segunda-feira, 28 de julho de 2014

Vou Tentar de um Jeito Nosso aqui…

Consultoria Profissional
Especializada
Ou vou... vou... Isto é algo que ouvimos muito com pessoas que nos procuram quando bate aquela “pré-ocupação” o normal da maioria dos mortais e se fixarem nela, e esta fixação vem de várias formas, não tenho dinheiro para isto, aquilo não dá para fazer, e agora preciso demitir, mas não tenho como pagar a quitação. E agora passamos a ter duas situações:
1)    O não reconhecer que a sua situação de hoje, existe em função de decisões tomadas no passado, logo se você chegou onde está é pouco provável que consiga sair já que nem percebeu que estava caminhando para o desastre.

2)    Como você se fixa e concentra suas ideias no que não tem, vai ter na sequência exatamente mais disso, ou seja, está se enterrando sozinho teimando em arranjar culpados para uma situação onde o único culpado é Você.

Precisamos entender que é muito difícil para nós, não impossível, separar o que nos preocupa daquilo que precisamos fazer. Então aí entra a pessoa ou pessoas que podem e devem ajudar.  Vem com isso a exclamação, mas é muito caro!!!! Quanto vale o seu negócio? Porque a pessoa de quem falo, o consultor consciente é a diferença entre seu lucro e a falência. Ou uma rentabilidade como tem que ser, e a continuação da mediocridade.
Aliado a isso existem consultorias como a nossa que para contratos de médio prazo isso falamos em um Ano, a parte expressiva da remuneração é sobre os lucros, se no momento a empresa já não tem dinheiro para honrar os compromissos é obvio que irá pagar sobre valores que lhe permitiram respirar. E nós honramos o slogan há Anos.
“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”.
Acredite a consultoria consciente é sempre vantajosa, você sair “atrás” fazer mais do que já vinha fazendo só vai lhe trazer mais do resultado que já vem tendo.


Fica aqui o nosso alerta, quase sempre nossa experiência nos diz que a solução, por tão simples não é percebida por quem está envolvido no dia a dia do problema.

domingo, 6 de julho de 2014

E Quando não tem mais jeito? Tem...

Nós sempre conseguimos aquele
"ALGO A MAIS"
... Sempre TEM. Como sabem sou fã incondicional do Slogan que uso há mais de 20 Anos:
Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal Administrados”.
Isso me permite encontrar situações diferentes, mas que sempre reafirmam o que defendo há muitos anos. Sempre há soluções, e nunca são inviáveis, são sempre viabilizáveis, o que entendemos é a escassez gritante de profissionais, e paralelo a isso uma luz. Muita gente capaz querendo realmente se profissionalizar. É assim que, aos poucos conseguimos muito lentamente fazer com que tudo aconteça e novas pessoas formem num futuro próximo um quadro de profissionais.
Há a lembrar que a nossa profissão, quando levada a sério nos coloca a trabalhar 365 dias por anos, mas há sempre a consolação do ano bissexto a cada quatro então folgamos um, nada mau.
Do outro lado do muro, onde podemos escolher com quem trabalhamos, e normalmente o fazemos com horários pré-estabelecidos, por vezes nos encontramos fazendo mais do que devíamos, mas com o contentamento de fazer o que gostamos. É verdade, hotelaria, como dizem na gíria é uma “cachaça” pessoalmente tentei ficar afastado oito anos, realmente nunca consegui, porque com a desculpa de que este ou aquele precisava de uma mãozinha, lá estava eu de novo lidando com restaurantes ou Hotéis completos que é na realidade o que eu mais gosto.
O Rio Grande do Sul, um Estado onde morei e com o qual nunca perdi contato, não cansa de surpreender, mesmo quando acho que já vi tudo, aparece um novo e promissor empreendimento. Às vezes com empreendedores se deparando com problemas que não esperavam, com reformas inevitáveis e nem tão fáceis até porque a reforma sempre trás surpresas, mas depois de se ver o que existe temos certeza de que – Eles conseguem, e conseguem coisas simplesmente maravilhosas e só seguem em frente porque há determinação e noção exata, mas, superável das limitações. Então conseguem.
Gostei de andar uns dias por um maravilhoso recanto do RS – chamado Garibaldi, e tenho certeza de que ouviremos falar muito desse lugar e de sua nova hotelaria local muito promissora e de ótimas proporções.
EXCELÊNCIA EM FRONT OFFICE.
Aguardem a edição para a 1ª Quinzena de JULHO 2014


