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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

O Dinheiro compra tudo...!

Uma eterna imbecilidade. Afinal tudo o que o dinheiro compra é muito barato, mais tarde ou mais cedo você consegue.

Depois quando falamos de humanos venais (porque Homem que é Homem não se vende) porque ele vale sempre muito menos do que recebeu.

Mas a frase “o dinheiro compra tudo” apareceu na minha caminhada exatamente a seguir a ter uma notícia de integridade e de profissionalismo que infelizmente está fora de moda e para os “machos” de plantão o acontecido foi com uma mulher, se os profissionais se posicionassem e se valorizassem não precisavam se queixar.

A profissional em questão ganha mais de 20 mil reais por mês e há um ano está desempenhando suas funções, (ninguém paga um salário destes durante um ano se o profissional não é competente). Ao fim de um ano o pagador do salário resolveu que o lugar onde o profissional morava era muito superior ao que ele esperava e sugeriu que fosse transferida para um quartinho com banheiro – bem nada contra – porém um ano te dá pelo menos direitos você tratou isso não se muda de opinião. E o ou a profissional disse apenas. Não, não vou mudar, se não querem assim dá   minha passagem vou para casa.

Não se dobra a espinha para meia dúzia de reais, para qualquer Empresário, e um empresário com “E” maiúsculo jamais toma tal atitude e se toma. A atitude desta profissional, a única digna de um grande profissional, vale mais do que todos os profissionaizinhos que se sujeitam ao que os empregadores querem e depois vivem se queixando das condições que têm. As condições que você tem são culpa sua e não de mais ninguém.

Temos no nosso meio pelo menos uma Digna Jornalista, que pasquim nenhum compra, mas, pelo jeito os gestos de nobreza estão passando todos para a mão de Mulheres


Parabéns a quem vende o seu conhecimento, 
mas nunca a sua dignidade.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Que pena quando o comercial destrói o Hotel

Pagar o pessoal de vendas comissão sobre o volume, sem levar em conta a lucratividade das transações.
entra em conflito direto com metas de lucratividade da empresa.
Conversava com uma competente profissional quando escuto a frase que dá o título há matéria, e claro ela passou imediatamente a me inspirar, porque será que em um Hotel onde eu ou alguns dos profissionais que eu conheço e ainda há no mercado  não permitiria que isso acontecesse?

O comercial hoje praticamente não existe, conheço meia dúzia de gerentes comerciais de fato, mas meia dúzia mesmo. Conheço também redes onde o investimento em comercial é um verdadeiro absurdo e se eles simplesmente o suprimissem nada aconteceria, e descobririam o quanto são obsoletos ou talvez até melhorassem, isso sem esforço só pela economia, por outro lado temos uma geração de curiosos achando que comercial é alimentar OTAs e outros instrumentos modernos caros e que tornam os “hoteleiros” escravos de um sistema unido para explorá-los o que não me espanta, o que me espanta é a inatividade destes em torno disso e pior eles pagam para ajudar os portais eletrônicos a explorar o próprio cliente que é ou deveria ser a sua razão de existir.

Isso é problema do comercial? Não, não é – o comercial de 95% dos hotéis Brasileiros e aqui entram até redes não faz o mínimo que deveria, responder a correspondência nem mesmo a cotações, e isso eu sei por experiência própria. Na ABAV conversando com agentes de viagem eles se queixavam do mesmo, a lentidão com que eventualmente são respondidos os faz tirar hotéis das listas de destino. E ainda assim continua não sendo problema do comercial, a falta de profissionalismo é o problema, mas ela trás atrelados.

O problema vem de cima, empresários que constroem hotéis e não têm a mínima noção do que isso seja logo contratam gerentes que trabalham por salários de fome e só fazem isso não porque o mercado esteja difícil, mas porque não têm noção do desempenho de suas funções, estes por sua vez deixam o comercial e outras gerências por conta de um tal de RH que 99% dos casos não entende nada de hotelaria, muito menos de suas rotinas, o que não faz diferença já que o Gerente também não sabe, ou pelo menos a maioria deles não sabe. Mas se fossemos detalhar cada um destes problemas não teríamos uma postagem e sim um livro com cerca de mil paginas sem exagero.

