Mostrando postagens com marcador Consultoria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Consultoria. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

E o Revenue Management

Revenue Management é aplicável a qualquer tipo e ou qualquer tamanho de Empresa, o que muda é a sua complexidade, mas em nenhum caso ele se torna inviável mesmo sem sistemas altamente complexos.

Trata-se da página 118 do livro de Robert G. Cross, o guru que entre 1978 e 1985 idealizou o sistema de RM que levou a American Airlines de 7 balanços anuais negativos consecutivos para o valor mais alto da sua ação na bolsa de NY. Revenue Management é antes de mais nada Muito Analítico e pouco comercial, quero mais uma vez tentar que entendam que R.M. não é coletar dados de preços de concorrentes eletronicamente e deles traçar o seu valor ideal, que mais de 90% dos que fazem isso não têm a menor ideia de quanto precisam para passar o dia aberto. Ou seja, desconhecem o ponto de equilíbrio, isto posto não têm noção do mínimo Ideal.

Nosso curso prepara os participantes para operarem dentro do Real Gerenciamento de receitas, assim podem estipular em tempo real os valores mínimos ideais, vamos deixar umas perguntas:

1– Quanto custa o seu lençol
2- Qual o consumo médio de papel higiénico por Hospede?
3 – Qual a Med. de Pax p/UH
4- Qual o seu consumo de energia por UH/Hr.
5- Qt. Tempo sua Camareira leva para arrumar uma UH
6- Qual o valor dos insumos do seu Café da manhã
7- Qual o custo p/ Pax pelo Canal que lhe trás mais Pax?
8 – Qual seu canal Mais rentável?

São oito perguntas, aparentemente sem grande importância, deixe-me dizer-lhes, ninguém que conheça e gerencie ou dirija com base em Revenue Management desconhece a resposta exata em tempo real, mas as perguntas em alguns casos que nós já assessoramos chegam à casa das 300, que na verdade levam apenas à resposta a duas perguntas:

1.    Quanto custa a sua UH vazia.
2.    Quanto custa sua UH ocupada
Em seguida temos:
2.1         Quanto custa a UH ocupada por reserva de OTA?
2.2         Quanto custa a UH ocupada por reserva no site e paga com C/C.
2.3         ...

Se eu continuar paramos nas 200 questões, exageros à parte tem cerca de 20 variáveis dependendo do empreendimento, sobre estes detalhes, o que eu venho tentando mostrar é que a maioria dos dados que precisamos para compor o preço de venda de uma UH e o nosso custo Operacional não estão fora do empreendimento e sim dentro e a nível gerencial. Entendam ainda que quando temos departamento de Alimentos e Bebidas, tudo isto se repete numa proporção infinitamente mais complexa, a tal engenharia de cardápios é algo de uma complexidade muito elevada. Colocar em um Curso de RM sério o gerente de Contas sem a participação do gerente Administrativo-Financeiro, quando o G.C. é consciente diz o que eu estou cansado de ouvir: “entendi tudo, mas não posso desenvolver, não tenho acesso a dados para esse tipo de procedimento”.

Há! mas a distribuição, a distribuição e os preços flexíveis que são tratados com leviandade pela maioria da hotelaria precisa ser fundamentada e não só copiada. E claro quando o Gerenciamento de Receitas é feito com consciência e conhecimento o pessoal de vendas e reservas, o departamento comercial de uma forma geral “nada de braçada” nas facilidades de negociação e sempre focados em aumento de rentabilidade e não de ocupação.

Tirando os PMSs da Grande Administradora e da Hilton – Marriot e Tivoli, não há no mercado sistema operacional que tenha como fazê-lo com RM, esses ditos módulos de RM não são Revenue Management nem aqui nem em Lugar nenhum do Mundo onde a administração seja realmente fundamentada no R.M. e levada a sério, que é só assim que os resultados são possíveis.

É com a gestão fundamentada em Revenue Management que há 26 Anos podemos afirmar:

“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”
E não, a crise não tem nada a ver com isso, e sim a falta de conhecimento.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Porque você investe e nunca vê seus dividendos?


Há no Brasil Administradoras que não distribuem dividendos há mais de dois anos, sabemos que: “não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”. Então porque não há dividendos por má gestão ou por contratos que só beneficiam um dos lados?

Jamais afirmaria que as duas, pelos menos as duas maiores administradoras do Brasil são incompetentes, eu conheço um pouco da história delas, e sei que o que não lhes falta é competência, mas então porque não distribuem dividendos? Simples, não sobra, mas isso é altamente questionável, se não sobra porque eles continuam pedindo aportes de capital quando na verdade vão continuar não distribuindo? Pior, porque vc dá em vez de trocar por uma Bandeira que só atua no sistema GANHA/GANHA.

Porque eles não fazem contratos como o da Áquia Hotéis, onde só recebemos se distribuímos dividendos se não há GOP a Áquia Administradora não recebe não achamos honesto receber usando a estrutura dos investidores e em troca apresentar relatórios cheios de números bonitos, mas que são altamente contestáveis e não suportariam uma auditoria feita por um Administrador da Áquia hotéis, ou por qualquer outro que conheça gestão e finanças hoteleiras.

A Áquia Hotéis administra seu empreendimento sem malabarismos numéricos, sem comissões sobre compras e outros serviços otimizando assim todos os resultados já que no final vai repartir dividendos com os seus investidores.

