quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

OTIMIZANDO COM REVENUE MANAGEMENT


Nos nossos cursos de REVENUE MANAGEMENT que nada mais é que a forma de alta gestão mais rentável e eficiente que existe haja vista sua procedência do YELD, pois este é o verdadeiro pai do RM e se iniciou segundo consta com Frederick Winslow Taylor, nos idos de 1800. A única diferença é que usando o Yeld você consegue lucros em torno de 3 a 5% com redução de custos nesta faixa e passando estes mesmos dados para o Revenue Management você chega a atingir lucros que estão entre 20 e 50% mesmo assim há quem fale em redução de custos. Custos se diluem.

Fazemos e demonstramos vários cálculos e eu chamo a atenção para que o gestor conheça quanto custa e claro na outra ponta quanto rende cada metro quadrado do seu empreendimento. Entre outros motivos porque existe um preço de mercado e precisamos ver 1º se conseguimos pagá-lo com a gestão como está. 2º se podemos ir para o mercado e comprar outro imóvel já que no mercado você vai pagar por m² de construção.

Um destes dias lia uma notícia na istoÉ dinheiro e me deparei com a seguinte observação colocada por um grande consultor: “A Onofre possui a maior receita por metro quadrado do setor, segundo a empresa de pesquisas Euromonitor.“ Conheça a matéria.

Quero com isto chamar a atenção para o fato de que Revenue Management otimiza todos os setores e isso (como castigo) rentabiliza o empreendimento, não conheço o suficiente da gestão de varejo de farmácia para poder dizer se é ou não viável a implantação de um sistema de RM, mas para a distribuidora de medicamentos, o atacado isso eu sei que é.

No nosso próximo curso agora em Porto Alegre, vamos ensinar os mecanismos que permitem essa otimização nos Hotéis, Restaurantes, Centros de Convenções e Eventos e similares.

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O REVENUE MANAGEMENT


Vimos ao longo do tempo que vem se iniciando o processo de conscientização sobre o que é o Revenue Management, nós mesmo temos nos deparado com essa realidade em 90% de nossos cursos onde as empresas enviam seus colaboradores da área comercial, a observação vem sendo continua. As pessoas assistem, e normalmente comentam: “entendemos perfeitamente como tudo isso funciona e não está na nossa alçada, tem como nos explicar como podemos melhorar, baseados no que estamos aprendendo o nosso entrosamento “comercial – reservas – recepção – Cliente” ou seja depois de cerca de 6 horas de trabalho e a compreensão do processo, as pessoas querem aproveitar o que aprenderam apenas na suas áreas. O que é viável mas absolutamente incompleto.
Encontramos ainda no mercado instituições oferecendo cursos de RM e nele apresentam situações como a que segue na imagem:
Estas preposições sugerem  algumas considerações:

Já na primeira 1ª colocação se não existir ou se o comercial não conhecer, e não se supões que conheça, os custos em sua minucia, como ele vai conhecer o ponto de equilíbrio?  Depois nós profissionais sabemos que o PE de um hotel é muito variável, e essas variações acontecem com muita velocidade e podem acontecer durante um mesmo dia. Logo o exposto no primeiro item exige muito mais do que uma dúzia de bons vendedores e embora seja simples não é tão fácil como querem apresentar.

Na 2ª colocação, é verdade. Pois que o Revenue Management, setorizado, se baseia sempre e só no preço de vendas, mas para que isso seja viável é preciso o apoio de toda uma estrutura para suportar isso. E esta não é comercial.

3º muito lógico segmente seu mercado conheço caso de hotéis que se não tivessem como recorrer a aporte externo de capital teriam fechado por terem sua ocupação maior baseada em uma grande empresa.

4º Continua tendo uma lógica puramente comercial.

5º entendam a complexidade desta afirmação, entendam o quanto de conhecimento de economia finanças mercados e movimentação precisa existir para que isso se viabilize, no máximo 20% desta competência é do departamento comercial, o resto é Gestão – Revenue Management é, acima de tudo uma FILOSOFIA DE GESTÃO.

6º este explorar é que tem um “som” no papel e outro bem diferente na realidade há necessidade de um preço coerente, uma empresa concebida para durar 100 anos não pode viver de picos, tem que ter uma constância de rentabilidade.

7º O obvio.
Temos abaixo duas explanações, na primeira temos a definição correta do Revenue Management.
- Revenue Management é: A arte do posicionamento estratégica, maximizando lucros com base nas previsões de demanda otimizando resultados fundamentados e, cálculos econômicos e financeiros e de disponibilidade que deve ser adotado por inteiro em todo e qualquer Hotel, ou empresa onde o Revenue Management possa ser implantado.
Na segunda uma mini relação de empresas que devem operar pelo processo de Revenue Management

Empresas em que o processo deve ser implantado.
·         Cias Areas
·         Hotéis
·         Hotéis Residencias ou Flats
·         Locadoras de Carros
·         Empresas de Transporte Ferroviário
·         Operadoras Turísticas
·         Transportadoras
·         Empresas de Cruzeiros Marítimos
·         Restaurantes.
·         Cozinhas industriais
·         Empresas de eventos
·         Frigoríficos

Porquê Revenue Management não é para qualquer um.

