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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Os Mercados, e a Hotelaria


Há dias comentei uma postagem de um amigo que acabou num link nosso no Linkedin e nela outros profissionais comentaram sobre o mercado.

O que para todos nós ficou muito claro é o que eu sempre defendi e provei, não há mercados ruins, há curiosos “ditos profissionais” e  Gestores capacitados, para nós o mercado nada mais é que um poço de oportunidades que existe para nos servir, às vezes mais fácil de entender e manusear outras vezes mais difícil e aqui começam os problemas. 

É aqui que aparecem os pessimistas de plantão, e eles não têm qualquer problema em lidar com as dificuldades do mercado que realmente nunca entenderam, o problema do quotidiano destes “ditos profissionais” é procurarem alguém para culpar pelo seu fracasso, nunca lhes foi dito que tudo o que acontece em nossas vidas é sempre e só de nossa responsabilidade. 

Mas este tipo de “profissional” se preocupa apenas em encontrar culpado, este encontrado não há problema são ou foram as circunstâncias ou as decisões de fulano ou sicrano. A maioria deles morre nas dificuldades outros demoram um pouco são habilidosos com o marketing pessoal e convincentes em passar a outros sua incompetência, mas os maiores beneficiários são as Bandeiras Administradoras que fomentam a notícia com o único intuito de diminuir ou suprimir os dividendos dos proprietários de empreendimentos por eles administrados e muito poucos entendem que estas Administradoras usam de desculpas esfarrapadas mas continuam procurando unidades para Administrar, será que eles gostam tanto assim de perder?

Sempre digo, não são os tempos que mudaram e sim os gestores que em sua maioria têm migrado, e migrado porque, até mesmo o bom gestor não é sempre e nem obrigatoriamente formador de bons seguidores, agora vamos falar de outro tipo de Gestor o Gestor completo o Grande Executivo. Este além de bom gestor é forçosamente um formador de Bons Gestores ou não é o Grande Executivo. 

Mas este procura melhores oportunidades fora da Hotelaria.

A premissa do Grande Executivo é poder trocar de empresa sem que esta sinta sua falta já que ele treinou alguém para seguir o caminho que vinha trilhando, a segunda é que o Grande executivo é pró-ativo e não reage ao mercado e sim se posiciona antecipadamente para qualquer eventual mudança, supera desafios e obstáculos.

O Grande Gestor não tem surpresas dá lucro, e no caso da Hotelaria e mais uma dúzia de outras empresas isto é possível e dá melhores resultados sempre que fundamentado no mais eficiente sistema de gestão do Mundo o Revenue Management. Ele é um sistema que antecipa todas as tendências, trabalha com projeções e está sempre pronto a corrigir antecipadamente qualquer possível desvio, ele trabalha normalmente para 5 anos.

Um dia em um de nossos cursos um empresário com vários cursos superiores me disse: “Faz muito sentido, o Senhor não descuida nada e está sempre fundamentado em números fatos e informações”. Embora os números e informações que juntamos sejam importantes, de nada valem se não soubermos exatamente o que, como e quando coloca-los em prática. Ou seja, um monte de planilhas coloridas e bem elaboradas nas mãos de quem não faz nada com elas ou não faz o que tem que ser feito em tempo real, foram pura perca de tempo.

É sabido que dias difíceis se avizinham, mas isso dependendo de como seus colaboradores encararem essas dificuldades, os dias difíceis vão ser maravilhosos, os preparados sairão deles mais fortes e com maiores lucros e claro esse lucro vai deixar de estar na mão de curiosos e malabaristas de plantão, que começam por espalhar fofocas e pessimismo, e procurando culpados para sua incompetência.  

Lembre-se de cavar o poço quando ainda tem água, porque cavá-lo na escassez, muito provavelmente não vai levar ninguém a lugar nenhum.

É época e hora de treinar, capacitar e Administrar mais do que nunca em sistemas bem elaborados e fiéis de meritocracia. Fora disso as dificuldades só vão aumentar.


Primeiro e antes de mais nada capacite seus colaboradores isso vai fazer a diferença, no momento presente a Curto e médio prazo, dê a todos condições iguais de se qualificarem, desenvolverem as habilidades que possuem e deixar que desenvolvam novas, mas treine para a sua empresa e não de uma maneira generalizada e isso ajudará a reter seus próprios investimentos em mão-de-obra. 

sexta-feira, 22 de março de 2013

VAMOS FORMAR -Mão de Obra, PROFISSIONAL


Falamos com grande frequência de mão de obra ou a falta dela, profissionalismo ou, sua desaparição, e da fuga dos “profissionais” um pouco melhor qualificados para o mundo onde tal como aqui há falta de mão de obra especializada em alguns setores, no nosso pelo interesse em abrir e manter casas com cardápios típicos Brasileiros e nossas características.

Um destes dias conversando com uma grande profissional que como tal trabalha por salário e não por “esmolas” simplesmente não trabalha no Brasil onde a falta de Empresariado e de falta de visão empresarial não se valorizam os profissionais, ou como estes são menos profissionais do que pensão ou não se valorizam.

