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domingo, 5 de julho de 2015

Ensinando e Recordando

Na sempre encantadora cidade do Rio de Janeiro terminamos esta semana mais um curso, desta vez de Gestão e Administração em Alimentos e Bebidas que por comodismo ou falta de profissionalismo, hoje os hotéis preferem terceirizar, quando o conhecimento sobre o assunto não é sólido, quem sabe não seja uma boa Opção, pessoalmente nunca terceirizei e nem terceirizaria A & B, inclusive nossa Bandeira Aquia Hotéis, acaba de implementar a Administração de Restaurantes também. Pois é uma área rentável, aliás, muito rentável.

Ao passar pela cidade Maravilhosa tive desta vez uma agradável surpresa encontrei um Senhor que foi grande parte de sua vida um concièrge, hoje poucos sabem o que isso é arranjam desculpas para esconder a ignorância, mas foi muito bom ter conversado com um verdadeiro concièrge e saber que a cidade Maravilhosa ainda tem esse profissional. Costumo simplificar nos cursos que dou e dizer: “Concièrge é o recepcionista do Hospede hospedado”, mas esta simplicidade é real, e não é simples.

A Hotelaria de Luxo (para mim Hospedar e servir é sempre um Luxo) e aqui falamos de Hotéis como o Eterno Gigante Copa Cabana Palace e há mais cinco ou seis no Rio que também têm, sabem o que isso é. Sabem também que o Concièrge não quer ser gerente, e quando o profissional está no seu lugar acreditem há dois grandes motivos para isso 1º eles não são pegos pelo “Leão”, 2º eles ganham mais que a maioria dos Gerentes mesmo desses Hotéis, um concièrge ganha pelo seu conhecimento e quem faz parte da Les Clefs d'Or Brésil sabe o que eu estou dizendo.

Eles sabem também que um recepcionista faz o chek-in e o cheque-out do Hospede e este é o único contato do Recepcionista com o Senhor Hóspede, estava procurando uma imagem de Concièrge para colocar e encontrei uma entrevista com um profissional leia aqui, e repare que antes de concièrge ele foi recepcionista.

Este link leva-nos ao site da “Les Clefs d'Or Brésil - Associação Brasileira de Concièrges,” onde poderão conhecer mais sobre essa honrosa complicada e detalhada profissão.

Eles têm as mais variadas histórias do nosso ramo, um dia um Hóspede de um desses luxuosos hotéis disse a um dos Consièrges, Senhor F... Preciso voar amanhã sem falta para Paris, o concièrge profissionalmente se prontificou a preparar a viagem e pediu ao Senhor Hospede seu C/C para efetuar a compra da passagem, este entregou o cartão solicitado e normalmente são cartões especiais como o American Expresse Black, o concièrge solicitou a reserva e ficou com uma dúvida, pois a Cia, aérea tinha 3 Classes o voo custava US$ 1.500,00 na econômica – 3.000,00 na seguinte e 6.000,00 na especial. Naturalmente o concièrge perguntou ao Senhor hóspede em qual classe desejava que fosse comprada a passagem, e pasmem o Senhor Hospede se ofendeu e fez queixa do profissional ao GG do Hotel, pois onde já se viu o “funcionáriozeco” não saber que Ele Sua excelência o Senhor Hóspede não viajaria em outra classe que não fosse o TOP – Rio/Paris U$S. 6.000,00. Pois é, a nossa profissão, tem muito disso. Eu cansei de dizer quando me perguntavam o que eu queria fazer se voltasse para a Hotelaria. Hoje aos 60 anos e tendo sido concièrge porque na Europa você não é Gerente de Hotel nem de nada se não tiver exercido todos os cargos, eu sempre digo. Quero ser concièrge do Copacabana ou um Hotel similar (acho que não tem) no Rio ou em SP. Não, a minha responsabilidade embora pareça não é inferior à do Gerente Geral, mas eu trabalho 8 horas e tenho um dia de folga por semana com certeza, e o GG que me desculpe eu ganho mais que ele seja ele quem for ou não sou realmente um concièrge.