Some-se a isso a incompetência do comercial versus o desconhecimento do contratante e do pseudo GG. “Sou gerente comercial tenho uma grande carteira de clientes meu salário são 20 mil por mês e despesas de representação”. Estas figuras chegam a apresentar notas de refeição de dois mil reais. Detalhando, o Gerente comercial querer os 20 mil já pressupõe mediocridade, o empresário pagar e seja lá para quem for na área comercial brada aos céus. Senão vejamos – o Comercial precisa trazer resultados que serão traduzidos em LUCRO, se é tão bom assim dê-se à “estrelinha” a possibilidade de ganhar R$: 400.000,00 por ano, mas que isso seja fruto de sua competência quero com isto dizer que falando de Gerencia o salário não passe de R$: 2.000,00 e de Diretor no Máximo 5.000,00, mas claro tanto um como o outro não devem ter limitação de ganhos fazendo-se isso com comissões, e não pelo faturamento geral bruto do empreendimento ou rede e sim sobre os resultados que estes eventualmente comessem a gerar e no caso de rede cada unidade é uma unidade e precisa haver uma planilha onde os resultados são mensurados, não me venham com a história: “mas isso é impossível” não, não é impossível só que precisa CONHECIMENTO.

Senão tenho que admitir que a única coisa em que eles são bons é de papo, eu diria “papo furado”. Um Gerente assim como um diretor comercial precisa não só saber o que quer como fazer com que isso aconteça se for pago antecipadamente com altos salários fixos porque trabalharia? Então há um sistema errado. Porque um grupo com um departamento comercial estupidamente inchado deve pagar ao Gerente ou ao Diretor comercial comissões sobre hotéis onde o resultado não dependeu em nada de seu departamento? Ou mesmo por unidades deficitárias?

Porque o comercial derruba o hotel, e isso está acontecendo hoje no Brasil em mercados muito bons. Simples porque o Hotel não tem um Gerente Geral, se tivesse o comercial não o derrubaria, estaria tendo a devida atenção e cobrança feita por um profissional capacitado, e quando me refiro a Gerente Geral me refiro a um profundo conhecedor em Hotelaria e todos os seus métodos e sistemas e não apenas a um título pomposo no cartão de visitas, hoje comum.

Um grande profissional amigo nosso foi chamado um destes dias para uma entrevista em uma rede pequena, mas uma rede, eles queriam um Diretor comercial, o profissional passou a dominar a entrevista, pois queria primeiro que tudo saber por que a rede queria o Diretor comercial, depois de ouvir a explicação do entrevistador (que claramente não tinha a menor noção do que precisava) disse: “Bem o que vocês precisam não é de um diretor comercial, pois o que tem que ser feito não é da competência deste há necessidade de decisões e implementação de procedimentos que não são da alçada de um diretor comercial, então os senhores neste momento precisam de um Diretor de Operações”. Os empresários em sua grande maioria não tem conhecimento para isso então vão por achismo até fechar ou passar um bom negócio para as mãos de quem o saiba gerir e perceber tarde demais que jogou muito dinheiro fora porque precisava economizar. “economia de araque”.

Como na maior parte dos casos no País, eles ficaram pensando sobre o porquê assim teria que ser, pensar sobre algo que se conhece muito pouco ou que acha que conhece é cómico não fosse trágico. E continuaram em sua luta pelo comercial ou não, como a decisão (ou indecisão) demorou muito tempo, não precisam mais – afinal nesta crise a gente fecha depois vê o que faz o caminho da incompetência quando o caixa não pode banca-la. Por outro lado temos grandes e Veneráveis grupos hoteleiros que desde que a “crise” foi anunciada aumentaram sua capacidade em mais de 2000 UHs. E continuam crescendo. Crise ou falta de profissionalismo. Acreditem há lugar ao sol para todos, Qualifiquem-se.