Conhecemos casos de administradoras que para completar o pool, ofereceram 1% ao mês a alguns dos investidores, e pasmem cumpriram, mas como o contrato prevê ao final de um ano apareceram “despesas necessárias” que levaram dos incautos tudo o que receberam e os recebimentos dos anos seguintes. Porque isso não acontece com a Áquia Hotéis? Simples, nosso contrato é vinculado a um planejamento anual onde consta tudo o que precisamos onde vão ser efetuados investimentos como e porquê e os valores previamente estimados. Sim isso é possível nós não somos mágicos somos administradores Hoteleiros, é diferente.

Pense bem onde está colocando seu investimento e se o resultado é satisfatório por favor continue, caso necessite mais esclarecimentos nossos profissionais estão ao vosso inteiro dispor. 

domingo, 11 de junho de 2017

Revenue Management - Prática e Implantação

Indústrias nascem para ser competitivas, algumas mais que outras. Essas indústrias com altos custos precisam cobrir as despesas, não importa o quais as perspectivas de mercado elas têm os compromissos que precisam ser respeitados. O gerenciamento de receita emprega uma metodologia de otimização de que ajuda determinadas indústrias (Vamos entender que não há empresa aberta que não deva usar a filosofia do Revenue Management) a explorar as características para gerar receita adicional e maior rentabilidade.
Um dos 7 conceitos do Revenue Management:
*Venda para micromercados segmentados e não para mercados de massa. (Utilize preços segmentados)
Sabedoria Convencional: - Determine-se preço, pensando em vender o maior número de unidades ao maior preço possível no mercado de massas.

Evento EntrópicoO individualismo do consumidor destrói o mercado de massas.
Gestor Fundamentado em R.M.: Segmentos diferentes exigem preços diferentes. Para maximizar receitas e se manter competitivo, os preços variam, (ou pelo menos devem variar) de acordo com a sensibilidade de preços a cada segmento de mercado
As definições conhecidas

O gerenciamento de receita é a prática de maximizar receitas de uma empresa ao vender a mesma quantidade de produtos ou serviços.
Também chamado de gestão de rendimentos, alguns consideram tanto uma arte como uma ciência. Ele emprega uma combinação de estratégias e sistemas de preços para maximizar o rendimento.
As indústrias que possuem produtos ou serviços que expiram - como UHs de hotel, salões de banquetes e salas de reuniões assentos de restaurantes na hotelaria, assentos de avião na indústria aérea, espaços e tempo em campos de Golf, Cabines em Navios, Carros não alugados numa locadora, cabeças de gado não abatidas num frigorífico, ou com hora extra adicional a ser evitada, espaço e tempo de transportadoras, isto para citar só meia dúzia – que deviam utiliza o "gerenciamento de receita" com maior frequência, eu diria SEMPRE.
Definição de Revenue Management, (Gerenciamento de receitas) pelos seus mentores, é: Uma ciência econômica de gestão que deve mudar a maneira com que você vê sua empresa e gerencia os problemas essenciais como produto, oferta, demanda e preços. Isto requer acima de tudo coleta e seleção de informações.



Aspectos Positivos
Empresas que combinam um inventário perecível e capacidade fixa normalmente usam o gerenciamento de receita, isto as torna muito mais competitivas. Por exemplo, um hotel tem um número finito de UHs disponíveis e custos fixos que serão pagos com estes ocupados ou não. Além disso, as empresas com altos custos fixos e baixos custos variáveis, geralmente provam para o seu cliente que estes mecanismos lhes trazem vantagens assim estes aprovam essa abordagem.
Com a discriminação de preços, alguns clientes procuram baixo custo e serviço mínimo, enquanto outros pagam mais por um serviço maior ou nível de conveniência. Há estudos recentes que mostram que 69% das pessoas se preocupam mais com o atendimento do que com o preço.
A indústria de aluguel de carros, pacotes de férias e prestadores de serviços turísticos, emissoras de televisão companhias aéreas e companhias de logística tradicionalmente possuem esses atributos, e são ou deveriam desenvolver um sistema de Revenue Management (gerenciamento de receitas).

Aumento de receita/rentabilidade

O gerenciamento de receita leva à inovação - tanto na criação de novos produtos e serviços como em seus preços, vamos relembrar que um dos fundamentos da implementação de um sistema de R.M. é a coleta e análise de dados. Esta inovação leva a aumentos nas receitas isto porque o novo sistema vai explorar mercados para os quais as empresas não deram atenção e por isso não as exploraram anteriormente. De acordo com um artigo do ITM o gerenciamento de receitas chaga a incrementar rentabilidade estre 20 a 50%.

A Atenção

O gerenciamento de receita, na melhor das hipóteses, é uma metodologia operacional que concentra cada grupo ou departamento dentro de uma empresa nas ações que eles precisam tomar para aumentar a lucratividade. Uma empresa que pode incorporar essa perspectiva em sua cultura provavelmente conseguirá os benefícios, incluindo um maior impacto nas receitas, mas principalmente em sua rentabilidade. Os sistemas de informática podem ajudar as empresas a implementar processos e procedimentos de gerenciamento de receita, mas essas ferramentas auxiliam, não dirigem, nunca substituem o conhecimento do ser humano, lembremo-nos de que informatizamos tudo o que for lógico, ou seja, cuja resposta possa ser sim ou não e isto às vezes nos mercados é altamente contraproducente senão mesmo catastrófico.


