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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Quem manda é o vizinho?

Este é o resultado esperado dos falsos “profissionais” de RM. – Mas o mais engraçado é que tem empresário que não consegue entender e paga por isso, depois vem a crise, não, não é a crise é o desconhecimento aliado aos oportunistas de plantão esta liga promove a crise de quem paga para isso.

Há anos combato a tal RevPAR, é um índice, é levado em conta, mas não se trata de um número para gestores hoteleiros e sim para investidores. Em resposta hoje tenho conhecimento de algumas dezenas de empreendimentos que entenderam e não usam mais esse indexador, mas aprendi mais uma incoerência vinda dos especialistas de plantão.

Há no mercado uma prática de troca de dados na qual nunca vi mal algum, em BH chamam de cesta competitiva, na maioria dos lugares de “comp-set” porém há empresas que a usam para “pegar os amadores” mas cabe a cada um fazer o dever de casa em vez de depender do vizinho, pois quando faz isso admite que este sabe tudo da sua vida do seu empreendimento de quanto custa operá-lo e de quanto quer ganhar.

No “comp-set” os hotéis trocam entre si dados sobre ocupação diária média e RevPAR, há porém hotéis de rede que nesta prática eles passam o RevPOR no lugar do RevPAR, não há muito tempo fui chamado por um grupo que tinha feito o curso comigo numa determinada cidade e me pediram para descobrir o que havia com os dados do “comp-set” já que estes se afiguram estranhos, não levei muito tempo para descobrir o que acontecia e porque – alguns Hotéis de algumas Administradoras passavam durante o mês o valor da RevPOR e no último dia do Mês acertavam, colocando então o valor da RevPAR, foi fácil descobrir não só o que faziam mas o porquê isso era feito, o “Colegas” (vistos como concorrentes) eram levados a acreditar que a diária deles estava baixa, então subiam-na. Para uns “esperteza” para outros “CANALHICE”. Eu sugiro que não compartilhe essas informações ou faça isso com dignidade, diga a verdade. Como disse anteriormente não tenho nada contra.

Usando estes dados os “especialistas” em RM – Porque Revenue Management ou em português (Gestão de Receitas é outra coisa) usam este quadro de Cesta competitiva ou comp-set como quiserem lhe chamar, para sugerir os preços para o hotel onde dão consultoria, bem isso Brada aos céus é de uma estupidez e desconhecimento a toda a prova, senão vejamos:

Se eu vou determinar meus preços em cima de um número com pouca ou nenhuma credibilidade o passo seguinte é a falência, já que estou admitindo que o concorrente sabe tudo de minha vida e de meus custos.

Revenue Management é uma ciência econômica de gestão, ela não serve nem para lotar o hotel nem para perder tempo com bisbilhotices Revenue Management comtempla o aumento de RENTABILIDADE, a diferença entre Custo e Receita. Este é o motivo pelo qual não há em nenhuma empresa séria e que queira resultados um “Revenue Manager” o (Gasparzinho da hotelaria) ou de qualquer outra empresa. O que existe em Hotelaria é: Um Gerente Geral que Gere sob a orientação da filosofia de Revenue Management – quando se trata de um grupo hoteleiro entre 3 e 30 Hoteis ou entre 600 e 6.000 Uhs é um diretor de Operações e este é responsável por esta gestão, fundamentada no RM – acima disso o responsável corretamente deve ser um CRO – Cheffe Revenue Office – o porquê disso é simples – Este elemento precisa ter livre transito e ascendência sobre Vendas – Marketing – Custos – controladorias e Administração.

É sabido e isso em Hotelaria – Locadoras de Automóveis – Frigoríficos – empresas de transporte e logística e Clubes de Golf – Para falar apenas daquelas em que já dei consultoria na área de Revenue Management que o pessoal do Marketing, sabe o valor de tudo, mas não sabe o preço (custo) de nada – O pessoal de vendas sabe o preço de tudo, mas não sabe o valor de nada – Logo alguém precisa colocar ordem nessa bagunça senão, usando jargão popular literalmente a “Vaca vai para o brejo. ” Em Hotelaria dependendo do tamanho do grupo o CRO não se faz necessário, mas então precisamos de um superintendente. Será que me fiz entender?