Em suma não há Gestões ou Gestores competentes então toda a linha descendente segue o mesmo processo, ou seja, as coisas ficam cada vez mais difíceis e o resultado é o abandono do mercado, o bom destes momentos é que só ficam os bons, o resto para de atrapalhar. CAPACITEM-SE, coloquem o profissional certo no lugar certo, principalmente criem-se formas de compensar a competência a seleção torna-se natural, isto nos trás para um grande e comprovado sistema de gestão, a meritocracia, mas consultem em vez de meterem os pés pelas mãos.

Dando uma passadinha por outra área, não compre a cozinha sem saber qual vai ser o seu cardápio estará fadado ao fracasso. Viram como pode gerar um livro de mil paginas, as nossas duas publicações sobre A & B têm mais de seiscentas.


Falando de publicações, ainda este ano vamos colocar no mercado mais uma publicação sobre o Revenue Management, a ciência que coloca o foco das empresas no aumento de receita, e não no corte de custos ou como muitos gostam de chamar o downsizing.  O Revenue Management leva ao aumento dos resultados financeiros através de melhorias de alto padrão. Só para termos uma ideia, Bill Marriott Jr. O primeiro hoteleiro a investir nesta prática no ano de sua consolidação aumentou o faturamento em US$ 100 milhões, (cem milhões de dólares), e isso há cerca de 40 anos. Outras ações fazem parte da história da ciência econômica e gerencial que é o Revenue Management, vamos trazer exemplos desta implementação em outros tipos de empresa.

terça-feira, 14 de julho de 2015

E as Remunerações...

Fui Gerente Geral de Hotel; comercial; Operacional e Gerente de A & B. E em todas estas gerências o meu maior ganho sempre foi sobre resultados. Há casos e eu participei desse tipo de prática em que o Gerente Geral e o Subgerente, ou no sistema Americanizado outros gerentes ganham sobre faturamento geral bruto. Sou contra essa prática fora dos cargos que enumero GG – Subgerente, Gerente Comercial e Gerente de A & B só devem ser remunerados sobre GOP ou LUCRO.

No caso do GG isso foi muito comum, nenhum de nós que sabia o que era hotel e gerenciava hotéis acima de 150 UHS aceitava uma comissão sobre faturamento superior a 3%, pois nós sabemos exatamente o que isso representa, nestes casos era natural o Sub ter comissões até 70% das do GG. Agora Gerente Comercial e Gerente de A & B jamais são comissionados sobre faturamento total, eles são remunerados sobre o GOP. Em outras palavras se não há lucro eles não ganham, só assim é possível ter profissionais competentes e realmente interessados no empreendimento “profissional” que ganha sobre faturamento na melhor das hipóteses dá prejuízo. E isso é Matemático.

Há tempos uma rede me perguntou se eu queria a direção de operações, eles queriam me remunerar sobre o faturamento Geral Bruto, mas tinham certo número de hotéis muitos dos quais não davam lucro. Ofereceram-me 3% sobre o faturamento da rede. Não precisamos dizer que não aceitei. E propus 15% sobre o Lucro e 0,5% sobre o faturamento das unidades em dificuldades, e assim que estas saíssem entraríamos nos 15% fosse sobre que valor fosse. Mas, sobre lucro. E Jamais sobre faturamento. Deixem-me lembrar:

“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”.

e isto independe de CRISE, depende de competência conhecimento e dedicação.

Não há como um profissional competente tentar fazer sua remuneração sobre faturamento geral bruto, e este valor ser superior a 3%, e isto apenas e tão somente para GGs.

Mas isso não se estranha, já que estamos na era do “venha a nós o vosso reino” o que é muitíssimo estranho é um empresário aceitar pagar a um individuo que se diz profissional, sobre o faturamento bruto, já que:

1º O “dito profissional” nesta condição não tem a menor necessidade de saber o que é lucro ou deixa de ser, o que ele quer é fazer volume.

2º Alguém que vem com uma proposta dessas é tudo menos profissional. E São aceites, depois falam de crise rsrsrsrs é… Assim tem crise, só que sempre.

sábado, 1 de junho de 2013

Produtividade Terceirização ou Despreparo

É de domínio publico a falta de UH’s (apartamentos) nos hotéis, principalmente nas grandes capitais e como se isso não fosse suficiente ainda nos deparamos com serviços que cada vez mais vão deixando a desejar. Parte disso se deve ainda há cultura do Brasileiro de não se programar, o que dificulta para ambas as partes: O Cliente que paga mais caro pela falta de planejamento o empresário porque não tem dados para se programar, e embute nos preços essa possível perda.