terça-feira, 24 de junho de 2014

O RevPASH

Fazemos sempre aquela
Algo a MAIS
RevPASH Food & Beverage Revenue per available seats and hour (per F&B outlet) – Receita de Alimentos & Bebidas por assentos e horas disponíveis.
Para compreender como o gerenciamento de receitas se aplica ao restaurante é sobre a compreensão de que é necessário o que você está analisando e porque, logo o restaurante está simplesmente vendendo o lugar certo para o cliente certo ao preço certo.
Na maioria das vezes os Gerentes de Alimentos e Bebidas estão analisando o número de clientes, o couvert médio ou tantas outras estatísticas que são gerados pelo empreendimento e este é o equivalente as analises apenas das ADR da Hospedagem sem saber qual foi à ocupação.
É compreensível que ao olhar para uma "refeição" como um item de estoque possa ser considerado mais um desafio. Ao contrário da indústria aérea ou hotéis que vendem seu produto específico com base em um período fixo de tempo, os restaurantes não têm esse luxo. Quando você está vendendo uma refeição, você pode ter uma ideia da duração média da própria refeição, porém a informação é um pouco relevante, já que a hora da refeição não é fixa e o A&B certamente não está vendendo tempo como são as diárias das UH’s.
O setor de alimentos e bebidas como um todo é culpado de não usar a simples ferramenta chamada KPIs (key performance indicators) para gerenciar o aumento de receita em seu restaurante. Como se pode determinar com precisão o que e quais mudanças precisam ser feitas sem ter uma métrica "correta" que represente com exatidão o desempenho atual?
Se você tem 25 clientes em seu restaurante com capacidade para 100 pessoas e que gastam, em média, R$ 50,00 cada um[1], você pode estar satisfeito com esta média, contudo se você analisar que pela sua capacidade total isto representa apenas R$ 12,50; será que você ainda irá olhar esta métrica como correta?
Sob o mesmo aspecto quando você está com 100% da capacidade, o que facilita apenas em se concentrar no couvert médio, e não o tempo; quantos clientes estão esperando para serem atendidos?
Tendo uma abordagem científica com os números do restaurante e suas operações não só cria eficiência e auxilia na maximização das receitas, como também aprimora o serviço e a experiência que o cliente tem o que normalmente o faz voltar com mais frequência.
Compreender como a economia do restaurante funciona se torna em uma significativa vantagem sobre aqueles que apenas monitoram o desempenho e as estatísticas básicas conhecidas, uma vez que a gestão do setor de A&B é: Maximizar a receita por assento disponível por hora criando uma mistura perfeita de preço e duração.

Fazendo os Cálculos
Como o próprio nome do RevPASH diz, vamos agora abordar as receitas não apenas pelo couvert médio, mas sim, com a produção real por hora e por assento disponível.

Seguindo o mesmo exemplo, nosso restaurante tem a capacidade máxima de 100 lugares o que na hora do jantar estamos disponíveis por 4hs ao dia (aberto das 19hs às 23hs). Então temos os seguintes dados:
Media de ocupação em horas por lugar: 1hr
Capacidade máxima de atendimento: 400 clientes


Dados
Dia
Quantidade de Lugares
100
Quantidade de horas
4
Média Ocupação/Minutos
60
Capacidade Máxima de clientes
               400
Clientes Atendidos
               280
Taxa de Ocupação
70.00%
Receita de Jantar
R$  11,258.32
Couvert Médio
R$        40.21
RevPash
R$      28.15



Se a ocupação por hora medida for menor que 1hr, o seu RevPash muda radicalmente, caso a receita seja a mesma.