Mas hoje se você vai para um cargo executivo na área de alimentos e bebidas os salários andam em torno de 4.500 (quatro mil e quinhentos euros). Estamos falando de contratos sólidos e feitos com consciência com os respectivos registros. Se este contrato for feito com um portador de passaporte Brasileiro o que indica a sua nacionalidade, este valor cai para cerca de 50% do que se paga para qualquer individuo portador de passaporte de Nacionalidade Europeia.

Eu gostaria de deixar sobre o assunto o seguinte enfoque: Não ajuda você sair de seu País porque lá fora pagam melhor. O que precisa é profissionalizar a mão de obra em nosso País, fazer com que isso passe a ser compreendido, pois que temos todos os dias profissionais altamente competentes e especializados vindos de fora, principalmente dos Emirados Árabes, para ver onde estão os profissionais aproveitáveis, claro que estes mesmo profissionais andam pelos Países da Europa.  Claro que o empresário brasileiro precisa se preparar para ter em sua folha de pagamento PROFISSIONAIS de fato, o que realmente não é uma constante hoje em dia.

Ou seja, um Europeu nos Emirados Árabes ganha hoje livre algo em torno de R$: 11.600,00 com casa e carro dependendo do contrato e falamos aqui de um chefe executivo de cozinha. Se for um brasileiro ele vai ganhar apenas e tão comente R$: 6.000,00. ENTÃO SUGIRO VAMOS NOS PROFISSIONALIZAR, ISTO É PARA TODOS.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A Administração Hoteleira:


Há muitos Gestores, se formam como e quando é possível centenas a cada ano ou quase, e no mercado nos deparamos com Empresários insatisfeitos, gestores por sua vez trocando de posições e igualmente descontentes, pois não conseguiram colocar em prática o que acham que aprenderam, e até talvez tenham aprendido só que isso não significa que saibam fazer.
Por outro lado investidores acompanhados de consultores financeiros que não conhecem Hotelaria e mostram dezenas de relatórios bonitos, outros nem tanto e querem convencer seus pagadores de que aquilo é assim, quando na prática tudo é bem diferente disso. Na sua maioria esses consultores se transformam e “moços de recados” e levam os recados normalmente para as pessoas erradas, pois eles não sabem como atingir os resultados que escreveram nos relatórios e em sua prepotência dizem para um Gerente comercial, por exemplo: “você tem que passar a sua ADV para “X”, perguntados como fazer eles prepotentemente respondem, você é pago (a) para isso.
Assistimos assim a um chorrilho de impropérios e de colocações errôneas jamais vistas, mas é isso que está no mercado. O consultor não sabe, e devia como aumentar a diária média, nenhum executivo dá uma ordem sobre o que desconhece, logo temos aqui o já colocado (mocinho de recados engravatado) não é vendendo que se aumenta esta, mas o Gerente comercial tem participação sim, só que como o nome diz a parte dele é comercializar.
Este é de uma forma geral o mercado que temos por aí. Cheio de despreparados desde o investidor mal assessorado ao gestor que tem tudo para aprender. Ele só tem um curso isso ajuda muito, mas não o capacita.
Paralelo com este quadro temos os oportunistas que nem sequer percebem que se os ventos mudarem, a “pseudo eficiência” deles muda também. Que eficiência é essa? A da ignorância do desconhecimento da do COMO FAZER.
Entendam uma coisa importante, quando falamos em Administração e mercados, não estamos aqui para reagir a acontecimentos e sim para que os mercados reajam à nossa forma de Administração ou nós estamos administrando de “mentirinha”.
Para Hotelaria, Companhias Aéreas, Locadoras de Automóveis, Restaurantes, Empresas de Eventos, Clubes de Golf, Algumas empresas de Manufatura, Frigoríficos e mais umas dúzias de outras, a forma de Administração mais eficaz é de longe e sem dúvida o Revenue Management, mas, por favor, vamos nutrir-lhe o respeito que merece, e não segmenta-lo.
É acima de tudo uma Filosofia de Gestão que para ser bem implementada precisa vir de cima, é muito analítico e pouco comercial, mesmo no Brasil de Hoje permite-nos trabalhar com preços para cinco anos no mínimo com muita tranquilidade e vantagem, não nos obriga a reações bruscas e inesperadas. Mas mesmo nos mais elevados meios acadêmicos trata-se de uma disciplina de Alta Administração e de MBA, onde infelizmente uma minoria consegue trafegar pela sua complexidade abrangência e eficiência.
Trata-se de um processo Administrativo que quando e se bem implementado a sua sequência tem muitas lógicas e assim seus resultados são a médio e longo prazo e seus balanços anuais são sempre crescentes – Não há espaço para as frases dos fabricantes de desculpas “Há!!!! Mas os tempos eram outros” não tem nada a ver com os tempos, trata-se de dificuldades de mercado e ou você está apto para enfrenta-las e quase não as sente ou você não está e acaba perdendo o emprego....
Um pouco de realidade para o Fim de Semana do 7 de Setembro.