Ao contrário do que se diz por aí o Brasil tem alta produtividade na Hotelaria, pois encontramos hotéis com 200 UH’s serviço irrepreensível em todo o empreendimento onde temos 5 (cinco) recepcionistas e 7 camareiras uma supervisora e uma Governanta, claro que falamos aqui apenas de 2 departamentos da área de hospedagem.

Então não há pouca produtividade, há ineficiência e insuficiência de mão de obra, mas há profissionais que treinam seis subordinados e principalmente transformam funcionários em colaboradores, este é o grande segredo e estes têm produtividade.

A Hotelaria Nacional tem cada faz mais falta de mão de Obra e isso diminui sua produtividade, mas os que compreendem isso a tempo e treinam e valorizam seus colaboradores, não têm esse problema.

Há quem apresente uma equação que eu me atrevo a contestar: “Baixa produtividade gera demanda mais contratações e aumento de custos”.  Contratar mais gente desqualificada para resolver um problema de falta de qualificação é Utópico, logo comparar isto com uma atitude empresarial chega a ser ofensivo.

É mais barato e muito mais eficiente qualificar e fidelizar seu corpo de colaboradores. E nisso a Águia Consultoria e a SN Hotelaria, também são especialistas. Quantidade não é e nunca será sinônimo de qualidade e muito menos de produtividade.

É certo que existe a pratica de contratação de trabalhadores temporários em empreendimentos de alta sazonalidade, fizemos consultorias em grandes empreendimentos com esse perfil, e hoje eles não usam mais essa prática e fazem parte da lista de grandes resortes altamente rentáveis e sem sentir a sazonalidade, fazem mais de dois anos que ali não vou, mas vou dizer-lhes apenas uma coisa – passeie pelas dependências do local – todo o funcionário por quem passar vai cumprimenta-lo com cordialidade e agradecer-lhe por estar ali. Isso é apenas um detalhe.

Embora em hospitalidade os funcionários temporários seja uma mão de obra que dificulta e faz cair o padrão, e, portanto ser uma prática negativa, quando não se sabe lidar com a sazonalidade e transformá-la em aleado passa a tratar-se de um mal necessário.
Não precisamos nem dizer que a falta de qualificação da mão de obro afeta diretamente a rentabilidade.

Estão todos familiarizados com minhas postagens falando de Revenue Management e Hotelaria, em que pese ele deve ser usado em todas as áreas da hotelaria além de mais um sem número de empresas. Porém como viemos falar de mão de obra sem especialização e seus resultados, vou falar hoje um pouco sobre restaurantes, que além de serem terceirizados pelos pseudo-hoteleiros sofrem mais com a rotatividade e falta de especialização, tanto os de estabelecimentos hoteleiros com os particulares ou de grupos.
Não tão raramente consultam-nos (e isso acontece quando a “água chega ao pescoço”) donos ou empresários do ramo de restaurante com uma queixa do tipo: há seis meses eu faturava três vezes mais do que hoje e o meu cardápio é o mesmo os meus garçons são bons, meu cozinheiro não mudou... etc.

Para que alguma coisa mude para si, é fundamental que essa mudança parta de Si. 
Ou seja, somos responsáveis por tudo o que nos acontece. Esta é a verdade.

Se tudo está como há três meses menos o movimento, porque você não muda. Aqui o problema não é o mudar, e sim o COMO mudar.

É do conhecimento de todo o restauranteur que a coluna vertebral do seu negócio é o cardápio. Quando se pretende construir um restaurante primeiro e logo depois de todas as pesquisas necessárias vamos determinar o cardápio.

Mas aqui eu já ouvi tudo está igual. Deixe-me dizer, salvo raras exceções e regiões e casas em que isso muda, o cardápio imutável é o primeiro passo para o fracasso de uma casa, e eu poderia escrever uma dúzia de paginas com os motivos porque isso acontece.