Dados
Dia
Quantidade de Lugares
100
Quantidade de horas
4
Média Ocupação/Minutos
50
Capacidade Máxima de clientes
               480
Clientes Atendidos
               280
Taxa de Ocupação
58.33%
Receita de Jantar
R$  11,258.32
Couvert Médio
R$        40.21
RevPash
R$      23.45
Assim sendo, precisamos saber como calcular a capacidade máxima, e isto está ligado intrinsecamente à média de horas de atendimento.
Cada cliente se comporta diferente de cada um, uns permanecem mais tempo no restaurante e outros permanecem menos tempo, e para isto se faz necessário o controle de entrada e saída do restaurante por cliente.

Controle de entrada e saída por cliente
Cliente
Entrada
saída
duração
cliente 1
7:31
8:12
0:41
cliente 2
7:35
8:40
1:05
cliente 3
7:45
8:30
0:45
cliente 4
7:46
8:42
0:56
cliente 5
7:59
9:00
1:01
cliente 6
8:10
9:05
0:55
cliente 7
8:12
9:00
0:48
cliente 8
8:15
9:15
1:00
cliente 9
8:30
9:10
0:40
cliente 10
8:32
9:10
0:38
Média
0:50
Calculando o Tempo 
Como qualquer fórmula matemática, devemos trazer os termos ao mesmo denominador comum, horas devemos transformar em numero, desta maneira conseguimos fazer os cálculos necessários logo se cada hora contem 60 minutos, 50 minutos contem 0,833 de 1 hora ou 83,3%, bastando dividir a quantidade de minutos média pela quantidade de minutos de uma hora: 50/60 = 0,833


Calculando a capacidade máxima de acordo com o tempo.
Já que trouxemos o tempo a números, agora conseguimos fazer as devidas multiplicações necessárias para encontrar a capacidade máxima, se temos 100 lugares ocupados cada um deles durante 1 hora, e nosso restaurante abre durante 4 horas instintivamente sabemos que a nossa capacidade máxima é de 400 clientes, da mesma forma se os lugares são ocupados por no máximo ½ hora durante o mesmo período e a mesma quantidade de lugares, sabemos que a nossa capacidade máxima é de 800 clientes como também se forem ¼ de hora teremos a capacidade máxima de 1600 clientes, a questão se nos foge quando devemos saber quando são 5/6 de hora ou 4,5/6 de hora e por isto transformamos em percentuais por ser um número conhecido de todos.  
O tempo máximo de atendimento de nosso restaurante são equivalentes a 240 minutos (4*60=240), sendo nosso tempo maior ou menor, este numero se torna importante no calculo, ou seja se forem 5 horas teremos 300 minutos ou se forem 3 horas teremos 180 minutos e assim por diante.
Assim sendo temos o seguinte, conseguimos saber este resultado dividindo a quantidade de minutos total de atendimento pelo percentual das horas atendidas da média, assim sendo temos o seguinte:.240/0,833=288. Logo 50 minutos de atendimento equivalem a 288 minutos nas 4horas ou, divididos por 60, sua equivalência é de 4.8 o que multiplicado pelo numero de lugares se tornam 480 lugares de capacidade máxima de acordo com o tempo de atendimento.
Desta forma, conseguimos esmiuçar que o tempo equivalente é nada mais e nada menos que uma regra de 3 simples.   
                                50/60*240/60 = 60*240/50*60=4.8 * 100 = 480
Utilizando a mesma formula se fosse o tempo médio de atendimento equivalente a ½ hora.
                                   30/60 x 240/60=(60*240)/(30*60)=14400/1800=8*100=800
Como já sabemos calcular a capacidade máxima do restaurante de acordo com o tempo de atendimento o cálculo do RevPash fica mais simples, pois basta dividir a receita total pela capacidade máxima encontrada, neste caso, a receita com jantar total é de R$ 11.258,32 que divididos pela capacidade máxima de 480 clientes temos a Receita de Alimentos & Bebidas por assentos e horas disponíveis no valor de R$ 23,45 com uma ocupação total de 58,33% e um couvert médio de R$ 40,21, assim é possível dizer que a formula do RevPash pode ser atribuída a taxa de ocupação multiplicada pelo couvert médio:
11.258,32/480=23,45
Ou
40,21*0,5833=23,45
A partir deste RevPash você pode elucubrar o NET RevPash que é a receita gerada menos os impostos, taxas e comissões pagas a distribuidores e despesas com extras, e também o TRevPash podendo incluir outras receitas obtidas no jantar como Couvert artístico, brindes entre outras receitas que não são diretamente de A&B porém foram geradas através dos clientes de A&B