Quando eu saí para o mercado há 42 anos, já me obrigaram a “aguentar” mais 8 meses onde aprendi sobre o Revenue Management, mas só em 1978 essa prática começou para valer e no que ela consiste: Antigamente a gente tinha um Apartamento de Hotel ou um quilo de filé mignon ou um carro para vender ou alugar e sabia quanto isso tinha custado, sabíamos quanto se queria ganhar e estava resolvido a soma dos dois valores era o preço de venda e o produto ia para o mercado.

Porque surgiu o Gerenciamento de Receitas? As exigências de mercado alteraram a forma como se determina o preço de venda, ou seja, o mercado determinava o valor de aquisição de cada produto e este ou se enquadrava ou não tinha vez. Como podem perceber tudo o que aconteceu foi deixar as coisas ligeiramente mais complicadas, mas nunca inviáveis, foi nessa época que eu passei a praticar – Custos não se reduzem, se diluem – como podem ver neste artigo com mais de 4 mil leituras em menos de 3 meses.

Entendem agora porque eu pergunto se é o vizinho quem manda? Todas as informações são necessárias e o comp-set que faz mais sentido não é o de meia dúzia de hotéis, imagina o centro velho de São Paulo, a maioria dos hotéis ali, para ter um comp-set razoável tem pelo menos 38 hotéis envolvidos e isso seria inviável para qualquer pessoa, então a informação é sempre necessária, desde que séria, mas não é o mais importante ela vai compor junto com meia centena de outros fatores o preço de venda. Mas as informações até mesmo pela velocidade proporcionada pela informática muitas vezes para não dizer sempre trazem o trigo e o Joio – é preciso muito cuidado nessa separação.

Vejamos agora uma segunda aberração precisa do preço médio dos concorrentes para determinar o seu, pois bem isso pode levar anos e enquanto isso o empresário está pagando para ser enrolado. Nós podemos determinar o “BAR” best available rate para um grupo com 10.000 UHS em 8 horas desde que a empresa tenha, e deve ter, todos os dados de que precisamos, claro que demora cerca de metade desse tempo para fazer o mesmo procedimento com cada hotel, mas pode ser feito por cada gestor se assim se desejar. A implementação de um sistema de RM não depende de fatores externos, depende de nós, e nada para nem ninguém é sobrecarregado por isso. E não existe (Revenue manager) e sim, na melhor das hipóteses o Gerente de um departamento de Revenue. Isso sim já é correto.
Por favor não deturpem as coisas e nem tirem partido do pouco conhecimento alheio quando na verdade estão oferecendo produtos que realmente desconhecem.



“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados” – e oportunistas piorando tudo – CUIDADO.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Revenue Management para Todos/ Desde que bem fundamentado


Como eu digo sempre - Conhecimento e uma boa planilha de Excel, Mas precisamos do Conhecimento. Eu falar disso é quase intuitivo pois há 42 anos nunca usei outro sistema, não havia computadores pessoais, não havia Excel, não havia smatfones. Mas fazia-se necessário o CONHECIMENTO
e sem este, desculpem mas não há sistema que rentabilize nem com nem sem RM Precisamos conhecer COMO FAZER NA MÃO e É SIM POSSÍVEL. -

Exemplo: Há 30 anos uma bic cristal e algumas folhas de papel quadriculado, conhecimento e muito trabalho. http://goo.gl/jBRJn2

Um outro grande detalhe. Em que pese seja quem for que diga o contrário eu vou fundamentar o desmentido. Não há no mercado pelo menos entre os sistemas de gestão conhecidos NENHUM que possa desenvolver o Revenue Management, isso porque esta Filosofia de gestão que na ponta final trabalha sempre e só com preços de venda,  tem 10 passos fundamentais para sua implementação e os três primeiros não envolvem números, melhor envolvem informações que em alguns casos se transformam em números.

e estas informações não constam totalmente dos sistemas de gerenciamento embora possam constar. Depois temos os outros passos até ao 8 e estes envolvel centros de Custos e muitas análises financeiras, são estas que depois nos dão o preços de venda. E é por isso também que em Hotéis grandes e aqui começo de 300 UHS para cima há casos em que o "BAR" muda 200 vezes por dia e isso quando é feito com consciência não leva com todas as alterações somadas mais de 30 Minutos. Quando comecei precisava fazer 2 operações mas usava uma calculadora comum, hoje preciso alterar o dado de uma planilha de Excel - mas dos sistemas de gestão que há no mercado MEMHUM que eu tenha visto até hoje faz isso.