Indicadores de desempenho

A fim de obter todos os benefícios do gerenciamento de receita, uma empresa deve levar em conta um sem número de variáveis, falamos em “sem número” porque a atualidade no impões mudanças constantes e a estas temos que estar atentos, preferencialmente sermos capazes de antecipá-las. Essas métricas dependem dos mercados, mas, em qualquer caso, devem indicar quão bem uma empresa usa gerenciamento de receita para impactar a linha de fundo. Uma cultura de mensurar, comparar e ajustar dá suporte a outros aspectos do negócio, o que torna a empresa global mais eficiente, diluindo custos e aumentando a lucratividade.

Prós de Gerenciamento de Receita

Expectativas do cliente

O gerenciamento de receita fornece às empresas uma melhor compreensão do que seus clientes esperam no produto e da empresa.
A pesquisa envolvida no gerenciamento de receita dá às empresas informações sobre os desejos e necessidades específicas dos vários tipos de mercados e clientes que esta deseja atingir e por vezes nos dá noção de novos mercados que passavam desapercebidos e permite que a empresa dê forma ao produto serviço e atendimento em consonância com os diversos mercados em que atua e nos que se permitirá atuar em sua nova forma de gestão. Este conjunto de atitudes a torna invariavelmente mais eficaz.
Por exemplo, uma rede de hotéis que trabalha no gerenciamento de receita (se trabalhassem isso corretamente não haveria crise que lhes trouxesse prejuízos) pode acontecer que diminua a rentabilidade em função de outras circunstâncias, mas nunca balancetes no vermelho. Esta rede descobre que seus clientes são tipicamente corporativos que precisam de acesso fácil à internet, porém quando o sistema é bem implementado este mercado com certeza vai se estender muito, então os estudos mostraram que alguns hotéis da rede estão em regiões propícias a turismo familiar. Como resultado, a rede hoteleira pode incorporar uma política que oferece todo o tipo de apoio a este segmento recém descoberto desde mudanças nas UHs, cardápios adequados aos diferentes tipos de cliente, agilidade em suas operações, salas para recreação, monitores para crianças e adolescentes, etc.

Colocação de preços no mercado

O gerenciamento de receita permite que a empresa crie uma estratégia de preços competitiva altamente flexível sem perca de rentabilidade que atrairá os clientes incrementará as reservas antecipadas atribuindo a estas algumas vantagens e dará à empresa inúmeras vantagem sobre seus concorrentes.
Na verdade, o gerenciamento de receita é tão abrangente que com o tempo as empresas que não conseguem implementar estas estratégias vão sair do mercado tal como aconteceu no final da década de 70 até meados de 80 as que não perceberam o que acontecia com a implantação de Revenue Management se tornam incapazes de continuar a competir efetivamente no mercado.

A Citação abaixo está assinada pelo autor, e ele achando que sabia, não entendeu o que acontecia e faliu. –
 Hoje ele vive dando palestras pelo mundo explicando o que acontece com quem como ele não aderiu ao Revenue Management (gerenciamento de receitas)
Hoje isso já é uma realidade no mercado hoteleiro Nacional e vai se agravar, a tendência é que fiquem nele meia dúzia de redes que implementaram o Gerenciamento de receitas verdadeiramente e não um simples sistema de distribuição.
Há no mercado comprovadamente algumas redes que implementaram o Revenue Management desde o seu início no final da década de 70 a saber:
O primeiro foi Bill Marriott Jr. – da Marriott– Através de sua amizade com bob Crandall Principal executivo da American Airlines foi o primeiro.
Seguiu-se a ele A Hilton na pessoa de Dieter Huckenstein – presidente da divisão de Hotéis, depois sucedeu-se-lhes a Meliá e a Accor. Estas são a redes que conhecem e usam o Revenue management, os outros em sua maioria usam fragmentos e o tempo nos mostrará quem sobra.
Olhem mais uma vez o que diz, quem pagou caro por não querer aprender:
Vão ficar no mercado redes ou unidades sozinhas que queiram implantar sistemas de Revenue management, (gerenciamento de receitas) isto não é um sistema comercial nem de distribuição, é um sistema de gestão que por sua fundamentação dá suporte e agilidade aos sistemas de comercialização otimizando os resultados.
Por exemplo, uma companhia aérea pode completar a pesquisa que mostra que os clientes que de outra forma estarão dispostos a voar estão lutando com preços altos e taxas extras. Como resultado, a companhia aérea pode aumentar a sua vantagem competitiva, reduzindo os preços em certos voos ou mesmo eliminando as taxas de bagagem, tudo isto precisa ser alicerçado em um bem constituído rede de dados.