[1] Couvert Médio em capitulo adiante

Não esqueçam de perder todo o tempo do mundo com estas baboseiras e esquecer de, com formulas simples e concretas - cuidar o ER ou QE ou em bom  Português já que estamos nas siglas ( Do  LL.)

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Um Tour, Instrução, conhecimento e constatação.

Demos um curso em Porto Seguro, 
ficamos hospedados num 
empreendimento maravilhoso, 
com uma vista deslumbrante sobre a 
cidade e com um trabalho de gestão 
que o levará em breve a ser o mais 
categorizado empreendimento 
da cidade. Em que pese categorizado ter para mim uma conotação um pouco 
diferente, porém muito mais abrangente, não podemos esquecer que os pilares de sustentação da Grande Hotelaria são: Atendimento e Serviço.

Na contramão, temos grandes Operadoras como a CVC que tratam sem nenhum respeito seus passageiros e cobram preços exorbitantes para não dizer extorsivos, mas assustam os incautos com informações ERRADAS e não verdadeiras sobre os pequenos, porém eficientes e confiáveis receptivos do local. Sei que em todas as páreas há o bom e o mau – porém no caso dos serviços que verifiquei prestados pela referida agência em Porto Seguro, precisam melhorar muito para poderem ser considerados péssimos.

Da hotelaria em Porto Seguro e copa do Mundo, ali vão se hospedar duas das seleções da copa, mas as reservas dos hotéis mais tradicionais com serviço e preço mais coerentes não são para pessoas que querem ver jogadores jogo ou seleções, a maioria das reservas, e isto eu constatei do outro lado, na simpática e acolhedora Arraial D’Ajuda, são de pessoas dos grandes centros, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, querendo fugir do tumulto e da falta de organização fáceis de adivinhar para este período.

Fortaleza, e aqui a constatação é em empreendimentos digamos do nível mid scale o estrago é maior, em parte pela falta de conhecimentos dos gestores, pois eu conheço alguns que não tiveram este tipo de problema bastante visível por aqui.

A FIFA, como em muitas outras cidades fez bloqueios, e estes foram feitos no entusiasmo e oba oba do momento, avisei todos os que participaram de nossos cursos como isso deveria ser encarado, alguns nos ouviram, outros já sabiam de tudo estão tentando uma ocupação razoável.

Os bloqueios, pelo que pude entender não previam “dead line”, e ou estas não foram levadas a sério logo o que podemos ver é a FIFA devolvendo apartamentos a 14 dias do 1º jogo em Fortaleza com mais facilidade do que seus dirigentes trocam de camisa, do tipo, não vamos mais usar. Isto me desculpem é a total e absoluta falta de conhecimento da boa e infalivelmente rentável GESTÃO HOTELEIRA.

Isto posto resta deixar meu alerta para se precaverem para daqui a quatro meses quando o movimento vai ser assustadoramente descendente em relação às previsões.

Não vou poder esquecer de deixar outro alerta e este é repetitivo:

“Não há hotéis que não deem lucro, há hotéis mal administrados”.

Se no período da copa, que era precedido de todo o “oba oba” que conhecemos as coisas não foram como deviam, aprendam: O importante não é a ocupação é a rentabilização, e nisso nós somos, modéstia à Parte – OS MELHORES -. 