SN Hotelaria Consultoria Especializada: Revenue Management para Todos: Grande parte dos gestores e proprietários acredita que o Revenue Management seja para poucos ou que seja uma modinha atual, depois deste ar...

domingo, 8 de julho de 2012

Um alerta com finalidade construtiva


O fator cursos e treinamentos vem proporcionando uma troca de experiências muito vasta e com isso a certeza da ineficiência de Gestão hoteleira consciente e principalmente eficiente.
Com o surgimento dos sistemas mecanizados ou automatizados perdeu-se o fator recepção, atendimento e atenção ao senhor hospede, isto é fruto de uma série de fatores, nomeadamente a falta de lideranças que conheçam realmente GESTÃO HOTELEIRA – HOTELARIA E SERVIÇO. Mas como sabem ministro cursos de Revenue Management, e aos que não sabem o que é infelizmente a maioria, Revenue Management é acima de tudo uma forma, filosofia de gestão, não tão moderna assim, mas a mais eficiente sem dúvida nenhuma e eu nunca usei outra já que minha formação data das primeiras turmas de RM da Europa. Quando em meus cursos exponho algumas formas e rotinas gerenciais, (RM É MUITO ANALÍTICO E POUCOO COMERCIAL) é GESTÃO - reparo com espanto que a maioria nem sabe que isso pode ser feito, dizem, mas o “CM” “desbravador,” Opera, ou qualquer outro desses sistemas já faz isso? Então eu comecei a me informar e a dar exemplos do que pode acontecer (sem as tais rotinas) e venho tratando esta prática à meia dúzia de cursos, reparando assim e com o “de acordo” de todos os conhecedores e operadores desses sistemas, que os mesmos teem insuficiências capazes de desvios bárbaros, sem que para isso seja necessário mais que a anuência de duas ou no máximo 3 pessoas, e estes desvios não serão notados jamais, digamos haveriam os “usuários" de ter muito azar para serem descobertos.
Sistemas são feitos pelo Homem, idealizados pelo Homem, para por este serem operados, só que se faz necessário aprimorá-los e muito, e principalmente como se fazia bem feito sem o sistema, para que este possa ser implementado, introduzir neles mecanismos de segurança que se fazem absolutamente necessários. Num dos cursos ao interpelar um participante sobre um destes casos onde a possibilidade de desvio é até convidativa, ele começou a mudar de cor e eu perguntei: que aconteceu: Ao que ele me respondeu, agora sei o que acontecia no hotel tal, e todos desconfiavam e ninguém nunca descobriu, sei disso porque o “Auditor” continua lá e já lá se vão mais de 5 anos. O referido auditor chefe de família com 3 filhos entrou na auditoria noturna e se locomovia com um chevetinho 1º modelo já mais para lá que para cá. Ao final de um Ano andava de Astra novo. Todo o mundo estranhou, comenta-se, mas nada acontece. Aqui temos duas insuficiências gritantes. A Gestão, o Gerente geral como a maioria dos que se encontram no mercado não tem conhecimentos para o cargo que ocupa, e o “tal sistema” que permite que estas coisas aconteçam, sem qualquer retratação.

Será que foi mesmo evolução: "Há cerca de 30 anos, por conveniência eu fiz um curso de contabilidade geral mecanizada, que computador que nada eram as grandes e Barulhentas maquinas da NCR que faziam tudo e hoje com todos os avanço vejo que os sistemas de gestão hoteleira estão mais atrasados do que essas Já Velhas maq. De 30 anos atrás. Essas maq. Eram para contabilidade geral, inclusive bancária e parte da parte prática desses cursos a gente ia ao Banco fazer os lançamentos das C/C dos clientes para saber n prática como funcionava. Já nessa época a maquinas conheciam a Universal regra de contabilidade “quem recebe deve, quem paga tem a haver” ou seja, se vc fazia um determinado lançamento a débito, precisava “fechar a operação” este valor teria que ser creditado em algum lugar, senão a maquina nunca mais fazia nada ela simplesmente travava e não adiantava desligar e ligar de novo, ela te impedia de errar. Tudo o que é bom na vida é simples, mas simplificar demais deixa as coisas fora de controle. CUIDADO."