Segmentos de mercado

O Revenue Management, (gestão de receitas) procura mostrar à empresa toda a extensão de seus segmentos de mercado e apresentar novos segmentos disponíveis. As empresas que se concentram em um determinado segmento de mercado podem precisar expandir (é uma necessidade cada vez mais latente) seu foco para continuar crescendo no setor, se fizerem isso vão com certeza compreender o quanto estavam perdendo. Uma rede hoteleira que se concentre principalmente no corporativo pode perceber que muitos dos seus hotéis estão em destinos que poderiam interessar para férias em família. Turismo corporativo ou qualquer outro segmento, o que às vezes requer mudanças que quase não têm impacto significativo em seus custos fixos. Quanto pesquisas sérias e profissionais sobre o assunto detectam a oportunidade para essas mudanças elas precisam ser implementadas de imediato, o marcado tem seus movimentos próprios então ninguém nos garante que só nós chegamos nessa conclusão.

domingo, 16 de abril de 2017

A NOVA LOGOMARCA

Juntamos:
 Águia Consultoria (consultoria Hoteleira).
 Instituto de Gestão Hoteleira ( cursos de qualificação em gestão e Operação)
Áquia Hotéis - (Administradora de Hotéis e similares)

A Junção das 3 e o agregar novas competências dá origem à Ventura & Associados de Nova LOGO.

domingo, 19 de março de 2017

O Revenue Management... que precisa ser entendido.

E lá se vão 7 anos, reconheço que houve progressos, mas a crise que na hotelaria tem conotação própria e existe com maior intensidade muito dela devido às políticas incorretas e ao não entendimento desta ciência econômica de gestão, que é o Revenue Management tende a não terminar tão cedo, já que as pessoas insistem em depender do “vizinho”, e tratar como um sistema de distribuição o que é o modo simplista e incompleto de uma ciência eficiente crítico e complexa.

Há duas ou três redes que passaram pela crise com o conhecimento que trazem de RM desde  meados de 1970 além de não terem operado com prejuízo e ou políticas incorretas, aproveitam para adquirir empreendimentos rentáveis que os “curiosos” Revenue managers de plantão não conseguem fazer lucrar e como qualquer curioso com informações pela metade se atrela ao ditado corrente, “é a crise” enquanto isso os profissionais de fato crescem e adquirem novas unidades preparando-se assim para uma arrancada em grande estilo uma vez que os mercados estão mudando, isto em vista do que fez recentemente a Hilton ao adquirir um dos melhores hotéis de Copacabana da rede Windsor no Rio de Janeiro, simples a Hilton assim como a Marriott sabem o que é e como se tira partido do Revenue Management desde que Robert G. Cross que implantou na American Aair lines entre 1978 e 1985, criou o sistema que os dois gigantes da hotelaria Mundial usam desde então, trata-se de um sistema de RM e não de mera distribuição.

“Especialistas” de plantão insistem que precisamos conhecer a RevPAR do concorrente, que tal do mercado? E isso é importante? SIM. Mas está longe de ser o principal quesito necessário à implantação do sistema.

Permitam-me ser repetitivo, já que eu disse isto outras vezes. Se o mais importante é ter preço igual ao do seu “concorrente” você está admitindo que este sabe tudo de sua vida, coisas como: Suas despesas fixas, valores de sua folha de pagamento, quanto você tem que amortizar de seus investimentos quanto você quer ganhar, etc.

Não acham que há aqui algo muito errado? HÁ SIM.  Tão errado que isso o deixa como aos outros, vítima da crise criada pela falta de competência na gestão do próprio negócio, que no caso da Hotelaria Nacional esta crise é maior que a realmente existente nos mercados. Acha certo? Se não acha mude o que está fazendo e se posicione para dominar o seu mercado como só os melhores fazem, os outros choram, e culpam circunstâncias externas, negando-se a aceitar o problema como ele é.

Nós podemos determinar o preço “BAR” (best available rate) – melhor preço disponível - de uma rede de 30 ou 40 hotéis em 6 horas, claro que depois faremos isso para cada um dos hotéis, mas uma vez com esse cálculo em mãos o preço da diária pode no mesmo dia oscilar entre 150,00 (cento e cincoenta) e 2.000,00 (dois mil reais) não, não é engano e esta oscilação é possível e perfeitamente viável. Mas se você leva seis meses ou um mês, para determinar “BAR” com certeza é um gerente comercial razoável, mas jamais um Gestor focado na filosofia do Revenue Management ou um consultor que sabe o que está fazendo. Nós somos analíticos, críticos, planejados e assertivos.


Veja exatamente onde estava, para onde caiu com a crise e para onde quer ir, se demorar a decidir lamento dizer que chegará tarde demais, pois os competentes já estão com outro foco, o da rentabilização, que é o que realmente visa o Revenue Management.


“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Quem manda é o vizinho?

Este é o resultado esperado dos falsos “profissionais” de RM. – Mas o mais engraçado é que tem empresário que não consegue entender e paga por isso, depois vem a crise, não, não é a crise é o desconhecimento aliado aos oportunistas de plantão esta liga promove a crise de quem paga para isso.

Há anos combato a tal RevPAR, é um índice, é levado em conta, mas não se trata de um número para gestores hoteleiros e sim para investidores. Em resposta hoje tenho conhecimento de algumas dezenas de empreendimentos que entenderam e não usam mais esse indexador, mas aprendi mais uma incoerência vinda dos especialistas de plantão.

Há no mercado uma prática de troca de dados na qual nunca vi mal algum, em BH chamam de cesta competitiva, na maioria dos lugares de “comp-set” porém há empresas que a usam para “pegar os amadores” mas cabe a cada um fazer o dever de casa em vez de depender do vizinho, pois quando faz isso admite que este sabe tudo da sua vida do seu empreendimento de quanto custa operá-lo e de quanto quer ganhar.

