejamento  leva-se muito em conta a análise dos pontos  fortes  e  fracos. 
·         Os  fortes é colocada a engenharia a nosso favor, servem de mola para impulsionar o empreendimento são portanto elementos de sustentação para o crescimento da organização.

·         A atenção terá que ser redobrada com os pontos fracos, tanto no que se refere ao aporte de recursos financeiros como à atenção merecida pelos administradores. Estas análises precisam ser acompanhadas por profissionais experientes, pois que, por vezes podemos e devemos tornar alguns pontos fracos em nossos aliados, ou seja o ponto fraco dos outros passa a ser forte nosso e muitas vezes isso nos é possível na implantação, desde que tenha sido estudado conscientemente desde o início do projeto do empreendimento, é claro que com análises detalhadas é sempre possível reverter pontos fracos em fortes e dar força a pontos fortes que, por terem esta classificação deixaram de ter a atenção devida.

Definição dos Objetivos: aponta para a situação a atingir a médio e longo prazo, as metas que vamos atingir.

Escolha das Estratégias: Aqui vamos escolher os meios com os quais alcançaremos os fins.
Por exemplo: público alvo como atingi-lo, tipos de serviço a serem disponibilizados,

Planos Setoriais: São  as  ações que serão normatizadas para as estratégias de atuação de cada setor.  Este plano prevê o funcionamento generalizado abrangendo todas as áreas do empreendimento qual a forma ou formas como isso será feito, etc.

Controle: É o departamento que nos permite acompanhar em tempo real compreender se todas as ações estão sendo conforme o planejado e quando necessário corrigir os rumos para que os melhores resultados sejam sempre obtidos. Este departamento nos mostra quando precisamos implementar novas ações e normalmente os dados dele nos mostram o porquê. É o monitoramento do ambiente como um todo, em tempo real.



Análise de pontos a diagnosticar:
Variáveis      Pontos Fracos    Pontos Fortes
Valores da organização
Integridade das instalações
Situação dos equipamentos
Sistemas de manutenção
Situação econômico financeira
Situação Mobiliário
Situação dos utensílios
Estoques
Métodos de trabalho
Tecnologia da Informação
Gestão de recursos humanos
Nível de satisfação dos clientes
                                                      

Envolvimento social
Compromissos com a sustentabilidade ambiental
Imagem junto aos mercados Intermediários e final
Taxa de ocupação das UHS
Eventos
Alimentos e bebidas
Marketing
Sistema de reservas
Outros
 ETC.
Como se trata de um assunto muito abrangente,, em breve voltamos a ele.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A copa e os empreendimentos em Minas Gerais


É louvável a notícia dada numa reportagem de uma revista especializada, que vou passar a comentar, diz a reportagem: (ABIH-MG), aponta que para o período da Copa do Mundo de 2014, novos 30 meios de hospedagem devem ser construídos no Estado”. Nesta reportagem podemos entender o otimismo de dona Silvana Capanema, presidente da ABIH local quanto ao crescimento para a hotelaria no Estado.
Em seu otimismo A presidente da ABIH apresenta argumentos que a deixam otimista e isso é sempre bom de ver. O Otimismo vindo das lideranças.
Evidencia ainda e creio que muito bem um foco voltado para o turismo de negócios o que queiram ou não é o mais rentável eu diria até fiel.
Mas na continuidade da reportagem, por exemplo, neste pequeno trecho: Hoje já temos um gargalo muito maior que a alta ocupação dos hotéis no meio da semana, que é a falta de locais para eventos de médio e grande porte. O Expominas e o Minascentro têm poucas datas disponíveis até 2012. “Desde que se construa a segunda parte do Expominas e o centro de convenções prometido pela prefeitura, poderemos construir hotéis com tranqüilidade”. Vemos a falta e planejamento por parte dos Administradores públicos, mas, trata-se de uma constante em nosso País e aqui não vem ao caso os porquês, se incompetência, despreparo ou simples descaso com as “coisas” que prometem administrar para o bem da população, mas como sabemos que é um pouco de cada e é uma constante, está errado mas acreditem não vai mudar. Está pelo que me é dado entender, mais que na hora da iniciativa privada, que constrói os empreendimentos e normalmente os planeja com antecedência passe a resolver este e outros “Gargalos” que é praticamente tudo o que depene do poder público, e há coisas que podemos consertar com muitas vantagens, esta é uma delas.
Há que se entender que a copa do Mundo são 30 dias e construir em nome de algo passageiro sem se criar a devida infra-estrutura é no mínimo UTÓPICO a menos que os empresários não estejam visando o retorno do capital por algum motivo que nem me ocorre. Mas poso antecipar hotelaria é altamente lucrativa, e com vantagens para quem vai construir um novo empreendimento, pode fazê-lo já como independente, ou com idéia de auto-suficiência. Então precisamos crescer sim mas criar a nossa própria estrutura tornando-nos cada vez mais independentes, e isso é possível, viável e recomendável.
Isto posto vamos a uma solução viável e inteligente para o problema que a administração municipal pode estar prestes a gerar, aliás, soluções há mais que uma, mas só uma.
*      Os empresários interessados na construção das trinta novos unidades hoteleiras juntem-se, construam 20 e paralelamente, e porque não nos espaço de algum ou alguns os hotéis supram a falta de espaços para eventos. Isto é viável principalmente neste momento amanhã pode ser muito tarde. Depois verem hotéis fechar, mas não se importarem com isso porque podem culpar a prefeitura, é o mesmo que dividir a incompetência e mediocridade mostrada por esta e já que alguém pode ser culpado, então tá tudo bem. Esta mentalidade é RETROGRADA.

*      “SE QUER QUE ALGO MUDE DEIXE QUE SEJA VOCÊ O AGENTE DESSA MUDANÇA, SENÃO NADA MUDARÁ.”
A Dna. Silvana aponta ainda que a falta de expansão de espaços para grandes eventos fará com que hotéis fechem, e não seriam estes hotéis de redes e sim empreendimentos independentes, e mais antigos.
Permitam-me discordar, embora o quadro apresentado seja plausível ele tem uma parte boa, é previsível, então “entra” quem quer, ou seja, há ações que podem e devem ser tomadas para que cada um se torne por si só muito mais auto-suficiente, e então não vejo porque seriam os hotéis de rede os menos atingidos. Muito antes pelo contrário e acreditem sei exatamente o que estou dizendo.
Planejem e façam-no como empresas independentes que são cooperativem-se ou centralizem uma administração para um bem comum e acreditem as vantagens são ENORMES.