Hoje como sempre eu quero agradecer aqui a todos os que participaram do curso, e deixar meus votos de que o tempo que me dispensaram lhes seja proveitoso e lucrativo, mas aproveito para render minha Homenagem a todos os Concièrge realmente Consièrges e que desempenham sua profissão como tem que ser. Ela foi é e será a Alma da Hotelaria. E para quem pensa que é fácil, hoje mesmo na era da informática onde a informação flui com muito mais facilidade eu precisaria estudar uns seis meses e muito para ser um concièrge no RJ, o que o profissional faz eu sei, eu só não sei o suficiente sobre o RJ para desempenhar a profissão. Saudações aos nossos Amigos das Nobres Chaves de Ouro Cruzadas. Vocês são Hoteleiros de Coração.

sábado, 18 de maio de 2013

Sazonalidade na Hotelaria: desculpas e muitas falhas


O Artigo abaixo publicado pela Revista Hotéis teve por finalidade esclarecer entre competência e mediocridade e responder ao a um outro artigo anteriormente publicado na mesma revista. - E para combater a SAZONALIDADE - PROFISSIONALIZE-SE.
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A Revista hotéis sempre trouxe para o nosso meio assuntos de elevada relevância e ou eu tenho sido mais ativo e usuário, ou os artigos estão cada vez melhor, o que mostra que nossos Amigos da edição não esperam, vão onde a notícia está.

Acabo de ler na Revista Hotéis: “Sazonalidade na hotelaria: Como combatê-la de forma rentável”

QUALIFIQUE-SE. 
Tenho certa dificuldade com delicadezas em certos assuntos e muitos dizem: “é grosso”, minhas desculpas, mas eu prefiro ser direto e incisivo, afinal os artigos são lidos por adultos e muitos deles profissionais, e ou administradores, então não há porque ficar passando a “mão na cabeça”.

A Sazonalidade afeta a todos a uns mais e a outros menos. Desculpem a Sazonalidade afeta menos os Hoteleiros e mais os Hospedeiros. O HOTELEIRO sabe que cama é o de menos, é um pretexto para, o que importa são ATENDIMENTO E SERVIÇO de Excelência, e criar condições para que o Hospede venha e usufrua delas.

Não vou poder discordar de forma alguma quando alguém coloca um entrave no famoso e pelo jeito perpetuo “custo Brasil”, reduções medíocres de taxa de energia, para inglês ver, pois que na contra mão aumentaram os combustíveis, não só não leva a nada como piora as coisas. Na verdade o custo subiu o resto é embromação.

Tudo isto leva as pessoas a preferirem o exterior, de cada 10 executivos ou pessoas com certa cultura com quem converso e estão para sair e férias, vão para fora e de cada 10 (11 dizem – Fica mais barato) claro lá fora se explora uma Indústria que o Mundo inteiro sabe que é rentável e se chama TURISMO, os Brasileiros, e os Senhores ditos Hoteleiros também, preferem explorar o turista. Resultado, ele faz uma “banana” e vai embora, não é o turista que vai embora é o Brasil seus impostos absurdos e o despreparo dos gestores do setor que o enxota, são situações diferentes, eu sei que como se trata da verdade, poucos gostam de ouvir.

Isto em grande parte vem de Gestões deficientes em todos os níveis, e principalmente nos gestores dos setores de turismo e hotelaria. Que para justificarem a incompetência culpam o Governo, ora bem, todos sabemos que o governo é incompetente e inoperante então capacite-se e deixe-os de lado. Quanto custa o seu Quarto? Sabe? Se sabe; essa pergunta gera mais uma meia dúzia de perguntas eu vou lhe dizer o Senhor não passa da terceira, isto em 95% dos casos, sem isso não há Revenue Management.

Para ser rentável. E para fazer ou Gerir sob a Filosofia do Revenue Management que como dizem no artigo, “... Segundo ele, a entidade costuma incentivar seus associados a combaterem a sazonalidade de maneira rentável a partir da prática do Revenue Management — gerenciamento de receitas, onde se aplica uma diária maior em determinados períodos de alta ocupação para contrapor ao período de baixa ocupação...” Isto é uma Mínima parte de um sofisticado e eficiente sistema de gestão e as tarifas não oscilam conforme a sazonalidade ou pelo menos não só nela.

Mas isso seria o de menos. O Importante é que NÃO É RM. Saibam um pouco mais num artigo que escrevi há alguns dias nesta revista: “Revenue Management e enfoque errado no mercado, o Oportunismo”

Bem em tempo fui gestor de um dos empreendimentos citados no artigo e claro que ele não sofre sazonalidade, ali foi Implementado Revenue Management de verdade e por um mestre.

Mas a implantação do sistema de Revenue Management em si não acaba com a sazonalidade, mas o Gestor que conhece esta filosofia ele é dono e senhor do mercado o mercado trabalha para mim e não eu para ele esta á a fundamental diferença.