No “comp-set” os hotéis trocam entre si dados sobre ocupação diária média e RevPAR, há porém hotéis de rede que nesta prática eles passam o RevPOR no lugar do RevPAR, não há muito tempo fui chamado por um grupo que tinha feito o curso comigo numa determinada cidade e me pediram para descobrir o que havia com os dados do “comp-set” já que estes se afiguram estranhos, não levei muito tempo para descobrir o que acontecia e porque – alguns Hotéis de algumas Administradoras passavam durante o mês o valor da RevPOR e no último dia do Mês acertavam, colocando então o valor da RevPAR, foi fácil descobrir não só o que faziam mas o porquê isso era feito, o “Colegas” (vistos como concorrentes) eram levados a acreditar que a diária deles estava baixa, então subiam-na. Para uns “esperteza” para outros “CANALHICE”. Eu sugiro que não compartilhe essas informações ou faça isso com dignidade, diga a verdade. Como disse anteriormente não tenho nada contra.

Usando estes dados os “especialistas” em RM – Porque Revenue Management ou em português (Gestão de Receitas é outra coisa) usam este quadro de Cesta competitiva ou comp-set como quiserem lhe chamar, para sugerir os preços para o hotel onde dão consultoria, bem isso Brada aos céus é de uma estupidez e desconhecimento a toda a prova, senão vejamos:

Se eu vou determinar meus preços em cima de um número com pouca ou nenhuma credibilidade o passo seguinte é a falência, já que estou admitindo que o concorrente sabe tudo de minha vida e de meus custos.

Revenue Management é uma ciência econômica de gestão, ela não serve nem para lotar o hotel nem para perder tempo com bisbilhotices Revenue Management comtempla o aumento de RENTABILIDADE, a diferença entre Custo e Receita. Este é o motivo pelo qual não há em nenhuma empresa séria e que queira resultados um “Revenue Manager” o (Gasparzinho da hotelaria) ou de qualquer outra empresa. O que existe em Hotelaria é: Um Gerente Geral que Gere sob a orientação da filosofia de Revenue Management – quando se trata de um grupo hoteleiro entre 3 e 30 Hoteis ou entre 600 e 6.000 Uhs é um diretor de Operações e este é responsável por esta gestão, fundamentada no RM – acima disso o responsável corretamente deve ser um CRO – Cheffe Revenue Office – o porquê disso é simples – Este elemento precisa ter livre transito e ascendência sobre Vendas – Marketing – Custos – controladorias e Administração.

É sabido e isso em Hotelaria – Locadoras de Automóveis – Frigoríficos – empresas de transporte e logística e Clubes de Golf – Para falar apenas daquelas em que já dei consultoria na área de Revenue Management que o pessoal do Marketing, sabe o valor de tudo, mas não sabe o preço (custo) de nada – O pessoal de vendas sabe o preço de tudo, mas não sabe o valor de nada – Logo alguém precisa colocar ordem nessa bagunça senão, usando jargão popular literalmente a “Vaca vai para o brejo. ” Em Hotelaria dependendo do tamanho do grupo o CRO não se faz necessário, mas então precisamos de um superintendente. Será que me fiz entender?

Quando eu saí para o mercado há 42 anos, já me obrigaram a “aguentar” mais 8 meses onde aprendi sobre o Revenue Management, mas só em 1978 essa prática começou para valer e no que ela consiste: Antigamente a gente tinha um Apartamento de Hotel ou um quilo de filé mignon ou um carro para vender ou alugar e sabia quanto isso tinha custado, sabíamos quanto se queria ganhar e estava resolvido a soma dos dois valores era o preço de venda e o produto ia para o mercado.

Porque surgiu o Gerenciamento de Receitas? As exigências de mercado alteraram a forma como se determina o preço de venda, ou seja, o mercado determinava o valor de aquisição de cada produto e este ou se enquadrava ou não tinha vez. Como podem perceber tudo o que aconteceu foi deixar as coisas ligeiramente mais complicadas, mas nunca inviáveis, foi nessa época que eu passei a praticar – Custos não se reduzem, se diluem – como podem ver neste artigo com mais de 4 mil leituras em menos de 3 meses.

Entendem agora porque eu pergunto se é o vizinho quem manda? Todas as informações são necessárias e o comp-set que faz mais sentido não é o de meia dúzia de hotéis, imagina o centro velho de São Paulo, a maioria dos hotéis ali, para ter um comp-set razoável tem pelo menos 38 hotéis envolvidos e isso seria inviável para qualquer pessoa, então a informação é sempre necessária, desde que séria, mas não é o mais importante ela vai compor junto com meia centena de outros fatores o preço de venda. Mas as informações até mesmo pela velocidade proporcionada pela informática muitas vezes para não dizer sempre trazem o trigo e o Joio – é preciso muito cuidado nessa separação.

