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domingo, 11 de novembro de 2012

SEGURANÇA E HOTELARIA


http://goo.gl/JB8pZ É uma notícia no jornal Online O Dia http://odia.ig.com.br e A QI profissionais trouxe e muito acertadamente este caso para os debates no LinkedIn, só que a exposição se inicia fazendo uma referência à falta de investimento em segurança pelos Hotéis. Não sou contra, e em administração de Hotéis grandes e aqui eu falo acima de 300 apartamentos há sempre um departamento de segurança e este se faz necessário, ou pelo menos sempre tive, porém sem ostentação, quase sem serem percebidos pelos senhores hospedes, senão tornam-se inconvenientes e despropositais, principalmente com a facilidade de monitoramento eletrônico que temos hoje em dia. A “tónica” é DISCRIÇÃO e a Máxima A SEGURANÇA. Tive notícia recente de um HTL em Curitiba que comunicou a uma empresa que tinha ali hospedadas pessoas que vieram para treinamento a estada de sete pessoas estranhas ao local que visitaram determinado apartamento, e mais, eles identificaram todos os que entraram sem estar hospedados, pois segundo consta dois não subiram porque não quiseram apresentara identidade, ou seja, isto é SEGURANÇA. Esta é a verdadeira segurança que precisamos e devemos ter na Hotelaria proveniente de recepcionistas e mensageiros REALMENTE PROFISSIONAIS, cientes de suas obrigações e das reais responsabilidades de seus cargos.

Por força das circunstâncias viajo bastante e sempre faço alguns testes pelo menos no primeiro dia e nos turnos onde ainda não me conheceram, e posso afirmar a falta de segurança da Hotelaria Nacional, eu diria a facilidade de se passar para dentro do Hotel sem ser interpelado por ninguém, chega a ser assustadora.

Assim como é gratificante você chegar à recepção de um Hotel onde você nunca esteve – em uma cidade onde você nunca foi visto, e o Gerente de recepção te tratar pelo nome. E ao ver minha cara de espanto ele corrigir: “Não Sr. Rui eu acompanho tudo o que o Senhor diz e escreve em todas as redes sociais e blogs”, pois é acreditem, isso também é bom, e não se trata de elogiar o profissional por eu me ter sentido bem, mas se ele sabe quem eu sou o mínimo a fazer é me tratar pelo nome.

Mas enquanto não se conscientizarem, da necessidade total e absoluta de profissionalizar a mão de obra que teem, acreditem todos estes acontecimentos desagradáveis vão continuar e até piorar. Imaginem os doze dias da Copa do Mundo.

Bem nem imaginam, porque eu também prefiro não imaginar – Prefiro recomendar contratem consultorias conscientes e realmente dadas por profissionais feitos na hotelaria e tornem vossos empreendimentos muito mais rentáveis e SEGUROS.

SUCE$$O.