Deixo o alerta e não é o primeiro, para os RH e ou DIRETORES de Hoteis e REDES terem o cuidado de encontrar GESTORES com conhecimento e comprometimento, Ou procurem serviços de consultores que realmente tenham vivência hoteleira para selecionar estes executivos. Este último é inerente ao cargo, mas há formas de fazer com que ele aumente muito. E para os Programadores de Todos os sistemas de Gestão Hoteleira do mercado, para que revejam seus parâmetros ou pesquisem se os mesmos estão sendo bem usados, acho que aqui as duas coisas acontecem, não acredito que tanta gente esteja cometendo o mesmo erro se o sistema estivesse devidamente configurado.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O Revenue Management e suas distorções. Ou não...


Nas minhas pesquisas e no tentar entender. Ao que é que se chamava de Revenue Management aqui pelo nosso Brasil descobri as resposta para algumas perguntas a primeira delas foi de onde veio o “Revenue Manager” embora eu sempre acha-se que se tratava e um gestor de canais online (e trata) e de reconhecer seu valor, eu queria conhecer o porquê esse cargo aparecia, já que aprendi na faculdade e pratiquei durante 30 anos que o Revenue Management é parte integrante e responsabilidade total de um Gerente Geral, um Diretor Operacional ou um diretor geral. ( O Gráfico mostra Hoteis gerenciados e Assessorados por mim com implementação e operação de RM Genuíno)
Descobri então, que os “sistemas de Revenue Management” automatizados se intitulam “XXX” Revenue Management Sistems”. (Embora não passem de ferramentas, se passam por sistemas)

Visto por esse ângulo o operador seria o Revenue Manager.

Tudo isso está correto não nos deparássemos com um problema que, a falta de conhecimento de uns, se transforma em oportunidade de outros.
Esses sites com o nome de RMS não são Revenue Management Sistems e sim poderosas ferramentas online que facilitam alguns dos dados necessários para a informação necessária ao real sistema. O Revenue Management. Gerenciamento de Receitas, no Brasil de Hoje, se “gerenciam” diárias, me digam: Restaurante – Eventos – Convenções – Bares – Boites - Fast foods - Churrascarias – Frigobar, etc. Não geram receita? Então entendam que estão-se vendendo ferramentas que auxiliam na gestão de uma receita. Nunca em mais de 20 anos de gestão administrei um Hotel no vermelho nem qualquer um de seus setores. Mas isso é a prática de Revenue Management real e plena. Por isso Implantamos:

Senão Vejamos:
Revenue Management = Gerenciamento de receitas, o que uma empresa precisa para poder implantar um sistema de RM?

 • Capacidade finita (por exemplo, um hotel tem um determinado número de apartamentos disponíveis para vender);

Stocks perecíveis (no caso de um hotel os quartos não vendidos em determinado dia não podem ser aprovisionados);

Micro segmentos de mercado: - Mercados com diferentes sensibilidades ao preço;

Procura variável e incerta;

Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo;

Baixas razões custos variáveis X custos fixos.

Um programa de gestão de receitas para ser bem implementado e ter sucesso deve ser baseado sempre e só em preços de venda.
Reparem os sistemas que estão no mercado e as pessoas que dizem praticar o RM fazem-no apenas e tão somente com os preços de Diárias, e como será que eles determinaram o preço de venda?
Porque não fazer com todos os valores, já que hotéis há que, quando devidamente gerenciados chegam a ter maior receita em todos os outros pontos de venda que na diária propriamente dita. Alguém já leu ou conhece o Unique de SP, não, não é uma exceção é a figura de uma administração Hoteleira consciente ISSO SIM.
·         Isto posto pergunto: Porque RM pela metade. Porque é isso que está no mercado e não conhecem o sistema e sim uma, de dezenas, apenas uma ferramenta. Por favor, não se enganem: Revenue Management é por si só o inicio e o fim de toda a Política / Modelo de negócio Hoteleiro e como tudo tem um início, mas neste caso não tem fim.
Não acreditem em milagres, mas o Revenue Management Bem implementado chega a parecer milagre para quem não conhece o sistema.
Nós disponibilizamos uma apostila para quem quiser iniciar de forma consciente, e promovemos a pedido cursos presenciais. Aguardem em breve Novidades para viabilização do sistema para qualquer tipo de Hotel pousada ou Hospedaria que aceite reservas via Site.
A Partir dos cursos iniciados em Junho, e a pedido de alguns Hoteleiros passamos a formatar nosso curso visando Diárias (o que até agora chamavam de RM) Restaurante eventos e empresas de organização de eventos. A partir desta explanação fica simples, nada em Revenue Management é fácil já que é um processo sem fim, implementar o sistema para todo o Hotel e principalmente Administrar com gráficos sempre crescentes.