Vejamos agora uma segunda aberração precisa do preço médio dos concorrentes para determinar o seu, pois bem isso pode levar anos e enquanto isso o empresário está pagando para ser enrolado. Nós podemos determinar o “BAR” best available rate para um grupo com 10.000 UHS em 8 horas desde que a empresa tenha, e deve ter, todos os dados de que precisamos, claro que demora cerca de metade desse tempo para fazer o mesmo procedimento com cada hotel, mas pode ser feito por cada gestor se assim se desejar. A implementação de um sistema de RM não depende de fatores externos, depende de nós, e nada para nem ninguém é sobrecarregado por isso. E não existe (Revenue manager) e sim, na melhor das hipóteses o Gerente de um departamento de Revenue. Isso sim já é correto.
Por favor não deturpem as coisas e nem tirem partido do pouco conhecimento alheio quando na verdade estão oferecendo produtos que realmente desconhecem.



“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados” – e oportunistas piorando tudo – CUIDADO.

domingo, 7 de junho de 2015

A Gestão afinada supera a Crise

PPubliquei algo sobre a Comunicação, ou no caso da Hotelaria Nacional a falta dela e quanto isso custa, bem quanto isso custa é necessário um planilha de custos realmente bem ajustada o que em face do que nos é apresentado podemos afirmar que literalmente não existe temos hoje, 12 solicitações de orçamento eles envolvem em média o uso de 40 Apartamentos estes orçamentos saíram em média até às 14 horas da última quarta feira e até hoje não tivemos nenhuma resposta, eu acredito não só que estes “hoteleiros” estão em crise, mas principalmente que ela irá piorar, mas não tem nada a ver com a crise conhecida e criada realmente pela falta de governo, essa é uma coisa,  esta,, a da hotelaria é por “incompetência”, e a prova disso é que quem sabe Dirigir está crescendo, ou construindo novas unidades o que está absolutamente correto, não há gestão sem uma comunicação correta e com celeridade, um orçamento que leve mais de 6 horas para ser respondido melhor fora que não fosse.
Assim podemos entender porque se paga até 30% de comissões para as “OTAs” e outras paginas de investidores disfarçadas de Operadoras de viagem, elas simplesmente fazem o que o departamento comercial de qualquer hotel ou rede devidamente Dirigida e estruturada deveria fazer e não faz, eu tenho resposta em 3 minutos que saem de uma OTA e o hotel “Não Tem Tempo” para atender o cliente, aí está a outra grande diferença o comerciante o investidor tem cliente o Hoteleiro, o verdadeiro Gestor ou Diretor de Hotéis, tem hospedes, para nós “Os Senhores Hospedes” os primeiros são voláteis o segundo é fidelizável, claro que isso também precisa conhecimento, mas economiza 30% em minha planilha de custos, será que estes 30% em tempos de crise não interessam a ninguém? Pelos vistos não, pois até grandes redes estão pagando esses absurdos.
Como estas redes sabem fazer contas e têm planilhas corretas isso quer dizer que o cliente está pagando esses 30% portanto para a rede por enquanto isso não faz diferença, mas com o tempo o executivo que viaja as empresas que pagam e as famílias que passeiam vão entender isso e passar a se organizar e não usar nem esses Hotéis, nem essas redes, e muito menos as paginas de investidores a que chamam de “OTAs”, (online travel agencies).
Para quem não sabe hoje os Hotéis Americanos estão visivelmente se programando para sair dessas “paginas de investidores”. Entenda na imagem desta postagem http://goo.gl/g0ShqX como os Americanos que tanto gostam de imitar por aqui, mesmo sendo o primeiros a usar as OTAS desde 2014 começam a usar formas para sair delas, para quem não entendeu eu digo, quem sabe fazer contas já entendeu que o uso da OTAS tal como elas estão hoje é inviável, só os investidores ganham com isso.
O que representa na sua planilha de custos repassar 30% do faturamento de diárias? As crises são Ótimas para os grandes gestores, 1º nós não perdemos – 2º conseguimos nos fechar em análises e isso nos dá novas perspetivas que quando todo o Mundo começa a ganhar normalmente nós ganhamos sempre muito mais. Isso é gestão Bem Fundamentada.
Acreditem, há poucas industrias que sejam tão pouco afetadas por uma crise como a aque vamos enfrentar do que a hoteleira. A Maior prova disso, siga as notícias Há pelo menos uma rede dobrando de tamanho este ano – há pequenas redes construindo e ou agregando novas unidades. E As grandes redes de Hoteleiros verdadeiramente saíram da crise maiores.
Uma das maiores causas da “dita crise” é a falta total e absoluta de gestão, principalmente de gestão comercial onde nestas horas isso mais se nota.
A Águia Consultoria construiu o portal que ajudará a reduzir drasticamente os custos de operação de toda a Rede Nacional, entenda como ele vai funcionar e quantas mais adesões tiver mais fácil é para reduzir as respetivas taxas é um Portal de Hoteleiros para Colaborar com a Hotelaria.
Nós podemos ajudar não só na redução de seus custos como nas estruturação de toda a sua rede e ou Unidade independente, e em consultorias de prazo médio como certeza seu empreendimento terá pelo menos condições de otimizar em 20% os resultados.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Bandeiras Hoteleiras: – é ou não interessante


Como tudo na vida, tudo é uma questão de depende, eu jamais faria um investimento de 50 ou 100 milhões sem saber:

1º Quanto isso me rende;

2º Em quanto tempo terei meu Capital de volta;

3º O que preciso para Administrar isso...