Então precisamos variá-lo, aqui mais uma vez não é o que você faz que será importante, o que é realmente importante é o COMO se faz, e o porquê é assim que se faz.

Os funcionários são bons, e será que têm alta rotatividade. Isso é altamente negativo quando se trata de serviço. Logo faça como eu sempre digo mantenha seus funcionários e transforme-os em colaboradores, compromissados e comprometidos com a sua causa.

A minha cozinha é a mesma: Que bom, e não demita ninguém, isso não é solução, converse e reorganize o que existe.
Precisa atender a uma série de fatores:
1)   O que seu cliente prefere;
2)   O tempo que seu cliente espera pelo que pede;
3)   O conhecimento dos pratos por parte de quem apresenta o cardápio;
4)   O treinamento específico de vendas direcionadas para todo o pessoal.
Eles precisam ser confundidos, quero com isso dizer que sejam 1 ou 100, o seu cliente tem que achar que é sempre o mesmo. Uniformidade e padronização de serviços.

Todas estas nuances têm o COMO ser feitas, não se faz por fazer e o problema não se resolve demitindo, ou culpando.

Um dos segredos para o sucesso de qualquer empreendimento é não se perder tempo procurando culpados, e sim estar sempre na frente com as soluções sobre o que poderá acontecer.

Isso invariavelmente o leva a participar de uma estatística muito interessante, 95% das coisas que o preocupam não acontecem, e isso porque como já a previmos e temos as soluções elas nunca chegam a acontecer, assim somos parte dos 5% restantes o que é ALTAMENTE RENTÁVEL.

Precisamos ainda alertar para a diferença entre o consultor, e o desempregado que vai dar consultoria, este segundo muitas vezes é representante de equipamentos e maquinários e está ali só para vendê-los. Um dia destes fui chamado por um conhecido que me pediu um favor, ele havia tido no restaurante um consultor, de uma das empresas que mais publicidade sobre isso faz no Brasil, e este havia-lhe vendido um forno combinado, sob a alegação de que o forno economizaria 3 cozinheiros – Consultor com um nome grande por trás o restauranteur nem pensou duas vezes comprou o forno e pagou, depois de instalá-lo chamou-me com uma grande preocupação: “Rui, o cara disse que eu substituía 3 cozinheiros e na hora eu não pensei, mas eu só tenho três, esta coisa funciona sozinha”. 

Não, não é piada, é um desempregado com bom papo que se inscreve, vira consultor usa uma marca que se deveria preservar, e envergonha a classe.

Expliquei ao empresário que ele não precisava demitir ninguém, mas teria muitas vantagens com o novo equipamento, agilidade no despacho dos pratos cocção de vários tipos de produtos num mesmo tempo etc. No entanto até hoje esse senhor não compra mais nada sem me chamar para saber qual é a verdade do que estão lhe vendendo. Cuidado, com as dificuldades do mercado, cada vez mais temos incompetentes se passando por consultores.

Tanto hotéis como restaurantes churrascarias e todos os tipos de casa que serão beneficiados pelos grandes eventos que se aproximam, não precisam de grandes investimentos para se adequar. O que realmente precisam é de qualificar e fidelizar mão de obra. Em que pese o que se diz por aí e eu já ouvi muitos “empresários” dizer: “sai um tem três aí que querem trabalhar”, primeiro que desses três a maioria não que trabalho que emprego e eles nem entenderam ainda que é isso que lhes está tirando a rentabilidade.

Faça não só o que tem que ser feito, mas principalmente COMO precisa ser feito.
Invista em suas lideranças. Capacite-as

Tenha controle total sobre sua gestão sem ser centralizador. Costumo dizer do gestor nasce tudo, por ele é tudo distribuído e tudo volta a Ele.