Conheço um ditado que diz: “quem tem a dor de dentes, é que vai ao dentista”. Quero com isto dizer que os Senhores “hoteleiros” ficarem empurrado uns para os outros ou para entidades de classe a falta de ocupação deste ou daquele empreendimento não vai resolver o problema, só vai passar atestados de incompetência. É preciso ações e acreditem os Resorts Brasileiros não dão prejuízo e os que dão é porque a administração está falhando, quando a gente diz abertamente a verdade há sempre quem não goste. Nenhum precisa dar prejuízo. E muito menos sofrer um diferença tão gritante por conta de clima. Desculpas servem todas para não se chegar onde quer – ou seja todas são boas, e afinal o clima não vai reclamar mesmo, culpe-se ele.

O Revenue Management de formação, e os mais de 35 anos de gestão e consultorias me permitiram criar o slogan que uso na Águia Consultoria: 
“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados” – O Bom é que há hoteleiros Brasileiros que também concordam com ele.

Eis a triste realidade. 
Vosso empreendimento não dá lucro? Ótimo eu o coloco sob nossa Bandeira 5 anos e recebo a parte importante sob o G.O.P. – O que acha?? – Para quem não sabe, sem lucro não há G.O.P.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

HOTELARIA: Os Mais Luxuosos do Brasil

Unique agrada aos jovens endinheirados


O hotel em forma de fatia de melancia foi projetado pelo arquiteto Ruy Ohtake, que também desenhou o hotel Renaissance em São Paulo, o Blue Tree de Brasília, o Parque Ecológico do Tietê, a sede social do São Paulo Futebol Clube e o projeto de reforma do estádio do Morumbi. O Unique está localizado ao lado do parque do Ibirapuera, uma das maiores áreas verdes da cidade de São Paulo. O hotel agrada jovens endinheirados, principalmente do mercado financeiro. Abriga o restaurante e bar Skye na cobertura, que oferece uma bela vista da cidade. Possui 85 apartamentos e dez suítes decorados por João Armentano. A diária para casal custa a partir de 465 dólares.


                     Hotel Fasano é o mais caro de São Paulo


O hotel Fasano é o mais caro e luxuoso de São Paulo. As diárias são informadas somente em moeda norte-americana e custam a partir de 630 dólares. Esse valor sobe bastante no caso das suítes mais sofisticadas. O hotel pertence à família Fasano - dona de bares, restaurantes e hotéis no Rio de Janeiro e em São Paulo - e à incoporadora JHSF, uma das maiores do Brasil em imóveis de alto padrão e dona do shopping Cidade Jardim. Freqüentado por celebridades e endinheirados, o Fasano de São Paulo tem decoração estilo anos 30, móveis de época e tijolos ingleses na fachada. Abriga o restaurante de comida italiana Fasano, um dos melhores da América Latina, e o bar Baretto, especializado em jazz. Está localizado nos Jardins, entre as avenidas Paulista e Faria Lima. Inaugurado em 2003, possui 60 quartos distribuídos em 20 andares.



               Hotel Emiliano é para quem busca mordomias


Destino certo para quem busca mordomias, o Emiliano foi o primeiro hotel de luxo de pequeno porte da cidade de São Paulo. Logo ao chegar, o visitante será recebido com uma taça de champanhe servido durante o check-in. Enquanto isso, um mordomo se encarregará de levar a bagagem, desfazer as malas e engraxar os sapatos. Cada hóspede tem direito a um banho de ofurô e uma massagem. Sempre há uma garrafa de vinho tinto e frutas da estação no quarto. O hotel é particularmente interessante para quem vem a São Paulo fazer compras pois está localizado na rua Oscar Freire, um dos principais centros de consumo de luxo da cidade. Abriga 57 apartamentos, o restaurante Emiliano, o bar Emiliano, uma champanheria e um heliponto. As diárias para casal custam a partir de 570 dólares.