Bem esta lista é longa, mas nada que um estudo consciente e competente de avaliação de mercado não possa responder detalhadamente, às vezes os futuros pretensos empresários acham caro pagar 30 ou 40 mil por um serviço consciente e profissional e empatam milhões, poderiam com certeza, economizar muito mais que isso se iniciassem com o Estudo de Viabilidade. A maioria que esquece isso, cinco anos depois se arrependimento matasse já estariam gelados, mas ainda assim mesmo há quem diga: “eu não preciso”.

Depois veem as Administradoras, que em sua maioria nunca entregam o que prometem, e quanto mais famosas são, mais especialistas se tornam em ganhar dinheiro com o que não lhes pertence e assim que o lucro começa a diminuir, ou que o risco aumenta elas entregam o seu prédio e passar bem. Isso é desonesto? Não sei afinal tem tanta gente aceitando que parece um bom negócio, só que é um bom negócio unilateral, e eu nunca vi um contrato que só contemplasse uma das partes, como nestes casos.

Tenho conversado com empresários que por outros afazeres entregaram seus hotéis a Administradoras que são especialistas em Marketing de imagem, vendem gato por lebre e estes dizem constantemente: “Nunca vi e não consigo entender como exigem tanto aporte de capital”. Para nós isso soa como um termo bonito para extorsão, não fazem o que tem que ser feito, têm contratos que os ajudam a ser “incompetentes” em tese, porque as administradoras ganham e se não ganham elas entregam, só quem não ganha é o “empresário, ou alguém assim intitulado” – porque nas escolas por onde andei e nas Grandes biografias de excelentes administradores que conheço diz-se: “Negócio que não dá lucro se liquida”. E esta é a verdade. Então as administradoras ganham e os verdadeiros donos “Dançam”.

É por isso que só entendemos um tipo de contrato de administração, e é o único que entendemos por honesto, já que ele contempla sempre ambas as partes, ou seja, está no sistema Ganha/Ganha. Se Ganha sobre o GOP. Aqui todos ganham.

Nós Administramos qualquer Hotel que aceitarmos administrar com valores entre 15 e 70 mil reais, e quando se chega neste valor eu passo a falar de hotel ou Hotéis que somados ou individualmente tenham acima de 350 UHS. Vivo há 40 anos sob a sombra de um slogan que criei há vinte e quatro:

“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”.

Então se tem um ou mais hotéis na mão de uma administradora e esta precisa de aportes constantes de capital das duas uma ou só tem um ganhando, ou a Administradora está perdendo o seu dinheiro, assim fica fácil.

Administradora competente recebe os seus proventos sobre os resultados do GOP. Ou não há GOP não recebe. A Taxa fixa de que falei acima é uma taxa que suporta a parte comercial sem a qual não há como lançar o seu empreendimento, mas é bom que isso seja feito também por um ou vários profissionais qualificados, e eu sempre digo se você não sabe fazer, como pode mandar alguém fazer ou contestar o que um possível dito profissional diz estar correto?

O Profissional seja de que ramo for quando administrador precisa primar pela transparência de suas atitudes, e o grande executivo é aquele que por qualificar pessoas ao seu redor pode a qualquer momento se tornar dispensável.

Pense bem, os administradores de seu Hotel honram completamente as promessas da propaganda inicial? Se não, que tal conversar? Lembrem-se:

Não há hotéis que não deem Lucro. E ele é muito maior do que os leigos e às vezes os nem tão leigos imaginam. O Quadro abaixo é de um Hotel existente, não identifica o titular, é um consultado e acreditem dá para se fazer muito melhor:


Vamos incrementar os cálculos deste quadro, partindo do princípio que este hotel fosse administrado por nós e o proprietário recebe 30% do GOP. Teríamos então: GOP= 2.073.110,00-653.191,18=1.419.918,82

Valor do GOP1.419.918,82  (1.419.918,82 X 30%=425.975,65) Em um mês onde a operação do empreendimento custou 653.191,18 o Proprietário teve seu capital de volta e mais 425.975,65 ou seja 65,22% de lucro sobre o investimento do mês. Como nossas taxas de Administração variam entre 22 e 35% vamos para uma média 28% hipotética.

Administração pressupõe transparência:
Valor do GOP
1.419.918,82
Proprietários
425.975,65
Administradora
397.577,27
Caixa
596.365,90



“Vamos esclarecer algo que pode ter a esta altura passado despercebido, este hotel é administrado pelos proprietários, os cálculos que coloco preveem a hipótese de ser uma administração nossa.”

Alguém vai me perguntar: e esse 596 mil que sobraram?  Não sobraram, vamos administrá-los já que eu sei que neste caso os custos mensais, não incluem férias, 13º e respectivos encargos assim como não fazem provisionamento para trocas necessárias temporárias de roupas de cama mesa e Banho – minibares –colchões – aparelhos de ar condicionados, etc. 

Mas assim mesmo esses 596.365,90 valor que varia e vai acumulando a cada um a três anos é uma questão a convencionar serão entregues aos proprietários com as respectivas demonstrações.