Isso faz com que todos tenham suas obrigações bem definidas, não sejam dependentes da liderança, mas se habituam a dar opinião do que se passou, assim com o tempo livre para pensar e planejar fazemos com que toda a “maquina caminha por suas próprias pernas” e o que é mais importante o staff envolvido se sente útil, importante, proativo. Isso se traduz, não só em lucro, mas o que é muito mais importante e no que realmente somos especialistas RENTEBILIDADE - Parabéns você conseguiu.

sábado, 18 de maio de 2013

Sazonalidade na Hotelaria: desculpas e muitas falhas


O Artigo abaixo publicado pela Revista Hotéis teve por finalidade esclarecer entre competência e mediocridade e responder ao a um outro artigo anteriormente publicado na mesma revista. - E para combater a SAZONALIDADE - PROFISSIONALIZE-SE.
                                            ***************
A Revista hotéis sempre trouxe para o nosso meio assuntos de elevada relevância e ou eu tenho sido mais ativo e usuário, ou os artigos estão cada vez melhor, o que mostra que nossos Amigos da edição não esperam, vão onde a notícia está.

Acabo de ler na Revista Hotéis: “Sazonalidade na hotelaria: Como combatê-la de forma rentável”

QUALIFIQUE-SE. 
Tenho certa dificuldade com delicadezas em certos assuntos e muitos dizem: “é grosso”, minhas desculpas, mas eu prefiro ser direto e incisivo, afinal os artigos são lidos por adultos e muitos deles profissionais, e ou administradores, então não há porque ficar passando a “mão na cabeça”.

A Sazonalidade afeta a todos a uns mais e a outros menos. Desculpem a Sazonalidade afeta menos os Hoteleiros e mais os Hospedeiros. O HOTELEIRO sabe que cama é o de menos, é um pretexto para, o que importa são ATENDIMENTO E SERVIÇO de Excelência, e criar condições para que o Hospede venha e usufrua delas.

Não vou poder discordar de forma alguma quando alguém coloca um entrave no famoso e pelo jeito perpetuo “custo Brasil”, reduções medíocres de taxa de energia, para inglês ver, pois que na contra mão aumentaram os combustíveis, não só não leva a nada como piora as coisas. Na verdade o custo subiu o resto é embromação.

Tudo isto leva as pessoas a preferirem o exterior, de cada 10 executivos ou pessoas com certa cultura com quem converso e estão para sair e férias, vão para fora e de cada 10 (11 dizem – Fica mais barato) claro lá fora se explora uma Indústria que o Mundo inteiro sabe que é rentável e se chama TURISMO, os Brasileiros, e os Senhores ditos Hoteleiros também, preferem explorar o turista. Resultado, ele faz uma “banana” e vai embora, não é o turista que vai embora é o Brasil seus impostos absurdos e o despreparo dos gestores do setor que o enxota, são situações diferentes, eu sei que como se trata da verdade, poucos gostam de ouvir.

Isto em grande parte vem de Gestões deficientes em todos os níveis, e principalmente nos gestores dos setores de turismo e hotelaria. Que para justificarem a incompetência culpam o Governo, ora bem, todos sabemos que o governo é incompetente e inoperante então capacite-se e deixe-os de lado. Quanto custa o seu Quarto? Sabe? Se sabe; essa pergunta gera mais uma meia dúzia de perguntas eu vou lhe dizer o Senhor não passa da terceira, isto em 95% dos casos, sem isso não há Revenue Management.

Para ser rentável. E para fazer ou Gerir sob a Filosofia do Revenue Management que como dizem no artigo, “... Segundo ele, a entidade costuma incentivar seus associados a combaterem a sazonalidade de maneira rentável a partir da prática do Revenue Management — gerenciamento de receitas, onde se aplica uma diária maior em determinados períodos de alta ocupação para contrapor ao período de baixa ocupação...” Isto é uma Mínima parte de um sofisticado e eficiente sistema de gestão e as tarifas não oscilam conforme a sazonalidade ou pelo menos não só nela.

Mas isso seria o de menos. O Importante é que NÃO É RM. Saibam um pouco mais num artigo que escrevi há alguns dias nesta revista: “Revenue Management e enfoque errado no mercado, o Oportunismo”

Bem em tempo fui gestor de um dos empreendimentos citados no artigo e claro que ele não sofre sazonalidade, ali foi Implementado Revenue Management de verdade e por um mestre.

Mas a implantação do sistema de Revenue Management em si não acaba com a sazonalidade, mas o Gestor que conhece esta filosofia ele é dono e senhor do mercado o mercado trabalha para mim e não eu para ele esta á a fundamental diferença.