Quando você toma esta atitude passa a sua diária média de 170,00 para
220,00 em menos de 90 dias - não é só fazer - precisa saber como e nós ensinamos
e fornecemos as ferramentas necessárias.


quinta-feira, 22 de maio de 2014

Implementando - Capacitando - Otimizando

Gestão Hoteleira Revenue Management ou não.
É perfeitamente compreensível que uma empresa em fase de implementação de um novo sistema que deve partir sempre de uma diretoria tenha reuniões onde são acertados os passos para que se chegue a um denominador comum e que todos trabalhem para um mesmo fim, é simples entender que, quando não temos uma meta onde quer que cheguemos, chegamos, e isso na maioria das vezes nos leva exatamente a lugar nenhum.

Isto posto entendemos que metas são importantes, elas devem existir ser tangíveis e perseguidas. Diz um dos maiores e melhores gestores hoteleiros do Mundo: “trace suas metas e passe por cima do que for preciso para atingi-las”. Isso é absolutamente correto e tangível, não fosse Ele um dos maiores.

Estas reuniões são necessárias e numa fase preliminar ocorrem em até duas vezes por semana, mas não se pode deixar a unidade ou unidades sem os gestores, ou seja, há PAPEL E LAPIS... OU CANETA – Word não serve, anotem-se os tópicos principais para discussão urgentes e que esta reunião não passe de 2 Horas, isso é um tempo absurdo. E hoje a maioria dos casos há como fazer muitas dessas reuniões em sistemas virtuais. Poupa-se tempo e produz-se eficiência.

Qualquer implantação precisa estar normatizada e isso faz parte do processo, e quando se tem uma rede o processo é o mesmo só que os fundamentos não mudam ou mudam pouco, mas há peculiaridades que são inerentes a cada Unidade. Então a normatização é importante, detalhada e precisa ser elaborada por profissionais competentes e conhecedores de cada detalhe e da interação com outros departamentos.

É muito comum hoje em dia se enviar uma correspondência para um hotel e esta demorar mais de 48 horas para ser respondida. Isto é uma demonstração de incompetência e falta de gestão gritante, eu diria até falta de respeito pelo possível futuro cliente e infelizmente é com o que mais nos deparamos.

Quando os gestores estão em reuniões que na sua maioria não levam a nada os hotéis estão perdendo para algum concorrente competente. Nunca levei mais de um período para responder a qualquer tipo de correspondência, e um período me refiro a 4 horas e tratando-se de algo que precisasse de um tempo a mais, isso seria comunicado imediatamente e o prazo final para entrega da solicitação marcado e obedecido. Sem desculpas. Sempre ouvi dizer: “quem quer faz, quem não quer arruma desculpas”.
Mas vamos voltar às reuniões de implantação, estas que podem e às vezes acontecem inicialmente duas vezes por semana, se em seis meses não tiverem passado a acontecer duas vezes por mês, acredite algo está muito errado e se não for logo revisto com certeza vai dar muitos prejuízos. Porque o custo do ajuste só é aceitável se este vem para rentabilizar.

*    Tenha um cronograma do que tem que ser feito.
*    Ordene as tarefas e suas prioridades.
*    Deixe pré-agendadas as reuniões e seus tempos (substitua todas as que for possível por virtuais).
*    E trabalhe no sentido de seis meses depois de iniciado o processo você poder fazer apenas duas reuniões com dirigentes por mês e sugiro que uma seja virtual. Escolha bem seus colaboradores e deixe que mostrem resultados, colaborador tem meta e liberdade ou atinge ou...

Não sugiro que façam o que eu fiz dezenas de vezes. Senhor Rui precisamos fazer uma reuniãozinha é urgente, mas rápida. “Desculpe aqui o urgente é o meu cliente, o Senhor Hospede, a razão de minha existência, assim que Ele não precisar de mim eu apareço.” Normalmente não aparecia.

Há mas é o diretor que paga o seu salário, não ele só me repassa o que o hospede que eu cuido, volta e me recomenda aos amigos deixa para mim. Quem paga meu salário é o Senhor Hospede.

Fica o alerta. A maioria dos empreendimentos de Hoje não dão o lucro que deviam por excesso de reuniões, ou por inoperância gerada pela falta de conhecimento e agilidade dos gestores e dos empresários e de responsabilidade ou falta dela, dos gerentes.