Como veem a Boa Administração Hoteleira é um grande negócio, a pergunta é: Quem está Administrando seu empreendimento tem estes resultados? Este resultado depende no caso de um Hotel deste tamanho da sua localização. Pense, sempre podemos conversar.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Sério e Rentável: Revenue Management

Faz um tempo que não falo diretamente de RM, na verdade Revenue Management é apenas e tão somente uma Filosofia de gestão, e não é para todos:
Revenue Management é uma Cultura
 Revenue Management é uma filosofia de Gestão
 Revenue Management é estatística e matemática
 Revenue Management é uma prática diária e continua
 Revenue Management é muito analítico e pouco comercial (mas é desta análise que sai o fundamento para o comercial rentável e consciente)
 Revenue Management é pragmatismo e assertividade
 Revenue Management é por si só o inicio e o fim de toda a Política / Modelo de
negócio Hoteleiro e como tudo tem um início, mas neste caso não tem fim.
No nosso entender a mais completa que existe já que ela engloba todo o empreendimento e envolve todos os colaboradores, precisa, como boa filosofia de gestão partir de cima, ela tem que passar “de pai para filho”, assim fica mais fácil entender que a permissa é sempre da diretoria, superintendência, gerencias, supervisões até ao último dos colaboradores o que nada o impede de não vir a ser o gerente de amanhã.
Por comodidade ou conhecimento reduzido ou conveniência se fala muito que o Revenue Management é a arte de vender o produto certo, pelo preço certo ao cliente certo, no momento certo pelo canal certo. Só que isto é só um pouquinho do todo. Nos meus 42 anos de Revenue Management dois dos quais saí da hotelaria para montar o sistema no maior frigorífico da África do Sul, aprendi quais as empresas que podem se beneficiar desta filosofia de gestão, além das tradicionalmente enumeradas como cias aéreas, hotéis e agencias de aluguel de autos. Isto foi o começo, e exatamente nesta ordem. Mas por curiosidade deixo aqui quais as características que uma empresa precisa ter para poder nela ser implementado um sistema de RM, ela precisa atender seis quesitos principais, a saber:
  1. Capacidade finita
  2. Stocks perecíveis
  3. Micro segmentos de mercado
  4. Procura variável e incerta
  5. Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo
  6. Baixas razões custos variáveis X custos fixos
Estas são as características básicas para se montar um sistema de RM, há umas pequenas variáveis, mas há aqui coisas imutáveis, e estas não se aplicam à hotelaria.
Na verdade o Revenue Management e: -
“Revenue Management é a arte do posicionamento estratégico, maximizando lucros com base da demanda e previsões, otimizando resultados fundamentados em cálculos econômico financeiros, disponibilidade e sazonalidade”.
Então causa-nos espanto, quando ouvimos alguém falar em Revenue Management e defini-lo, por exemplo, assim:
A aplicação de RM permite ao gestor lidar com as variações de demanda, aproveitando as ocasiões de maximização de receitas em cada cenário diferente, de alta ou de baixa, através do melhor gerenciamento dos seus inventários e preços e da utilização de estratégias de vendas e distribuição mais lucrativas”.
Porque isto nos espanta, explico: “aproveitando ocasiões” para o gestor que usa esta filosofia, as ocasiões independem de época e se fazem no dia a dia. É por isso que o gestor que usa esta filosofia rentabiliza muito mais que qualquer outro.
Fazem ainda referências à variação de ADR (Diária média) Versus (RevPAR) escrevi um dia destes num artigo uma pergunta sobre o resultado de um cálculo, (o correto e universal) da RevPAR. Precisa principalmente do conhecimento da aparição desta métrica.
Sabemos hoje que em hotelaria assim como qualquer outro segmento a melhor e mais fiel unidade métrica é o GOPPAR, os grandes gestores das maiores cadeias de hotéis do mundo estão altamente focados neste índice.
Quando se fala de tarifa dinâmica, flexível, flutuante ou qualquer outro nome que se queira dar às tarifas que realmente rentabilizam, é preciso não esquecer que tal como elas rentabilizam resultados são mais eficientes quanto mais andarem nos extremos, para isso é necessária uma bem fundamentada planilha de custos e sua correta manipulação pelo gestor competente, pois que em RM se trabalha sempre e só com o preço de venda, esse RM de que falam, pois o verdadeiro está ligado ao YELD e este sim tem os preços de custo o ideal e realmente rentável é usar os limites, ou seja, se você não sai da zona de conforto é mais um entre a maioria e ali vai ficar, quando algo acontece precisa imediatamente correr em busca de soluções, quando navegamos com menos conforto, mas com mais atenção e devidamente fundamentados, ganhamos tempo e dinheiro na hora que os outros, (concorrentes) vão atrás de soluções.
Num dos cursos fechados que ministramos um destes dias o presidente da empresa, quase no final disse: enfim, funciona, mas funciona porque requer mais atenção. Exatamente até que toda uma equipe saiba o que acontece, porque acontece e as vantagens, é preciso implantar a filosofia.
Enfim, 40 anos após a primeira aula, posso dizer que em hotelaria, ou melhor, em gestão hoteleira não há nada melhor no mundo, mas tem que estar devidamente fundamentado e não necessita de nenhum sistema automatizado caro e sofisticado, planilha de Excel rentabiliza bem até 1.600 (mil e seiscentos) apartamentos, daí para frente eu nunca fiz, mas acho que não teria problema em controlar 16.000 – claro ia dar um pouco mais de trabalho.
Conheça nosso curso, o livro didático fica com os participantes e inicie-se na arte de rentabilizar hotéis, algo que fazemos há 40 anos.
SUCESSO. Eu pude você também pode.