Agora cabe ao Senhor empresário, ao Gestor, e aos presidentes e diretores gerais de grupos hoteleiros entender e escolher o que desejam para seus Hotéis, Ferramentas que ajudam a ajustar diárias ao mercado mas que não são realmente necessárias, ou o conhecimento para implantar seus sistemas e de posse do conhecimento e dos sistemas escolher o que deve ou não ser adquirido.


Além da apostila onde aparecem efetivamente subsídios para entender e iniciar a implantação de um sistema, promovemos cursos presenciais, treinamentos In Company e Palestras de esclarecimento.

quarta-feira, 21 de março de 2012

O Revenue Management e os Sistemas de “Revenue management” FERRAMENTAS

Nas minhas pesquisas e no tentar entender. O que é que se chamava de Revenue Management aqui pelo nosso Brasil descobri as resposta para algumas perguntas a primeira delas foi de onde veio o “Revenue Manager” embora eu sempre acha-se que se tratava e um gestor de canais online e de reconhecer seu valor, eu queria conhecer o porquê esse cargo aparecia, já que aprendi na faculdade e pratiquei durante 30 anos que o Revenue Management é parte integrante e responsabilidade total de um Gerente Geral, um Diretor Operacional ou um Diretor Geral.

Descobri então, que os “sistemas de Revenue Management” automatizados se intitulam “XXX” Revenue Management Sistems”. 

Bem, visto por esse ângulo o operador seria o "Revenue Manager". Tudo isso está correto não nos deparássemos com um problema que, a falta de conhecimento de uns, se transforma em oportunidade de outros.
Esses sites, com o nome de RMS não são Revenue Management Sistems e sim Poderosas ferramentas online que facilitam alguns dos dados necessários com informação necessária para o funcionamento de um fantástico sistema. O Revenue Management. 

Senão Vejamos:
Revenue Management = Gerenciamento de receitas, o que uma empresa precisa para poder implantar um sistema de RM?
 • Capacidade finita (por exemplo, um hotel tem um determinado número de apartamentos disponíveis para vender);

Stocks perecíveis (no caso de um hotel os quartos não vendidos em determinado dia não podem ser aprovisionados);

Micro segmentos de mercado: - Mercados com diferentes sensibilidades ao preço;

Procura variável e incerta;

Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo;

Baixas razões custos variáveis X custos fixos.

Um programa de gestão de receitas para ser bem implementado e ter sucesso deve ser baseado sempre e só em preços de venda.

Reparem os sistemas que estão no mercado e as pessoas que dizem praticar o RM fazem-no apenas e tão somente com os preços de Diárias.( RM pela metade ou não eles terceirizam o resto do Hotel)

Sim e porque não fazer com todos os valores, já que hotéis há que, quando devidamente gerenciados chegam a ter maior receita em todos os outros pontos de venda que na diária propriamente dita.
·         Isto posto pergunto: Porque RM pela metade. Porque é isso que está no mercado e não conhecem o sistema como um todo. Por favor não se enganem: Revenue Management é por si só o inicio e o fim de toda a Política / Modelo de negócio Hoteleiro e como tudo tem um início, mas neste caso não tem fim.
Não acreditem em milagres, mas o Revenue Management Bem implementado chega a parecer milagre para quem não conhece o sistema.

Nós disponibilizamos uma apostila para quem quiser iniciar de forma consciente, e promovemos a pedido cursos presenciais. 
Aguardem, em breve Novidades para viabilização do sistema para qualquer tipo de Hotel pousada ou Hospedaria que aceite reservas via Site.