•           Revenue Management é uma Cultura
•           Revenue Management é uma filosofia de Gestão
•           Revenue Management é estatística e matemática
•           Revenue Management é uma prática diária e continua
•           Revenue Management é muito analítico e pouco comercial
•           Revenue Management é pragmatismo e assertividade

•           Revenue Management é por si só o inicio e o fim de toda a Política / Modelo de negócio Hoteleiro e como tudo tem um início, mas neste caso não tem fim.

•           O Revenue Management não depende do Gerente Comercial, nem do gerente de Marketing, não tentem reinventar a roda REVENUE MANAGEMENT é de Obrigação e atribuição do Gerente Geral, Diretor de Operações, ou Administrador. (Desde que estes sejam realmente profissionais). Mas não podem nem deves esquecer os outros Gerentes em todo o processo.


Das Aplicações:

Pode e deve ser implementado um sistema de Gerenciamento de Receitas em alguns tipos de empresas, e estas precisam ter características específicas, a saber:
•      Capacidade finita (por exemplo, um hotel tem um determinado número de apartamentos disponíveis para vender);
·         Stocks perecíveis (no caso de um hotel os quartos não vendidos em determinado dia não podem ser aprovisionados);
•      Micro segmentos de mercado: - Mercados com diferentes sensibilidades ao preço; 
•      Procura variável e incerta;
•      Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo; 
•      Baixas razões custos variáveis X custos fixos.

·         O Revenue Management não depende do Gerente Comercial, nem do gerente de Marketing, não tentem reinventar a roda REVENUE MANAGEMENT é de Obrigação e atribuição do Gerente Geral, Diretor de Operações, ou Administrador. (Desde que estes sejam realmente profissionais). Mas não podem nem deves esquecer os outros Gerentes em todo o processo.

É UMA SÉRIA E COMPLETA FILOSOFIA DE GESTÃO E COMO TAL REQUER CONHECIMENTOS DE TODAS AS ÁREAS SEM EXCEÇÃO.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Embratur foca em eventos paralelos unido a feiras internacionais

É uma ótima perspectiva esta atitude da Embratur, porém estão se esquecendo do principal. O ATENDIMENTO E SERVIÇO, fundamentos da INDUSTRIA DO TURISMO estão sendo relegados a 10º ou 20º plano, o que invariavelmente faz o trabalho ser jogado por água abaixo e nós cada vez mais afastados o tal MUNDO CIVILIZADO....

A auto-regulamentação do setor de eventos


Todos estes atos são louváveis, mas é sabido que, de forma geral quanto mais se escreve menos se entende. Depois seria de muito bom tom que regulamentação fosse efetuada por profissionais competentes e não pelos famosos “QI” que é o que está aparecendo a matéria no Diário do Turismo.
Pelo menos que se consulte quem está realmente no negócio, as normas são implícitas. O que cada vez é mais gritante é a falta de profissionalismo. 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Ótima Oportunidade

Uma boa oportunidade para incrementar cartas de vinhos para dias específicos, aproveito muito este tipo de estratagema o que sempre me gerou resultados expressivamente positivos.


Duas importadoras realizam promoções em seus estoques que chegam a até 70% do valor da garrafa. É a chance de quem gosta de vinhos renovar ou incrementar a adega. Leia mais:
VINOS Y VINOS-Rótulos da França, do Chile, da Itália, dos Estados Unidos e da Hungria formam o reduzido, mas poderoso, catálogo. Até 28 de fevereiro, 120 de suas 400 marcas ganham descontos na faixa de 50%. Entre os europeus, destaca-se o tinto francês Château L’Estang 2008, corte de merlot, cabernet sauvignon, petit verdot e cabernet franc da região de Bordeaux, vendido ao preço promocional de R$ 45,71. O Chile está representado pelo Pargua Premium Organic 2007, antes vendido por R$ 114,29 e agora por R$ 56,26.
WORLD WINE-Criada em 1999 pelo empresário Celso La Pastina (do grupo La Pastina), a divisão de vinhos finos da empresa contabiliza cerca de 1 500 rótulos. Até quinta (31/1), a importadora promove a oitava edição de seu tradicional bota-fora, com descontos de até 70% em 120 rótulos do acervo. Entre os da Itália, mire no Grechetto dei Colli Martani 2010. Esse branco do produtor Arnaldo Caprai, elaborado com a casta grecante, baixou de R$ 98,00 para R$ 59,90. O francês Château D’Angludet 2004, blend das uvas cabernet sauvignon, merlot e petit verdot, agora sai por R$ 169,90.