Conheço um ditado que diz: “quem tem a dor de dentes, é que vai ao dentista”. Quero com isto dizer que os Senhores “hoteleiros” ficarem empurrado uns para os outros ou para entidades de classe a falta de ocupação deste ou daquele empreendimento não vai resolver o problema, só vai passar atestados de incompetência. É preciso ações e acreditem os Resorts Brasileiros não dão prejuízo e os que dão é porque a administração está falhando, quando a gente diz abertamente a verdade há sempre quem não goste. Nenhum precisa dar prejuízo. E muito menos sofrer um diferença tão gritante por conta de clima. Desculpas servem todas para não se chegar onde quer – ou seja todas são boas, e afinal o clima não vai reclamar mesmo, culpe-se ele.

O Revenue Management de formação, e os mais de 35 anos de gestão e consultorias me permitiram criar o slogan que uso na Águia Consultoria: 
“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados” – O Bom é que há hoteleiros Brasileiros que também concordam com ele.

Eis a triste realidade. 
Vosso empreendimento não dá lucro? Ótimo eu o coloco sob nossa Bandeira 5 anos e recebo a parte importante sob o G.O.P. – O que acha?? – Para quem não sabe, sem lucro não há G.O.P.

domingo, 11 de novembro de 2012

SEGURANÇA E HOTELARIA


http://goo.gl/JB8pZ É uma notícia no jornal Online O Dia http://odia.ig.com.br e A QI profissionais trouxe e muito acertadamente este caso para os debates no LinkedIn, só que a exposição se inicia fazendo uma referência à falta de investimento em segurança pelos Hotéis. Não sou contra, e em administração de Hotéis grandes e aqui eu falo acima de 300 apartamentos há sempre um departamento de segurança e este se faz necessário, ou pelo menos sempre tive, porém sem ostentação, quase sem serem percebidos pelos senhores hospedes, senão tornam-se inconvenientes e despropositais, principalmente com a facilidade de monitoramento eletrônico que temos hoje em dia. A “tónica” é DISCRIÇÃO e a Máxima A SEGURANÇA. Tive notícia recente de um HTL em Curitiba que comunicou a uma empresa que tinha ali hospedadas pessoas que vieram para treinamento a estada de sete pessoas estranhas ao local que visitaram determinado apartamento, e mais, eles identificaram todos os que entraram sem estar hospedados, pois segundo consta dois não subiram porque não quiseram apresentara identidade, ou seja, isto é SEGURANÇA. Esta é a verdadeira segurança que precisamos e devemos ter na Hotelaria proveniente de recepcionistas e mensageiros REALMENTE PROFISSIONAIS, cientes de suas obrigações e das reais responsabilidades de seus cargos.

Por força das circunstâncias viajo bastante e sempre faço alguns testes pelo menos no primeiro dia e nos turnos onde ainda não me conheceram, e posso afirmar a falta de segurança da Hotelaria Nacional, eu diria a facilidade de se passar para dentro do Hotel sem ser interpelado por ninguém, chega a ser assustadora.

Assim como é gratificante você chegar à recepção de um Hotel onde você nunca esteve – em uma cidade onde você nunca foi visto, e o Gerente de recepção te tratar pelo nome. E ao ver minha cara de espanto ele corrigir: “Não Sr. Rui eu acompanho tudo o que o Senhor diz e escreve em todas as redes sociais e blogs”, pois é acreditem, isso também é bom, e não se trata de elogiar o profissional por eu me ter sentido bem, mas se ele sabe quem eu sou o mínimo a fazer é me tratar pelo nome.

Mas enquanto não se conscientizarem, da necessidade total e absoluta de profissionalizar a mão de obra que teem, acreditem todos estes acontecimentos desagradáveis vão continuar e até piorar. Imaginem os doze dias da Copa do Mundo.

Bem nem imaginam, porque eu também prefiro não imaginar – Prefiro recomendar contratem consultorias conscientes e realmente dadas por profissionais feitos na hotelaria e tornem vossos empreendimentos muito mais rentáveis e SEGUROS.

SUCE$$O.