  

                       Hilton Morumbi atrai executivos


Em 2004, o hotel da rede americana Hilton mudou de endereço em São Paulo. O antigo prédio, localizado na avenida Ipiranga, na região central, foi desativado para dar lugar ao Hilton Morumbi, na marginal Pinheiros. Por fazer parte do Centro Empresarial Nações Unidas e estar próximo às avenidas Luís Carlos Berrini, Juscelino Kubitschek e Roque Petroni Jr., o hotel tornou-se um dos destinos preferidos de executivos em visita a São Paulo. Como o Hilton é uma das maiores redes de hotéis dos Estados Unidos, com mais de 500 unidades ao redor do mundo, costuma receber autoridades estrangeiras em São Paulo. George W. Bush se hospedou lá quando ainda era presidente dos Estados Unidos. Os quartos são confortáveis e funcionam como escritórios para quem precisa trabalhar. Mas também é possível relaxar no Hilton. Há um spa e uma das maiores academias de hotéis da cidade na cobertura. O ótimo restaurante Canvas e a vista para a ponte estaiada são outras atrações. O hotel é enorme. Tem 487 apartamentos e suítes e diversas salas de convenções projetadas para encontros de negócios. As diárias para casal custam a partir de 559 reais.



                    Grand Hyatt disputa hóspedes com Hilton


Localizado muito próximo ao Hilton Morumbi, o Hyatt ocupa um grande terreno na marginal Pinheiros ao lado da ponte estaiada. Tem 466 apartamentos com camas enormes. Nas suítes, há janelões com vista panorâmica. Os bares e restaurantes do hotel fazem sucesso entre executivos. Moderno, o local também atrai artistas. O Hyatt hospedou a cantora Madonna durante os shows no estádio do Morumbi em 2008. O hotel faz parte de uma grande rede internacional fundada em 1957 e que tem sede em Chicago.

Renaissance conquistou executivos que ficam na região da av. Paulista


Localizado na alameda Santos, a um quarteirão da avenida Paulista, o hotel Renaissance conquistou os executivos estrangeiros que preferem se hospedar na região dos Jardins. Os quartos possuem duas linhas de telefone, fax e internet de alta velocidade. Inaugurado em 1997, foi projetado por Ruy Ohtake, o mesmo arquiteto que desenhou o hotel Unique, na região do parque do Ibirapuera. O Renaissance possui 388 apartamentos, 56 suítes e 16 salas de eventos. O spa é um dos melhores da cidade. As diárias para casais custam a partir de 630 reais. O hotel pertence à rede Marriott, que também é dona de marcas como o Ritz e o Bulgari Hotels. Fundada em 1927, a rede tem mais de 3.000 hotéis e emprega 151.000 pessoas ao redor do mundo.



Copacabana Palace é o hotel mais glamouroso do Brasil


 
O hotel mais glamouroso do país foi fundado há mais de oito décadas, mas soube manter-se atual. Localizado na avenida Atlântica, na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, tornou-se internacionalmente conhecido em 1933, ao servir de cenário para o filme Flying Down to Rio, que tem Fred Astaire e Ginger Rogers como protagonistas. A praia de Copacabana já não é tão glamourosa como antigamente, mas até hoje o hotel continua a ser um ícone para estrangeiros que planejam visitar o Rio. Inaugurado em 1923, foi construído por Octávio Guinle e Francisco Castro e Silva a pedido do então presidente Epitácio Pessoa, que acreditava ser necessário haver um grande hotel de luxo na capital do país. Inicialmente abrigava também um cassino. Em 1946, o então presidente Eurico Gaspar Dutra decidiu proibir jogos de azar no país, e o cassino foi transformado em casa de espetáculos. Em 1985, com a decadência do Rio provocada pela mudança da capital para Brasília, chegou-se a cogitar a demolição do hotel. A ideia acabou abandonada quando o prédio foi transformado em patrimônio histórico. Em 1989, a família Guinle vendeu o hotel para a rede internacional Orient-Express, que modernizou suas instalações e inaugurou um novo sistema de iluminação, que fez o hotel resplandecer à noite. O Copa, como é chamado pelos cariocas, tem 243 apartamentos e suítes e cobra a partir de 583 reais por uma diária de casal



            Fasano Rio trouxe luxo para a hotelaria carioca


Após o sucesso em São Paulo, a família Fasano resolveu abrir um hotel no Rio para preencher uma lacuna importante da cidade: a ausência de um pequeno hotel de luxo que garanta privacidade aos hóspedes. Inaugurado em 2007, o hotel tem 91 quartos e está localizado na avenida Vieira Souto, à beira da praia de Ipanema. Decorado pelo designer francês Philippe Starck, o hotel tem móveis com estilo dos anos 50 e 60 em homenagem aos anos dourados da bossa nova e da própria praia de Ipanema. Funcionários usam uniformes vintage desenhados pelo estilista Ocimar Versolato. Todos os apartamentos possuem varanda e são arrumados duas vezes ao dia. O hotel abriga o restaurante Fasano Al Mare e o bar Baretto-Londra. Da piscina, localizada no terraço, há uma bela vista para as praias do Arpoador, Ipanema e Leblon. As diárias para casal são informadas em moeda norte-americana e custam a partir de 520 dólares.



Marina All Suites garante privacidade no Leblon


Localizado no Leblon, à beira da praia, o hotel faz parte do grupo Marina, dono de quatro estabelecimentos no Brasil. É um hotel exclusivo, com apenas 39 suítes. Como só há três apartamentos por andar, a privacidade dos hóspedes fica garantida. As nove suítes temáticas são a coqueluche deste hotel carioca. Cada uma foi projetada por um arquiteto renomado. As diárias para casal custam a partir de 585 reais.


Caesar Park Ipanema fica em meio à badalação


Localizado em frente à praia de Ipanema, na avenida Vieira Souto, o Caesar Park fica em um dos trechos mais badalados da orla carioca, entre os postos 9 e 10. Não é à toa que seu ponto forte é justamente o excelente serviço de praia. No ponto de apoio, há frutas, jornais e revistas. Também é possível solicitar bicicletas para passeios na beira da praia. O hotel tem 221 apartamentos distribuídos entre 23 andares. As diárias para casal custam a partir de 814 reais. O empreendimento pertence ao grupo Posadas, que controla 110 hotéis e tem ações negociadas na Bolsa do México.


Sofitel Copacabana tem os melhores quartos do Rio


Localizado na avenida Atlântica, na orla de Copacabana, o hotel Sofitel possui 388 apartamentos e cobra diárias a partir de 943 reais por casal. Segundo o guia Quatro Rodas, publicado pela Editora Abril, o hotel tem os melhores quartos do Rio de Janeiro. Também é uma escolha interessante para quem valoriza a gastronomia. Oferece degustação de vinhos ao fim do dia para os hóspedes membros do clube de fidelidade. Um de seus restaurantes é o francês Le Pré Catelan, considerado um dos melhores do Rio. Sofitel é uma rede de hotéis de luxo que faz parte do grupo francês Accor desde 1997. A Accor é líder no mercado brasileiro, com e 23.950 quartos distribuídos entre 145 hotéis de diversas bandeiras.



                 JW Marriott traz decoração clássica ao Rio


Localizado na avenida Atlântica, em frente à praia de Copacabana, o JW Marriott abriga 12 salas de eventos e 245 apartamentos distribuídos em 16 andares. Com decoração clássica que permeia todos seus ambientes, o hotel cobra diárias a partir de 358 dólares por casal. O empreendimento faz parte da rede Marriott, que foi fundada em 1927 e é dona de marcas como Ritz e Bulgari Hotels. A empresa reúne mais de 3.000 hotéis e emprega 151.000 pessoas ao redor do mundo.


Tivoli Ecoresort Praia do Forte é um dos melhores resorts


O Tivoli Ecoresort Praia do Forte é, sem nenhuma dúvida, um dos três melhores resorts do Brasil. Localizado no município baiano de Mata do São João, a cerca de 50 km de Salvador, o hotel consegue aliar elegância simples e serviços cinco estrelas. Os ambientes têm teto de sapê e muita madeira, o que lhe dá um ar mais natural. Ao mesmo tempo, tem toda a infraestrutura que se espera de um resort. A maioria dos quartos está de frente para o mar, a cama é king size e há TVs de LCD. As diárias custam a partir de 840 reais por casal. Desde 2006, o hotel pertence ao grupo português Tivoli. A beleza natural do local atraiu os portugueses, que, à época, ainda não haviam aberto nenhum empreendimento no Brasil.



Transamérica de Comandatuba é o único hotel do país com aeroporto


Localizado no município baiano de Una, o Transamérica da Ilha de Comandatuba é o único hotel brasileiro que dispõe de um aeroporto próprio. A pista asfaltada de pouso, de 2.000 metros, permite pousos e decolagens de aviões de grande porte, como um Boeing 737 ou um Airbus A320. A outra forma de chegar ao resort é por meio de barco, em uma viagem que dura 10 minutos a partir do povoado de Comandatuba. Logo ao chegar, o hóspede é recebido com água de coco. Encontra também piscinas cercadas de coqueiros, minicircuito de bugue, banana boat, caiaque e jet ski. A diária para o casal custa a partir de 940 reais, com as três refeições incluídas. A rede de hotéis Transamérica pertence ao grupo Alfa, de Aloysio de Andrade Faria, ex-dono do banco Real e um dos homens mais ricos do Brasil.

Fonte: Exame.com